
“Apparição” escrevia-se com dois pês e “annunciada” com dois enes, no dia em que nascia a Gazeta da Lagoa, a 1 de outubro de 1892. Nessa altura ainda a República não tinha chegado ao “paiz”, que também terminava com um zê em vez do atual esse. Há 128 anos os jornalistas assinavam os artigos com pseudónimos, eram presos e perseguidos e nessa altura já se escrevia sobre a liberdade de imprensa, ou a falta dela, nos jornais da Lagoa e da região — já lá iremos.
Hoje, o cenário é rotundamente diferente, mas continua a impor-se falar de liberdade de imprensa quando até com isso, uma pandemia pode mexer. “Costumo dizer meio a sério meio a brincar que no dia em que não tivermos liberdade de imprensa é porque no dia anterior a democracia morreu”, começa por dizer Paulo Simões ao Diário da Lagoa. O diretor do Açoriano Oriental (AO) fala de forma...
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