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Museus de Angra do Heroísmo e da Horta distinguidos

© SRECD

O Museu de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, e o Museu da Horta, na ilha do Faial, foram distinguidos na passada sexta-feira, 30 de maio, com os prémios da Associação Portuguesa de Museologia (APOM).

O Museu de Angra do Heroísmo recebeu o prémio da categoria “Incorporação”, com a “Sala Vergílio Schneider”, através do depósito de coleção, e uma menção honrosa na categoria “Parceira”, com o projeto “Minimaratona de leitura”.

Já o Museu da Horta recebeu uma menção honrosa na categoria “Salvaguarda, Conservação e Restauro”, pelo projeto “Roda do Leme – Do Mar ao Museu”.

De acordo com comunicado, para a secretária regional da Educação, Cultura e Desporto, Sofia Ribeiro, as distinções são “incentivos aos museus da região pelo trabalho desenvolvido e que poderão desenvolver”.

“Somos conhecidos pelo nosso potencial natural, mas constitui um desiderato para o Governo regional dos Açores a capacitação da cultura, e isso faz-se em parceria com os nossos museus”, referiu a governante na cerimónia de entrega dos prémios que decorreu na Alfândega do Porto.

Na ocasião, o diretor do Museu de Angra do Heroísmo, Jorge Paulus Bruno, foi distinguido com o prémio de mérito profissional na área de museologia.

Também a Vitec Azores TV foi distinguida com o prémio “trabalho jornalístico” e Vergílio Schneider recebeu a distinção de “colecionador”.

A APOM promove, desde 1997, a cerimónia de atribuição dos Prémios APOM, destinada a distinguir museus, projetos, profissionais e atividades desenvolvidas no setor.

Sofia Ribeiro quer “diminuir a burocratização nas escolas”

© GRA

A secretária regional da Educação, Cultura e Desporto, Sofia Ribeiro, anunciou esta terça-feira, 18 de março, que vai iniciar uma ronda de reuniões com cada conselho pedagógico das unidades orgânicas da região, para aferir “o grau de burocracia considerada desnecessária”.

De acordo com comunicado enviado às redações, a titular da pasta da Educação reconhece que “há, ainda, diversos procedimentos que podem ser agilizados e simplificados” nas dinâmicas de trabalho internas em cada escola.

A secretária regional diz que muitas dessas dinâmicas estão relacionadas com “práticas de há longa data”, sendo “consideradas como necessárias por indicação centralizada” não havendo, no entanto, “normativos que o definam”.

Para Sofia Ribeira é necessário “fazer-se um trabalho de proximidade com cada Unidade Orgânica”, para que se possa “aferir que procedimentos são percecionados como mais burocráticos e qual o nível da responsabilidade da sua definição” para que possam ser determinados “procedimentos mais eficazes”.

Para além da “simplificação de procedimentos de comunicação e coordenação com as Unidades Orgânicas”, a governante sublinha que já foram feitas “alterações legislativas ao Regime Jurídico de Criação, Autonomia e Gestão das Unidades Orgânicas e ao Regulamento de Gestão Administrativa e Pedagógica de Alunos”, para “diminuir a burocratização nas escolas”.