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Teatro na Escola Secundária alerta jovens para os perigos das relações tóxicas

Iniciativa “O Sonho de Margarida” reuniu autarquia, estudantes e instituições de apoio para sensibilizar a comunidade escolar contra a violência no namoro

© CM LAGOA

O auditório da Escola Secundária de Lagoa (ESL), na ilha de São Miguel, foi palco esta manhã de quarta-feira, 18 de fevereiro, de uma lição de cidadania que procurou ir além dos currículos escolares.

De acordo com nota de imprensa enviada pela Câmara Municipal de Lagoa, a peça de teatro “O Sonho de Margarida”, levada à cena pelo Clube de Teatro «A Faísca», convidou a comunidade escolar a refletir sobre a dura realidade das relações abusivas e a importância do combate à violência doméstica e no namoro. A iniciativa, que surge no mês em que se celebra o Dia dos Namorados, resultou de uma parceria entre a Câmara da Lagoa e a Associação de Estudantes da ESL, utilizando a expressão artística como ferramenta pedagógica para abordar temas sensíveis como a igualdade de direitos e a não discriminação.

Para reforçar a mensagem de segurança e apoio, a vereadora Graça Costa lançou o desafio a várias entidades locais para que marcassem presença e partilhassem o seu testemunho. O objetivo foi dar a conhecer o rosto de quem, no terreno, protege e apoia vítimas de violência em diversas frentes, desde o suporte emocional e jurídico à proteção policial.

Segundo a autarquia lagoense, a escolha deste formato artístico deveu-se ao impacto visual e emocional que o teatro proporciona junto dos mais novos. Graça Costa sublinhou, na ocasião, que a autarquia tem a responsabilidade de desenvolver ações de promoção de igualdade, reconhecendo que a peça é uma forma muito eficaz de passar a mensagem a várias turmas da Escola Secundária de Lagoa e da Escola Básica Integrada de Água de Pau, que assistiram atentamente à sessão.

Estiveram representadas a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Lagoa, a Polícia de Segurança Pública, equipas de Saúde Escolar da ESL e da EBI de Água de Pau, o Núcleo de Ação Social de Lagoa, a UMAR Açores e a APAV.

Clube de Teatro “A Faísca” apresenta duas peças na Vila de Água de Pau

© CM LAGOA

O Clube de Teatro “A Faísca” da Escola Secundária de Lagoa vai apresentar duas peças no Auditório Ferreira da Silva, na vila de Água de Pau, na próxima sexta-feira, 16 de maio, pelas 20h30. «Uma Casa de Problemas» e «O Outro Caminho» dão nome às peças de teatro que serão de entrada livre e gratuita.

De acordo com nota de imprensa enviada pela Câmara Municipal de Lagoa, a iniciativa vem no seguimento da aposta da autarquia na área cultural, “através de uma agenda diversificada pensada para os lagoenses de todas as idades e com atividades descentralizadas pelas diversas freguesias do concelho”.

A peça de teatro “Uma Casa de Problemas” retrata uma família do século XXI e as consequências das redes sociais na sociedade atual. Ciberbullying, vício nos jogos online, comparação social nas redes sociais são alguns dos temas abordados pelo clube de teatro “A Faísca”.

Numa adaptação do conto “A História da Gata Borralheira” de Sophia de Mello Breyner Andresen, “O Outro Caminho” retrata uma história de ambição. Lúcia é pobre e escolhe o caminho mais fácil para o mundo dos ricos. Contudo, esse outro caminho terá um preço mais alto.

A história do Clube de Teatro “A Faísca”, da Escola Secundária de Lagoa, começou no ano letivo de 2001/2002, ano de abertura da escola. Partindo da iniciativa de dois professores de português, para uma atividade de final de ano letivo, um Sarau Medieval, em que foi apresentada a primeira peça, uma adaptação do “Auto da Índia”, de Gil Vicente, com apenas cinco atores, escolhidos entre os novos alunos do secundário. Entretanto, centenas de alunos já passaram pelo clube e foram apresentadas mais de 40 peças, sendo que 23 anos depois, “A Faísca” continua o seu trabalho, sempre dando aos alunos da secundária da Lagoa a oportunidade de se divertirem, de se expressarem no palco e de participarem em diversos eventos. Peças como “Alice no País das Maravilhas”, “A Cantora Careca”, “TOC TOC”, “A Menina do Mar”, entre outras, fazem parte do repertório do clube, assim como a organização e participação em encontros regionais e nacionais de grupos escolares de expressão dramática, e, ainda, a participação em intercâmbios até internacionais.

Teatro micaelense celebra aniversário com concerto e visita guiada

© FERNANDO RESENDES

O Teatro Micaelense celebra o seu 74.º aniversário com um concerto, no dia 22 de março, pelo Conservatório Regional de Ponta Delgada e a Banda Militar dos Açores, e com uma visita guiada, no dia 31 de março.

Em 31 de março de 1951, o Teatro Micaelense abria as suas portas. Desde a primeira hora, a música conviveu com a dança, o teatro e o cinema. Na mesma noite, ouvia-se repertório clássico, obras mais ligeiras e música dos últimos filmes em exibição, agradando a todos os gostos. Reabrindo as suas portas em 2004, o Teatro voltou a esse espírito inclusivo e comunitário.

No concerto de dia 22 de março, poderá reviver o espírito de um programa dessa época, num concerto excecional, que reúne música de câmara, música para cinema e coros de zarzuelas. Músicos de toda a ilha – professores e alunos do Conservatório Regional de Ponta Delgada e a Banda Militar dos Açores – convidam-no a recuar no tempo e a revisitar o encanto dos primeiros tempos do nosso Teatro. A entrada é gratuita, sujeita ao levantamento de bilhete.

No dia 31 de março, o Teatro Micaelense abre as suas portas ao público em geral, com uma visita guiada especial. Percorrendo espaços públicos e bastidores, dar-se-á a conhecer a história e as estórias deste marco da vida cultural açoriana, desvendando também alguns dos segredos do quotidiano detrás do pano. A visita é gratuita e realizar-se-á em dois horários, às 15h00 e às 18h00. Os lugares são limitados. Para garantir o seu lugar deverá levantar bilhete na bilheteira do Teatro Micaelense.

Atores do Porto Formoso sobem ao palco no Teatro Ribeiragrandense

© CM RIBEIRA GRANDE

O grupo de Teatro do Grupo Folclórico de Nossa Senhora da Graça, do Porto Formoso, na Ribeira Grande, vai subir ao palco no Teatro Ribeiragrandense, no próximo dia 22 de fevereiro, pelas 20h30, com a peça “Comédia em Cena”.

Segundo nota de imprensa enviada pela autarquia da Ribeira Grande às redações, o grupo de atores do Porto Formoso tem realizado diversas noites de teatro nos últimos anos, sobretudo na sua freguesia, encontrando-se já a caminho da 16ª edição destas iniciativas.

Um dos seus momentos altos ocorreu na terceira semana de dezembro passado, nos dias 21 e 22, com a realização de várias peças de animação, as quais, nas últimas edições , têm registado “casa cheia, não só pela adesão de pessoas do Porto Formoso, como também da restante ilha”.

“Comédia em Cena” traz ao Teatro Ribeiragrandense, no próximo dia 22 de fevereiro, humor e animação, com os sketches “Morto Vivo”, “Urinol”, “A Praia” e “Tropa”, através dos quais o Grupo de Teatro do Grupo Folclórico de Nossa Senhora da Graça.

Os bilhetes encontram-se à venda na BOL Bilheteira online e na bilheteira do Teatro Ribeiragrandense.

Autarquia da Lagoa promove curso de expressão dramática com Eleonora Duarte

© CM LAGOA

A Câmara Municipal de Lagoa vai promover um curso de expressão dramática, intitulado «O ator e o Teatro», dinamizado por Eleonora Marino Duarte, no Cineteatro Lagoense Francisco d’Amaral Almeida, entre 17 de fevereiro e 25 de março, segundo nota enviada pela autarquia.

Destina-se a maiores de 13 anos e vai ser dividido em dez aulas, com uma carga horária total de 20 horas, decorrendo às segundas e terças-feiras (exceto a aula do dia 12 de março, quarta-feira), entre as 20h00 e as 22h00, lê-se.

O conteúdo programático das aulas de expressão dramática vai incluir aprendizagens como os elementos espaciais e humanos utilizados no teatro, a familiarização com a linguagem dedicada à dramaturgia, a noção do espaço do palco e exercícios de dicção, de improvisação e de sensibilização para a memória emotiva e para o trabalho em equipa. Além disso, os alunos vão aprender como se constrói um texto no contexto teatral e colocá-lo em prática, através de dinâmicas e exercícios teatrais e criação de cenas em grupo, explica o mesmo comunicado.

Este vai ser o segundo curso de teatro, dinamizado por Eleonora Duarte, na Lagoa. Em 2024, a atriz e encenadora orientou um curso de iniciação ao teatro, também durante os meses de fevereiro e março, que culminou na apresentação da peça “Deslembrar”, apresentada ao público no Cineteatro Lagoense. Um evento que contou com boa recetividade por parte do público, refere ainda a nota.

Eleonora Marino Duarte é atriz, encenadora e poeta. Nascida em 1969, no Brasil, aos 12 anos integrou a Companhia de Teatro GATIG – Grupo de Artes e Teatro da Ilha do Governador, trabalhando durante 30 anos como atriz e encenadora nessa companhia. Desde 2009, reside em Ponta Delgada, onde criou e mantém o grupo de intervenção artística «O Coletivo». Realiza apresentações mensais com o seu projeto de poesia “Entreactos entre Versos”, no Lavajazz Bar. Trabalha, atualmente, no serviço socioeducativo da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.

Esta se trata de uma iniciativa promovida pelo Serviço de Educação e Cultura da Câmara Municipal de Lagoa, “com o intuito de ampliar o leque de atividades para ocupação de tempos livres em horário pós-laboral na Lagoa, para a juventude e público adulto”. Para além do teatro, neste momento, encontram-se a decorrer aulas de pintura, no Convento de Santo António, ministradas por Victor Almeida.

Os interessados no curso de expressão dramática deverão inscrever-se, até ao dia 14 de fevereiro, através do telefone 296 912 510 ou do email biblioteca@lagoa-acores.pt. A inscrição tem um custo de 60 euros.

Lagoa promove projeto de intervenção teatral com jovens de Água de Pau

© CM LAGOA

Está a ser promovido, pela autarquia da Lagoa, o projeto de intervenção teatral “Preocupa-me”, concebido e dinamizado por André Melo.

Esta iniciativa, que conta com a colaboração da Casa Povo Água Pau, está a ser implementada junto dos jovens do projeto Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil – Trevo, e tem lugar às terças-feiras dos meses de outubro e novembro, segundo comunicado da câmara da Lagoa.

De acordo com o responsável André Melo, citado na mesma nota, “o projeto ‘Preocupa-me’ é um espaço físico e mental de estímulo e crescimento. Através de um trabalho de exploração e expressão artística, descobrimos desejos e preocupações, ideias e visões de vozes muitas vezes silenciadas pela inevitável tenra idade. Com o cruzamento multidisciplinar (teatro, voz, movimento, performance e vídeo) expomos questões que são únicas a cada intérprete, de cada grupo, de cada local”.

Dividido em sete sessões, o programa da intervenção teatral começou com um trabalho de exploração dramática, vocal e corporal, seguido da pesquisa e recolha de ideias e material e estruturação e elaboração de um guião. O resultado dos ensaios vai culminar numa performance junto do público em geral, no Auditório Ferreira da Silva, explica ainda o comunicado.

André Melo é um ator micaelense, licenciado em comunicação e com formação profissional em teatro, com mais de 20 anos de experiência em artes performativas, tendo desenvolvido trabalhos não só em registos mais tradicionais, como também teatro musical e videoarte.

Estreou-se profissionalmente em 2003, no Teatro Tivoli com a peça “Auto da Compadecida”. Já trabalhou com vários artistas de renome como António Serra, Pedro Sena Nunes, Pedro Penim e Paulo Maria Rodrigues. É, desde 2010, o diretor teatral da Pontilha – Associação Cultural. É membro fundador da Musiquim – Associação Musicoteatral dos Açores e parte integrante do 37.25 Núcleo de Artes Performativas. Atualmente, é professor na Universidade dos Açores, no Estúdio 13 e na Escola Profissional da Ribeira Grande.

Ao trazer esse projeto para a Lagoa, mais propriamente para Água de Pau, a Câmara Municipal visa “alargar o usufruto de ações formativas e educativas na área das artes a vários públicos”.

Ao longo do corrente ano, foram também promovidas no concelho aulas de teatro no cineteatro lagoense Francisco d’Amaral Almeida, ministradas por Eleonora Marino Duarte, aulas de pintura com Victor Almeida. Foram ainda proporcionados ao público escolar espetáculos de marionetas e de magia, bem como o espetáculo de Joana Gama e a projeção do filme “Clandestina”.

A câmara Municipal investiu, igualmente, nas famílias, proporcionando um espetáculo para bebés, bem como os sábados em família, com o intuito de promover a leitura e o livro, lê-se ainda, na mesma nota.

Espetáculo “Vozes da Renascença” no Cineteatro Lagoense

© CM LAGOA

O cineteatro lagoense Francisco d’Amaral Almeida, recebe, no próximo dia 4 de outubro, pelas 21h00, o espetáculo “Vozes da Renascença”, pelo grupo Johann Sebastian Bach, com entrada livre e gratuita, segundo nota de imprensa enviada pela Câmara Municipal da Lagoa.

O espetáculo vai proporcionar uma “viagem pelo repertório musical renascentista, apresentando um conjunto de obras que atravessa diversos estilos, regiões e sentimentos da época. Compositores como Adriano Banchieri, Francesco Landini, John Dowland e Thomas Morley vão ser revisitados, juntamente com peças anónimas e canções tradicionais”, explica o comunicado.

A noite vai começar com o “espírito festivo e teatral” de Banchieri em “Festino alla Sera del Giovedì Grasso Avanti Cena”, uma obra que retrata o ambiente carnavalesco veneziano, combinando humor e experimentação. O mesmo autor, também, oferece “Contrappunto Bestiale alla Mente”, uma peça que ilustra a inventividade musical da época.

De seguida, os espetadores vão “viajar” até à Itália medieval, com Francesco Landini, e a sua melodia primaveril “Ecco la Primavera”, que celebra a alegria do renascimento da natureza. As sonoridades ibéricas vão ganhar destaque com o “Cancionero de Uppsala”, que inclui canções festivas como “Din Di Rin Din” e a famosa “Riu riu chiu”, uma peça anónima do século XVI que cativa pela sua energia rítmica, refere ainda o comunicado.

De França, vai ser interpretada a canção “Belle qui tient ma vie”, de Thoinot Arbeau, que exalta o amor cortês, e “Tant que vivray”, de Claudin de Sermisy, uma canção de amor alegre e dançante, que reflete a leveza típica da música francesa da época. O renascimento inglês vai ser representado por John Dowland, cuja obra “Come Again, Sweet Love” expressa o lamento e a saudade, características da sua música melancólica. Por sua vez, Thomas Morley vai trazer um tom alegre e vivaz com o madrigal “Now is the Month of Maying”, celebrando a primavera e a vida em comunidade. A tradição coral é revisitada com “Gaudete”, uma peça incluída na coleção “Piae Cantiones” de 1582, que exala uma atmosfera festiva e espiritual.

Para fechar, o grupo Johann Sebastian Bach vai apresentar o animado “Tourdion” de Pierre Attaignant, uma dança enérgica e vibrante, e “Hoy comamos”, de Juan de Encina, que convida a celebrar a vida com espírito leve e festivo.

Este concerto “convida, assim, o público a uma experiência imersiva na música da Renascença, celebrando a diversidade cultural e emocional deste rico período musical”, conclui a autarquia lagoense.

Projeto teatral reúne cerca de 30 mulheres da comunidade local e estrangeira nas Flores

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O Museu Municipal das Lajes das Flores recebe a apresentação teatral do projeto comunitário “A Costela de Lilith” de 27 a 29 de setembro, às 20h00 e ás 20h45. Trata-se de uma produção da 9’ Circos — Associação de Artes Circenses dos Açores, que envolve cerca de 30 mulheres inseridas em grupos da comunidade local, como o Grupo Coral da Lomba, a Filarmónica União Operária e Cultural Nossa Senhora dos Remédios da Fajãzinha, o Grupo de Teatro A Jangada, o Serviço de Desenvolvimento Agrário da Ilha das Flores e a comunidade estrangeira local.

Segundo nota de imprensa enviada pela organização, a “A Costela de Lilith” é uma iniciativa artística que visa explorar e celebrar a identidade feminina através do teatro e da comunidade. Inspirado no mito de Lilith e enriquecido pelas histórias individuais das mulheres participantes, este projeto tem como objetivo promover a participação e a integração destas na cultura, abordando questões relevantes como saúde mental, igualdade de género e inclusão social.

Através de laboratórios de dramaturgia, encenação, voz e corpo, as participantes tiveram a oportunidade de expressar as suas experiências e diferenças culturais, fortalecer a sua voz e criar uma obra teatral coletiva que reflita a diversidade e a riqueza da feminilidade.

O espetáculo é mais uma das iniciativas do projeto artístico, criado por Liliana Janeiro, no seguimento de oficinas realizadas na ilha do Faial, de São Miguel (Ponta Delgada e Ribeira Grande) e das Flores, entre os meses de abril e junho de 2022, que culminaram na edição do livro “A Costela de Lilith” pela Poesia Fã Clube. A obra trata-se de uma compilação dos poemas escritos individualmente e coletivamente pelas participantes nas referidas oficinas.

Agora, “A Costela de Lilith” vai transformar-se numa performance artística, que conta com a cenografia de Liliana Janeiro e Patrícia Soso, com o apoio de Gabriela Honeybud; dramaturgia de Ana Cózar e Liliana Janeiro; cenografia e figurinos de Rocio Matosas; produção de Liliana Janeiro e Margarida Benevides; coordenação local de Camille Farge e Isabel Tenente; e co-produção de Etxe — Escola de Artes, do Teatro Umano e do Coletivo Creativo das Flores.

Biblioteca da Lagoa recebe teatro para bebés “Bebeethoven”

© NUNO AGOSTINHO

A Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira, na freguesia de Santa Cruz, recebe o espetáculo “Bebeethoven” no próximo dia 1 de junho, pelas 10h00, anunciou a autarquia da Lagoa.

Segundo a autarquia lagoense, a iniciativa está inserida no projeto “Sábado em Família” e trata-se de uma peça de teatro, produzida pela companhia de teatro «Lua Cheia – teatro para todos», com uma duração de cerca de 40 minutos, dirigida a bebés com idades compreendidas entre os seis e os 36 meses.

O espetáculo dirigido à infância conta com a criação e encenação da autoria de Sandra José, a interpretação de Maria João Trindade e Carolina Picoito Pinto, Sandra José, Sara Ferraz, o apoio à cenografia de Ricardo Trindade, e imagem e design gráfico de Hugo Merino Ferraz.

De acordo com a sinopse da peça de teatro «Bebeethoven», “se a alegria fosse um hino, teria o sorriso de um bebé. Se todas as horas de brincadeira fossem eternas, seriam fugas em compasso composto, cheias de stacatoos e rondós de cores livres. Nesta música que é a vida, podemos ser nós os maestros e, os silêncios que vivem em nós, terem o som dos pensamentos”.

O espetáculo consiste numa analogia às músicas de Beethoven, numa vertente infantil. De acordo com a companhia «Lua Cheia – teatro para todos», “Beethoven nunca descuidou as emoções e tratou-as com cuidado para que se tornassem livres. O desassossego de não ser capaz de ouvir as músicas que criava, numa ansiedade de génio que gritava através de melodias, deixou-nos uma marca intemporal da sua verdade. Com ele, a música transformou-se e transformar-nos-á se ouvirmos para além do som”.

Apesar de gratuitas, as inscrições são obrigatórias e limitadas, devendo os interessados preencher a sua inscrição, até às 15h00, do dia 31 de maio, junto da Biblioteca. O limite máximo por criança é de dois acompanhantes.

Curso de iniciação ao teatro termina com um espetáculo aberto ao público

© D.R.

É hoje apresentado ao público o exercício final do curso de iniciação ao teatro, que contou com a orientação de Eleonora Marino Duarte. A peça vai contar com as atrizes Alice Raimundo, Ana Catarina Silva, Helena Fraga, Inês Sousa e Joana Fonseca.

A apresentação tem o nome de “Deslembrar” e representa o culminar do curso, realizado na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, na Lagoa, entre 19 de fevereiro e 19 de março.

Segundo nota de imprensa enviada pela autarquia da Lagoa, de acordo com Eleonora Marino Duarte “o exercício foi construído a partir de fragmentos de textos que as alunas escolheram ao longo do curso, juntos formaram o “Deslembrar”. É uma atuação que fala sobre o amor, o perdão, a memória, a resiliência e a família”. A formadora adianta, ainda, que “se trata de um espetáculo inédito, que gira muito em torno do mundo feminino, a visão das mulheres na ausência dos homens. O público pode esperar muita improvisação, dentro de uma linha de pensamento e de um enredo em volta de cinco mulheres incríveis”.

De acordo com a mesma nota, a orientadora fez um balanço bastante positivo do curso, definindo a experiência como “muito gratificante. Fui muito bem recebida na Lagoa, uma autarquia que se destacou pelo acolhimento dos seus funcionários, e o facto do curso ter sido realizado num palco como o Cineteatro Lagoense fez toda a diferença. É com certeza uma experiência a repetir”.

A apresentação acontece hoje, pelas 20h00, no Cineteatro Lagoense Francisco d’Amaral Almeida. A entrada é gratuita e não é necessário realizar reserva.