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Interdito a banhos, Ilhéu torna-se centro de projeto arqueológico e cultural

Arqueólogo Diogo Teixeira Dias defende a criação de um centro de interpretação do Ilhéu de Vila Franca do Campo. A primeira visita técnica com a equipa de investigadores terá lugar esta semana

© CLIFE BOTELHO
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Na próxima quinta-feira, dia 7, às 10h00, o Ilhéu de Vila Franca do Campo vai receber uma equipa de investigadores da área da biologia, arqueologia, história, museologia e património natural, numa visita que servirá de arranque para um projeto que visa a “valorização e interpretação do património cultural e natural deste espaço”, segundo comunicado. Na origem desta iniciativa está o arqueólogo Diogo Teixeira Dias, cuja tese de doutoramento se centra na musealização do ilhéu enquanto paisagem cultural.

Diogo Teixeira Dias, de 35 anos, é natural de Coimbra, mas vive nos Açores desde os 25 anos. Neste momento é doutorando em Património Cultural e Museologia na Universidade de Coimbra e quer criar condições para ser construído um centro interpretativo para o Ilhéu de Vila Franca do Campo, à semelhança do que existe no Faial, com o Vulcão dos Capelinhos, e nas Furnas.

Note-se que o Ilhéu de Vila Franca do Campo está encerrado...

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