Log in

Festival Cordas apresenta uma centena de músicos na Madalena do Pico 

© MIRATECARTS

Oriundos das Américas, África, Ásia, vários países europeus, de norte a sul de Portugal, Madeira e várias ilhas dos Açores, uma centena de músicos sobem aos palcos da décima edição do Cordas World Music Festival, o festival Cordas, como é conhecido na ilha do Pico.

Por todo o concelho da Madalena do Pico há música, de 1 a 11 de outubro. Desde jardins, à sede da associação produtora do festival, MiratecArts Galeria Costa, do Museu do Vinho do Pico ao Cella Bar, e o epicentro do festival, na Biblioteca Auditório da Madalena.

“Estamos a planear 50 eventos públicos, além de um invejável programa educacional,” diz Terry Costa, o diretor artístico da MiratecArts e do festival Cordas. “Em parceria com a nossa Câmara Municipal da Madalena, o centro do festival é no edifício da Biblioteca Auditório da Madalena, com um dos maiores palcos da região, e onde todos os dias há música, além das exposições e a loja do festival. Também é aqui que vai acontecer a Academia Cordas”.  

A Academia Cordas é um novo programa para celebrar uma década de músicas do mundo com o festival Cordas. Escolas, grupos e indivíduos têm a oportunidade de requisitar uma hora ou duas com seu artista favorito. “Desde conversas a masterclass com instrumentos de corda únicos, ou mesmo com a nossa Viola da Terra, é uma oportunidade inigualável a qualquer outro festival,” admite Terry Costa, que também destaca o evento do Autocarro do Cordas, “onde durante uma tarde percorre as freguesias do concelho da Madalena.” 

Programas a comemorar o Dia Mundial da Música, Dia da Viola da Terra, 100 Anos de Carlos Paredes, 100 Anos da Guitarra Tenor, tocadores locais e músicos internacionais, lançamentos de álbuns, conferência e ainda surpresas de última hora, promete o diretor artístico.

Marcos Fernandez Trio no Teatro Faialense 

© IVO MIGUEL COSTA

O Teatro Faialense, na ilha do Faial, vai receber o concerto do Marcos Fernandez Trio, que explora a música do mundo latino, gypsy-jazz e ainda composições originais do galego Marcos Fernandez, que faz casa na ilha do Pico há vários anos, segundo nota enviada pela associação MiratecArts.

Acompanhado pelo contrabaixista Nuno Mendes e o guitarrista Bernardo Alves Macedo, o trio transporta a audiência por sons conhecidos de outras eras.  O projeto musical, que estreou este verão no “Música no Forte” nas Lajes do Pico, atravessa o canal para o seu primeiro concerto no Teatro Faialense, dia 30 de dezembro às 21h, lê-se.

Marcos Fernandez formou-se no Conservatório Superior de Vigo, nos anos 80, e na década seguinte obteve Licenciatura Superior em Música Contemporânea, no Ateneo Jazz de Madrid, Orquestração e Arranjos de Jazz Latino, no Instituto Superior de Arte em Cuba, e Mestrado em Gypsy Jazz, no Conservatório de Amsterdão.

A sua carreira profissional levou-o a palcos e estúdios com Plácido Domingo, Rafael Basurto Lara, César López, Suzanna Lubrano, entre outros. Como professor de música moderna liderou um estúdio escolar em Santiago de Compostela, no Ateneo Jazz de Madrid e foi diretor do Conservatório ESMAT, em Cabo Verde. Desde 2019 vive na ilha do Pico onde concilia o trabalho como professor e concertos ao vivo, explica o mesmo comunicado.

Para este projeto de trio, Marcos junta em palco Nuno Mendes, o músico, compositor, multi-instrumentista mais conhecido como Contrabaixista colaborador de vários projetos, e Bernardo Alves Macedo, o jovem picaroto que faz parte de mais grupos musicais na ilha, incluindo o Grupo das Chamarritas da Silveira, Grupo da Casa do Povo das Ribeiras, e Grupo Amigos das Tradições, lê-se ainda.

Dezenas de filmes e artistas ao vivo no festival AnimaPIX

© MIRATECARTS

No próximo fim de semana, 7 e 8 de dezembro, dá-se o encerramento de mais uma edição do festival de animação na ilha do Pico, AnimaPIX. Dezenas de filmes curtas, e ainda quatro longas, foram exibidos durante a semana em programas nas escolas e no epicentro do festival, a Biblioteca Auditório da Madalena, segundo nota enviada pela MiratecArts, entidade organizadora.

Ainda para o público em geral, esta sexta-feira, 6 de dezembro, às 10hhh, o teatro “Umana”, de Maria Simões, volta ao festival, “para fazer rir, pensar e festeja”r, no palco do Auditório da Madalena. Umana é uma viagem sobre a passagem do tempo, a solidão e as recordações. Um drama cómico sobre o envelhecimento e a vontade de eterna juventude, feminino, íntimo, alegre e festivo. “Convida-se o público para esta experiência, de clown teatral, aberta a idades dos 6 aos 106 anos”, lê-se.

Às 18hhh de sexta-feira, no centro da vila da Madalena, o artista Christophe Kerbourch apresenta artes circenses, enquanto o diretor artístico do festival, Terry Costa, divulga a nova ferramenta que acompanha as aventuras da Néveda, personagem que veio ao mundo em 2019. No sábado, o público é bem-vindo à MiratecArts Galeria Costa, pelas 10h30, para uma visita guiada à sede propriedade da associação MiratecArts, que produz o AnimaPIX, entre outros festivais na ilha montanha, refere a mesma nota.

No programa escolar, um desenrolar de contos da contadora Lucrécia Alves e as marionetas Vumteatro de Ricardo Ávila já surpreenderam centenas de crianças, assim como o teatro de fantoches “O Sonho da Néveda”, criado pela equipa da Biblioteca Municipal, liderados pela bibliotecária Fernanda Medeiros, escritora Berta Vieira Soeiro e a construtora dos fantoches Aldora Marcos, explica, ainda, a MiratecArts.

A artista plástica e pintora de vários murais na Madalena, Rocio Matosas, está de volta para construir um mini-teatro que vai ficar para futuros programas no festival. Livros e celebrações fazem parte do AnimaPIX, destacando nesta edição os cinco anos da Néveda, 50 de Hello Kitty e 500 de Camões. 

O festival AnimaPIX é um projeto MiratecArts com o apoio da Direção Regional da Cultura e da Câmara Municipal da Madalena.

MiratecArts apresenta planos para a décima edição do Festival Cordas

© MIRATECARTS

A nona edição do Festival Cordas terminou no passado domingo com uma viagem pela ilha montanha. Através do Roteiro dos Sorrisos de Pedra de Helena Amaral, a artista, o músico M-PEX, compositor do tema musical do projeto de esculturas, e o diretor artístico da MiratecArts, Terry Costa, visitaram vários locais onde encontram-se as obras de arte, criando momentos culturais improvisados, segundo nota de imprensa enviada pela MiratecArts.

Depois de proporcionar 43 eventos no concelho, incluindo o epicentro na Biblioteca Auditório da Madalena, a equipa prepara-se para a décima edição. Terry Costa divulgou, durante os últimos dias do festival, alguns dos planos para 2025, pode ler-se.

Os programas pedagógicos Cordas nas Escolas, Cordas para Bebés, Cordas no Museu, recitais e concertos no epicentro do festival, a Biblioteca Auditório da Madalena, e encontros clássicos na Igreja Matriz de Santa Maria Madalena, são alguns planos que se pretende continuar a desenvolver para o futuro.

Voltar à Gruta das Torres, continuar parceria com o Museu do Vinho do Pico, o Cella Bar Lounge e adicionar mais programação na MiratecArts Galeria Costa, também fazem parte dos planos. Uma nova secção, Música nos Jardins, que já tem como imagem promocional uma pintura de Carlos Farinha, está a ser planeada para estrear na décima edição, lê-se ainda, na mesma nota.

Música nos Jardins desafia as famílias do concelho da Madalena, as juntas de freguesia, e outras entidades públicas ou privadas, a proporem um jardim para acolher um músico, com um cordofone, num roteiro de concertos por espaços belos ao ar-livre. Da freguesia das Bandeiras a São Caetano, as propostas são bem vindas através dos vários canais da MiratecArts.

Outra seção nos planos para o décimo festival é a Academia Cordas Academy que incentiva os conservatórios de música, escolas municipais e turmas que se dedicam à arte musical, a organizarem visitas de estudo para participarem e explorarem a oferta de workshops e masterclasses providenciadas diariamente. 

Uma conferência focada na e para a indústria cultural musical, exposições alusivas à temática do festival e o “Autocarro do Cordas” são novidades a serem pensadas para a maior celebração de cordofones no nosso país, considera a associação.

“O Cordas é um festival especial,” admite Terry Costa, citado na mesma nota, “uma oferta cultural educativa que liga as tradições com o melhor que há hoje em dia no mundo dos cordofones. O Cordas é nosso e não há nenhum festival no mundo como este. É produzido na ilha do Pico, com a montanha mais alta de Portugal sendo o palco principal, e a criatividade das nossas gentes, o cabeça de cartaz.” 

Dia da Viola da Terra é celebrado em várias ilhas dos Açores

© D.R.

Este ano, as ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, São Jorge e Pico já apresentaram programação para celebrar o Dia da Viola da Terra, segundo nota de imprensa da associação MiratecArts.

Em Santa Maria, quarta-feira, é no Atlântida Cine Centro Cultural com uma exposição dedicada à viola, mesa redonda “A Viola da Terra, tradição e entidade”, subindo ainda ao palco os jovens marienses, Engengroaldenga, lê-se.

São Miguel, no dia 2, com a Associação de Juventude Viola da Terra, que leva a exposição “Violas dos Açores” ao Auditório Municipal da Povoação, aliada a um concerto musical que inclui Raquel Dutra, Duo Toadas e convidados. O programa continua, no dia 5, na ilha verde, com o concerto “2 Corações – A Viola que nos Une” no Teatro Ribeiragrandense, promovido pela Fundação INATEL. O músico Rafael Carvalho leva a viola por várias escolas da ilha e o construtor Hugo Raposo está com a sua oficina de portas abertas no centro de Ponta Delgada.

A ilha Terceira, através da Sons do Terreiro – Associação Cultural, celebra o dia com trabalho didático no Conservatório Regional de Angra do Heroísmo, estendendo o programa para o dia 4, com “Roda de Viola”, o encontro de tocadores de Viola, na sede do Grupo de Baile da Canção Regional. Ainda no dia 11, no Auditório António Dacosta, na Escola Tomás de Borba, acontece o concerto do duo mariense Engengroaldenga, explica a mesma nota.

O construtor Raimundo Leonardes participa na programação escolar na EBI do Topo, e a sua oficina, localizada nesta freguesia em São Jorge está de portas abertas a partir das 15h00 no dia 2 de outubro, para acolher os mais curiosos.

Na ilha do Pico, o Festival Cordas arranca a 1 de outubro, com convite a todos os tocadores de Viola da Terra participarem no evento de abertura, na Biblioteca Auditório da Madalena; dia 2 é dedicado a visitas às escolas por Marcos Fernandez e a Viola dos dois corações. No dia 5, o Auditório da Madalena acolhe a Viola Terceirense de Bruno Bettencourt, entre outras manifestações de celebração com a Viola da Terra, conclui o comunicado da MiratecArts.

Desde 2019 que se comemora o dia 2 de outubro como o Dia da Viola da Terra, tendo sido oficializado em 2023 por Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.

Festival Cordas chega a escolas da ilha do Pico com vários programas

© TERRY COSTA

Artistas e instrumentos representando nove países e várias regiões de Portugal, incluindo Madeira e Açores, fazem parte do programa da nona edição do Cordas World Music Festival, a acontecer no concelho da Madalena, ilha do Pico, de 1 a 13 de outubro, de acordo com nota de imprensa da MiratecArts.

O programa educativo é “bem compreensivo”, chegando a todos os níveis escolares com visitas a várias escolas da ilha montanha. Inclui ainda programa no Auditório da Madalena, durante a hora escolar, incentivando visitas ao epicentro do festival, lê-se, na mesma nota.

“É sempre fantástico levar artistas às escolas,” admite o diretor artístico, Terry Costa, citado na mesma nota, “mas, a verdadeira experiência, de entrar na maior sala do festival, e viver um belo momento no Festival Cordas, fica para sempre na mente de uma criança, de qualquer idade”, considera.

Camille Farge deixou a França e já faz da ilha das Flores a sua casa. Participa no Festival Cordas pela primeira vez trazendo as suas composições às crianças com o ukelele e a guitarra; Marcos Fernandez leva a viola dos dois corações às escolas no dia 2 de outubro, o Dia da Viola da Terra; Filipe José Silva oferece um programa intenso com o cavaquinho; e, de volta ao festival, Evandro Meneses e João da Ilha, preparam-se para entreter mais umas centenas de miúdos e graúdos com o seu trabalho. O documentário “Cordas” também está disponível para o ensino secundário, explica o comunicado.

Programação dedicada ao terceiro ciclo e secundário incentiva as escolas a inscreverem-se para visitar o festival nas manhãs de sexta-feira, destacando um grupo que inclui um jovem da ilha e um jovem açoriano que criou o seu próprio espetáculo para correr mundo. No dia 4, Marcos Fernandez Trio, e no dia 11 de Outubro, Evandro Meneses SOLO9VIOLA volta ao festival. No Museu do Vinho, de 8 a 10 de Outubro, Nuno Cintrão apresenta Canto aos Pássaros, para os mais pequenos. 

“Providenciamos experiências únicas para todas as idades,” adiciona Terry Costa, incentivando as escolas a inscreverem-se nos programas. “Há diversidade, histórias e culturas diferentes, e muitos cordofones para deliciarem e educarem as nossas gentes.” 

Pintura de Martim Cymbron no Museu do Vinho do Pico

© MIRATECARTS

No âmbito da décima segunda edição do festival internacional de artes, Azores Fringe, o pintor micaelense, Martim Cymbron, estreou o seu novo trabalho de pintura, “UVAS”, patente no Museu do Vinho do Pico, na Madalena, ilha do Pico, até 28 de julho, segundo nota de imprensa da MiratecArts.

Martim Cymbron estudou pintura na Holanda. Regressa aos Açores, abre um atelier de pintura onde trabalha e leciona atualmente. No seu currículo profissional conta com mais de 50 exposições individuais e coletivas entre Holanda, Lisboa, Nova Iorque, Mónaco e as 9 ilhas dos Açores.

Na abertura do evento Martim Cymbron anotou: “Estou feliz de conseguir avançar com mais um projeto de pintura com a MiratecArts. Aqui apresento várias castas de uvas no meu estilo de pintura, com base acrílica e as uvas a óleo, e que aqui fica, no Museu do Vinho, para o público apreciar durante os próximos meses”.

Segundo a MiratecArts, o estilo de pintura que o caracteriza é o surrealismo, contudo, o artista também pinta hiper-realismo e figurativo com a mesma emoção e talento. A sua obra está representada em vários locais onde se destaca: Presidência da República, Parlamento Europeu, Principado de Mónaco, Universidade dos Açores, Consulado Americano dos Açores, Tribunal de Contas entre outros.

No currículo de Martim Cymbron constam 5 prémios internacionais. Com MiratecArts, já participou em vários festivais, exposições, liderou workshops e o encontro Arte Viva; criou o Projeto Saudade, que desde 2017 percorre as várias ilhas dos Açores, encerrando este verão com a exposição na Galeria Municipal de Ponta Delgada.  

A exposição “UVAS” pode ser visitada no horário de funcionamento do Museu do Vinho do Pico – de terça a domingo, das 10h00 às 17h30. 

Projeto “Sorrisos de Pedra” de Helena Amaral faz nove anos com MiratecArts

© MIRATECARTS

O projeto “Sorrisos de Pedra”, desenvolvido pela artista Helena Amaral, em parceria com a associação MiratecArts, no Pico, comemorou ontem nove anos de existência. Além de um roteiro de esculturas de bombas de lava, o “Sorrisos de Pedra” inclui ainda uma exposição itinerante.

Segundo nota da MiratecArts, “a 28 de abril de 2015, Helena Amaral confirmou que o seu novo projeto artístico ia dar pelo nome Sorrisos de Pedra. Desde esse dia, a artista nunca mais parou, com o apoio e promoção da MiratecArts, de procurar as bombas de lava pelos pequenos ‘cabeços’ da ilha do Pico e virar arte”.

“A marcar os nove anos do projeto, mais uma escultura única é colocada no centro da vila da Madalena. O Roteiro dos Sorrisos de Pedra de Helena Amaral dá a volta à ilha do Pico com mais de 250 esculturas para todos apreciarem”, segundo o comunicado da MiratecArts.

Além do Roteiro, uma exposição itinerante foi construída e já chegou a vários locais de sete das nove ilhas dos Açores, e ainda ao Porto, acompanhada por uma coleção de fotografias por Pedro Silva. Em 2022, o livro dedicado ao projeto foi publicado. As esculturas também já chegaram a coleções privadas de uma dúzia de países.  

“Nove anos passaram depressa mas o trabalho foi-se fazendo regularmente. O que está mais presente para dar início é a Galeria dos Sorrisos na propriedade da MiratecArts e desejo preencher ou acrescentar mais uns Sorrisos em locais da ilha. É uma homenagem à ilha que escolhi viver e também à nossa bela montanha do Pico, quero a ilha toda a sorrir” disse a artista Helena Amaral, citada na mesma nota.

“Desde 2015 celebramos o dia internacional do sorriso, criado em 1963 por Harvey Ball, artista americano, criador da imagem do smiley, com o aniversário deste projeto único na ilha montanha, Sorrisos de Pedra de Helena Amaral”, conclui o comunicado.