Pedro Nascimento Cabral realça “espírito de diálogo” quanto às festas do Senhor Santo Cristo

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O presidente da câmara municipal de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, destaca o “espírito de diálogo” com o reitor do Santuário e com o provedor da Irmandade das Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres.

O autarca, que falava ontem à tarde na sessão ordinária da Assembleia Municipal, anunciou que “conseguimos chegar a entendimento para que as festas fossem ao encontro daquilo que os fiéis entendem que esta festividade religiosa deve ser”.

De acordo com nota de imprensa enviada pela autarquia de Ponta Delgada às redações, as festas vão realizar-se com iluminação no Campo de São Francisco e animação musical, assegurada pelo Coral de São José, pelo Conservatório Regional de Ponta Delgada e por bandas filarmónicas.

A Irmandade vai licenciar três restaurantes na Avenida Dinis Moreira da Mota (paralela à Avenida Kopke).

Da parte da câmara municipal de Ponta Delgada, o presidente assegurou que esta “vai fazer tudo o que tem feito nos últimos anos”.

Para além do apoio logístico, está previsto atribuir à Irmandade do Senhor Santo Cristo dos Milagres uma comparticipação financeira no montante de 45 mil euros, sendo que a autarquia também concede à Irmandade o direito sobre o Campo de São Francisco, área tradicional das Festas, que corresponde, habitualmente, a uma estimativa de proveitos na ordem dos 45 mil euros a favor desta.

Em termos de licenciamento, até 8 de maio de 2022, encontra-se aberto o período de entrega de requerimentos para ocupação de espaço público destinado ao exercício de atividade de comércio a retalho ou restauração e bebidas não sedentária na Avenida Infante Dom Henrique e Largo Manuel Carreiro, durante a Festa do Senhor Santo Cristo dos Milagres que decorrerá de 20 a 28 de maio de 2022.

Segundo a autarquia, Pedro Nascimento Cabral tem enfatizado que as festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres “apresentam-se como o maior e mais importante acontecimento sócio religioso da cidade de Ponta Delgada e da própria Região Autónoma dos Açores e o segundo maior acontecimento religioso do país, com significativo envolvimento das comunidades, incluindo a diáspora”.

DL

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