
Quem sou eu?
Sou um exagero ambulante. Como pessoa, sou o caos organizado pelo amor, uma tempestade que se acalma quando encontra um olhar sincero. Como escritor, sou a tentativa de transformar esse caos em palavras que respirem, que gritem, que amem. Escrevo porque só assim me sinto inteiro. Há quem viva a vida a tentar sobreviver; eu escrevo para tentar viver melhor. A minha escrita é um reflexo do que sou: imperfeito, apaixonado, intenso. Quero que cada palavra minha faça alguém sentir, mesmo que seja raiva, porque pior do que sentir algo é não sentir nada.
O que o Benjamin me ensinou?
Ensinou-me que o amor não precisa de explicação. Que ser pai é desaprender a viver sozinho, porque, a partir do momento em que nasce um filho, já não existimos apenas para nós. Ele ensinou-me que a vida é feita de detalhes pequenos que, no fundo, são enormes. Que um sorriso pode salvar um dia inteiro. Que um abraço pode ser casa. Que o tempo passa depressa demais e que estar presente é a única forma de realmente viver. Com ele aprendi a amar de forma incondicional, a aceitar que o erro faz parte do crescimento e que amar alguém é desejar que seja...
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