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Diretor do Diário da Lagoa defende literacia mediática para travar perigos da Inteligência Artificial

Clife Botelho analisou a mensagem do Papa Leão XIV para o 60.º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Em entrevista à agência Igreja Açores, o responsável pelo jornal defende que a literacia mediática é a única solução contra a desinformação

Clife Botelho sublinha que a Inteligência Artificial já é uma realidade incontornável © ACÁCIO MATEUS
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O alerta do Papa Leão XIV sobre os perigos da Inteligência Artificial, lançado na mensagem para o 60.º Dia Mundial das Comunicações Sociais, reflete um receio global perante uma tecnologia que, embora inovadora, carece ainda de regulamentação e tem um impacto profundo no jornalismo e na vida quotidiana. A análise é de Clife Botelho, diretor do Diário da Lagoa, que em declarações à agência Igreja Açores sublinhou a urgência de reforçar a literacia mediática e preservar o humanismo na comunicação social. Para o diretor, a mensagem do Papa ecoa o “medo do desconhecido”, uma reação natural do ser humano perante algo que evolui de forma tão rápida e imprevisível, sublinhando que a voz do Pontífice é um alerta relevante não apenas para a comunidade católica, mas para toda a sociedade...

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