
A secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, expressou a sua “grande satisfação e sentido de responsabilidade” pela primeira atracação do navio ‘Monte da Guia’, da Transinsular, na nova ponte-cais do porto das Lajes das Flores.
“O dia 21 de outubro de 2022 marca um momento-chave na reposição das atividades operacionais do porto das Lajes das Flores e é um dia de particular significado para os florentinos e para o governo dos Açores, após os infelizes acontecimentos provocados pela passagem do furacão Lorenzo, em 2019”, referiu Berta Cabral.
A secretária regional realçou que “a nova ponte-cais, mais do que uma infraestrutura essencial à ilha, é um símbolo da resiliência e da superação dos habitantes das Flores”, acrescentando que “assegurar a sua operacionalidade era um compromisso firme e a prioridade absoluta do governo dos Açores e isso está garantido, tal como prometido, com o empenho, a dedicação e a atuação diligente de vários intervenientes.”
“A ilha das Flores tem, a partir de hoje, a garantia de abastecimento, em segurança, nos padrões de funcionamento portuário anteriormente existentes e está a caminhar, com as fases subsequentes da intervenção no porto, para uma capacidade operacional como nunca existiu”, sublinhou.
A nova ponte-cais está operacional desde 14 de outubro, conforme anunciado no cronograma apresentado à população da ilha das Flores no mês de julho, e salvaguarda todas as condições de segurança das operações, nos mesmos moldes do passado, com os naturais condicionalismos meteorológicos.
Este equipamento, com um comprimento de 140 metros, permite, no seu pleno funcionamento, a atracação de dois navios – um de cada lado da ponte-cais – com comprimento até 130 metros e com calado até 6,5 metros.
O processo de reordenamento do porto e de construção do novo molhe, que representa o maior investimento do governo dos Açores, continua a decorrer conforme previsto, perspetivando-se o lançamento do procedimento concursal no decorrer do primeiro trimestre de 2023.
“Vamos continuar a trabalhar, com a máxima diligencia e rapidez, no desenvolvimento dos trabalhos previstos para as próximas fases, incluindo a rampa RO-RO, o molhe-cais e as outras valências previstas”, sintetizou Berta Cabral.
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