PDLJazz arranca esta noite no Teatro Micaelense

© D. R.

O PDLJazz – Festival Internacional de Jazz de Ponta Delgada regressa ao Teatro Micaelense entre hoje e o próximo domingo.  Nesta segunda edição do festival, em que se mantém a ambição de firmar a presença do jazz na agenda da cidade e da ilha, o cartaz apresenta os concertos de Vânia Dilac & The Soulmates, de Elisa Rodrigues e de Sarah McKenzie.

Na noite desta sexta-feira, Vânia Dilac & The Soulmates trazem ao palco, em recortes

intimistas, as influências do blues, soul, gospel e jazz, onde sempre vão buscar a sua inspiração.

Vânia Dilac nasceu em Moçambique, filha de pai açoriano e de mãe africana. Aos três anos encontrou nos Açores a paixão pela música, onde pôde fundir todas as suas raízes, conferindo-lhe um canto cheio do calor e misticidade das terras que lhe deram origem.

Em palcos do mundo (Açores, Portugal, Estados Unidos, Canadá ou Espanha) e com os Soulmates, tem conquistado o coração de quem a ouve e vive a partilha que só a música proporciona. O concerto integra também a programação da temporada cultural 2022, da direção regional dos Assuntos Culturais.

No sábado, dia 25, Elisa Rodrigues estreia-se no palco do Teatro Micaelense com o seu último disco, “As blue as red” (2018), no qual arrisca a composição de grande parte dos temas. “Amor Perfeito” é o mais recente single e assinala o regresso às canções depois de, em 2020, ter chegado à final do festival da canção com “Não voltes mais”, música da sua autoria, cuja interpretação também defendeu.

O PDLJazz encerra no domingo com a cantora, pianista e compositora australiana Sarah McKenzie a liderar um quinteto muito especial que inclui duas estrelas da música brasileira: o guitarrista Romero Lubambo e o violoncelista Jaques Morelenbaum. Presença habitual ao lado dos compositores mais influentes da música popular brasileira, Lubambo e Morelenbaum são artistas criativos e não convencionais, que cruzam jazz, samba e tradição clássica com absoluta facilidade. O quinteto conta ainda com Geoff Gascoyne, no contrabaixo e Rafael Barata, na bateria.

Categorias: Cultura

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