
Beatriz Moreira da Silva
Eu não pertenço aqui,
não reconheço caras ou feições de figurinos anfitriões;
Não conheço a instância da conexão,
alheia de quem sorri na imersão do aceitável.
Sob reflexo d’basalto,
nem reconheço os caminhos;
Talvez nunca tenha concebido direções,
mediante a necessidade constante de não tirar os olhos do chão.
Eu não pertenço ao limite,
do permissível e d’outrora aceitável;
Nem sei onde pertenço,
apenas consinto o que penso.
Eu nunca sei onde vou,
apenas sei como aqui estou;
D’leme ao d’vento,
Sei quem eu sou.
Comentários
Parabéns, que lindo! Você é uma artista ????
Parabéns amo o teu texto eu também . Eu sou um exterrestre nesse planeta como a abelha. Lindo a tua escrita muito sentida continua com sucessos. Grata Gratidão Bjinhos Helena Brilhante