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Exportações são fundamentais para o sucesso da economia dos Açores

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O Vice-Presidente do Governo dos Açores considerou as exportações como “um fator crítico de sucesso do desenvolvimento económico da Região”, tendo em conta, sobretudo, que “no mundo globalizado em que vivemos, as barreiras à circulação de bens e serviços foram completamente derrubadas.”

Sérgio Ávila, que falava no seminário O Mundo é o Nosso Mercado – Cooperação Internacional e Exportações, acrescentou haver, porém, a necessidade de os Açores melhorarem a sua própria capacitação, assentando a estrutura produtiva em setores em que apresentem vantagens comparativas.

Para o Vice-Presidente do Governo, se os Açorianos não fizerem isso, outros o farão por eles, sublinhando que “uma economia mede-se pela capacidade de atrair e injetar recursos, de evitar que os recursos saiam”, o que, afinal, representa o grande desafio que se coloca nos Açores.

Defendendo ser importante “passar das palavras e dos estudos aos atos”, o governante traçou as grandes linhas definidas pelo Governo dos Açores para o desenvolvimento dessa estratégia.

A aprovação, nesta sexta-feira, do Programa Operacional dos Açores, o primeiro de todas as regiões do país a ficar operacionalizado, permite que fique disponível, a partir de agora, um sistema de incentivos à atividade económica que Sérgio Ávila qualificou de “mais intenso, diversificado e generoso” do que qualquer outro disponível a qualquer empresário das outras regiões do país.

O Vice-Presidente do Governo reiterou que, a par do claro apoio à exportação, o novo sistema de incentivos reger-se-á por um novo paradigma, que privilegia o valor acrescentado do investimento e a criação líquida de emprego que provocar, para o que incluiu, como grande novidade, a elegibilidade dos respetivos custos como despesa comparticipada.

Os diversos programas de apoio e de fomento do emprego, o regime de benefícios fiscais em vigor no arquipélago, “de uma intensidade muito competitiva”, como disse Sérgio Ávila, e a criação da marca Açores, foram também referidos como instrumentos que conferem à Região “condições de competitividade que são claramente superiores às que estão à disposição das restantes empresas que estão não só no espaço português, mas na generalidade da Europa.”

O Vice-Presidente do Governo frisou que, apesar dessas vantagens, “o desafio que se coloca não é fácil”, mas manifestou-se convicto de que todos entendem que “temos de ser melhores do que os outros, temos de ter a capacidade de vender aquilo que temos de melhor, da melhor forma e no sítio onde os consumidores pretendem comprar.”

DL/GaCS

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