O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente afirmou que o funcionamento do Serviço de Classificação do Leite (SERCLA, na dependência do IAMA), “dá toda a garantia de isenção e de credibilidade”, salientando que a aplicação da Diretiva Comunitária e da Portaria que regulam a classificação de leite cru não obriga à certificação ou acreditação dos laboratórios.
A total fiabilidade dos resultados do SERCLA é assegurada através da comparação de resultados entre laboratórios, um procedimento de controlo dos resultados analíticos que foi decidido na Comissão Técnica de Acompanhamento da Classificação do Leite à Produção, em que têm assento representantes dos produtores e das indústrias de laticínios.
O Secretário Regional precisou que, “por uma questão de credibilidade de todo o sistema e de defesa dos interesses, tanto dos produtores como das próprias indústrias”, o SERCLA envia mensalmente amostras ‘cegas’ para os laboratórios de indústrias de laticínios que se associaram, para efeitos de controlo.
Luís Neto Viveiros frisou que “depois, são confrontados os resultados obtidos pelas diferentes indústrias e pelo próprio SERCLA”, revelando que, desde a implementação deste procedimento, “nunca houve divergências significativas”, verificando-se “rigor” e a aceitação por todas as partes “de que este sistema é credível”.
DL/GaCS
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