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Alunos do Nordeste propõem medidas de proteção do património

© CM NORDESTE
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A Câmara Municipal do Nordeste lançou um desafio aos alunos da escola profissional para assinalarem o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, iniciativa que, em 2026, se centra na resposta de emergência em contexto de conflitos e desastres tendo em consideração o atual contexto de recuperação do país após uma sucessão de fenómenos meteorológicos extremos.

O município foi à escola desenvolver uma sessão com as turmas dos cursos de desporto e hotelaria que abordou o tema “Do território ao património vivo: o PDM como instrumento de ação climática e ferramenta de proteção em caso de catástrofe”. A iniciativa desafiou-os a pensar, num contexto global de alterações climáticas, em medidas concretas que o município poderá adotar para proteger o património arquitetónico e cultural do concelho.

Posteriormente, os formandos visitaram os Paços do Concelho para apresentarem as suas propostas para proteção de património local que os próprios selecionaram.

O vice-presidente da Câmara do Nordeste, Marco Mourão, esteve presente na apresentação, assim como a vereadora de Ação Social, Sara Sousa, tendo considerando as exposições coerentes e sensíveis face ao que foi proposto, especificamente a proteção do património num cenário climático cada vez mais instável, demonstrando também conhecimento do património mais evidente do concelho.

Num total de cinco grupos, os alunos dos dois cursos foram desafiados a identificar uma zona do concelho que considerassem ser de risco e onde encontrassem um exemplo de património a proteger; deveriam analisar o valor material e imaterial do imóvel e ainda investigar sobre a existência de medidas de proteção já existentes; por fim, pedia-se que propusessem medidas concretas para proteger o local escolhido e que indicassem o contributo dessas medidas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Numa semana, os formandos conseguiram demonstrar, através do trabalho apresentado, que conhecem o património do concelho, que identificam o seu valor cultural para a comunidade, que medidas preventivas de preservação devem ser tomadas e a sua implicação direta ao nível da sustentabilidade.

Foram apresentados trabalhos sobre as casas antigas da Fajã do Araújo, Boca da Ribeira, Parque da Ribeira dos Caldeirões, ermida da Senhora do Pranto/Pocinho e o farol do Arnel.

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