
Beatriz Moreira da Silva
Popular d’censura e repreensão,
d’sonhos de insígnias por lembrança;
Palavras de frustração, dor e ilusão;
para quem nunca pediu permissão.
D’solução haveria um caderninho,
para espremerem a podre língua d’tanta frustração;
Algo por dizer não exige silêncio,
de liberdade não se fazem recados mal denunciados.
D’incapacidade de equilibrar malogro,
calai-vos ou recorram ao caderninho esponjoso;
Abortem-se nas próprias palavras,
que d’revés outrora vos salve abraço caloroso.
Ainda há recados para dar?
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