Proximidade é crucial para uma intervenção eficaz na área das dependências

A Diretora Regional de Prevenção e Combate às Dependências defendeu os princípios da territorialidade e da proximidade para uma intervenção eficaz na área das dependências.

“A identificação dos problemas e as respostas mais adequadas dependem do conhecimento da realidade específica de cada localidade, que vão desde as potencialidades do meio, aos recursos disponíveis”, sustentou Suzete Frias, que participava numa aula destinada a alunos da Escola Superior de Saúde, da Universidade dos Açores.

Para a Diretora Regional as medidas adotadas no âmbito da prevenção de comportamentos aditivos, devem ter por base a acessibilidade física ou geográfica a todos os elementos da comunidade, existindo localidades que pelo seu isolamento merecem abordagens dirigidas.

Do modelo de intervenção delineado pelo Governo Regional, constam ainda os princípios do humanismo, da centralidade no cidadão, da intervenção integrada e da qualidade e inovação.

Segundo Suzete Frias, o diagnóstico é um ponto de partida para a intervenção que, no entanto, não esgota as necessidades do indivíduo inserido num meio.

Na ocasião, Suzete Frias defendeu a adoção de referenciais técnicos e científicos de modo a garantir uma melhoria contínua das respostas nos vários tipos de intervenção e da qualidade clínica e organizacional das instituições.

DL/Gacs

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