
É com as mãos no barro que os objetos vão conquistando a sua forma. Mas antes disso, é preciso recolher aquilo que a natureza quiser dar. O grupo de voluntários, inscritos no workshop cerâmico “Vozes da natureza”, começaram por se reunir junto ao trilho da Janela do Inferno para percorrer os vários quilómetros de pura natureza, sendo este um dos trilhos mais procurados da ilha de São Miguel. Pelo caminho, recolheram flores, folhas, restos de troncos que estavam abandonados. Em sacos, trouxeram toda esta “natureza morta” para o o atelier da ceramista Maria Pedro Olaio, na Lagoa, ilha de São Miguel.
“Esta iniciativa surge no âmbito de um projeto elaborado pelos alunos do curso de Serviço Social [da Universidade dos Açores] que apresentaram uma candidatura a um programa europeu para as regiões ultraperiféricas e o projeto chama-se o We Be Nature. Está-se a trabalhar a questão da ‘Land Art’ e nesse...
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