{"id":16255,"date":"2015-06-05T01:01:59","date_gmt":"2015-06-05T01:01:59","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodalagoa.pt\/?p=16255"},"modified":"2025-09-27T21:46:13","modified_gmt":"2025-09-27T21:46:13","slug":"a-ligacao-da-lagoa-ao-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/","title":{"rendered":"A liga\u00e7\u00e3o da Lagoa ao mar"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-5154\" src=\"http:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/Samdro-Monteiro-opiniao-cronicas-antigamente.jpg\" alt=\"Sandra-Monteiro-opiniao-cronicas-antigamente\" width=\"720\" height=\"378\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, Portugal era ent\u00e3o governado oligarquicamente por uma classe de burgueses ricos, ligados ao grande com\u00e9rcio, \u00e0 propriedade fundi\u00e1ria e \u00e0 banca que apoiava a monarquia e a Igreja como s\u00edmbolos de ordem e da conserva\u00e7\u00e3o dos seus privil\u00e9gios e lucros. O pa\u00eds era essencialmente rural, maioritariamente analfabeto e com uma economia dependente do exterior, em mat\u00e9ria de abastecimentos alimentares, como os cereais e de recursos energ\u00e9ticos, como o carv\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Os A\u00e7ores, localizados no meio do Atl\u00e2ntico, n\u00e3o ficaram indiferentes \u00e0 conjuntura nacional e internacional e os problemas da regi\u00e3o eram semelhantes \u00e0s demais zonas do pa\u00eds. O arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores, pela sua localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica privilegiada no Atl\u00e2ntico Norte, determinado pelas condi\u00e7\u00f5es da natureza, do regime dos ventos e das correntes, bem como pelo seu car\u00e1ter de navega\u00e7\u00e3o, transformou as ilhas em escala quase indispens\u00e1vel das rotas de todas as \u00e9pocas. A atividade comercial no arquip\u00e9lago teve um peso pouco significativo na sua vida econ\u00f3mica. Em 1911, cerca de 4% da popula\u00e7\u00e3o ativa ocupava-se no com\u00e9rcio e, de acordo com os dados recolhidos nos Censos em 1930, chegava apenas aos 5%. Antes da Primeira Guerra Mundial, as principais exporta\u00e7\u00f5es para Portugal Continental eram o milho, o gado bovino, os lactic\u00ednios, o anan\u00e1s e o \u00e1lcool desnaturado. Durante o per\u00edodo da guerra, foram escoados produtos, at\u00e9 ent\u00e3o proibidos, devido \u00e0 falta de alguns g\u00e9neros em Portugal Continental e \u00e0 subida de pre\u00e7os. O maior problema surgiu na explora\u00e7\u00e3o do milho j\u00e1 que a \u00e1rea semeada foi reduzida e com os entraves \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, aumentou o a\u00e7ambarcamento e o contrabando.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O Concelho da Lagoa tendo liga\u00e7\u00e3o ao mar s\u00e3o v\u00e1rios os exemplos do com\u00e9rcio e das rela\u00e7\u00f5es comerciais no arquip\u00e9lago, com o arquip\u00e9lago da Madeira, com Portugal Continental e com pa\u00edses estrangeiros das duas margens do Atl\u00e2ntico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Eram v\u00e1rios os produtos sa\u00eddos do concelho, como: batatas, beterraba, chic\u00f3ria, \u00e1lcool, aguardente, vinho e seus derivados, cereais, legumes verdes e secos, ovos, aves e animais, peixe fresco e salgado, frutas, banha de porco, chouri\u00e7a, torresmos, carne esquartejada, linhas, madeira, barro e cal. Em rela\u00e7\u00e3o ao com\u00e9rcio interno, n\u00e3o existem grandes estudos que permitam avaliar o volume de trocas existentes na regi\u00e3o. Alguns dos produtos que eram vendidos localmente eram ovos, queijos, ananases, cebolas, trigo, animais vivos ou limpos. Os vendedores ambulantes transacionavam peixe fresco e salgado, fazendas, rendas, loi\u00e7a branca ou em barro, galinhas e ovos, trempes, peneiras, grelhas e ferragens de pequena import\u00e2ncia, de confeitos e am\u00eandoas, bem como farinha de trigo ou de milho.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Um grande benef\u00edcio era a exist\u00eancia do Porto dos Carneiros, pois v\u00e1rias vezes dele partiam produtos locais ou vindos da Ribeira Grande. A prop\u00f3sito de obras do cais do referido porto, surgiu uma discuss\u00e3o, na Junta Geral, onde foi apresentado o argumento de que por tal motivo se exportava tudo por terra, porque o mar havia levado as escadas e quase todo o lajeamento e cantarias da sua constru\u00e7\u00e3o e as restantes continuavam a ser arrombadas por quem dela precisava. As obras de recupera\u00e7\u00e3o daquele espa\u00e7o eram necess\u00e1rias para evitar que os povos da vila fossem obrigados a fazer as suas exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es todas por terra, com grande aumento de despesas, que poderiam ser evitadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O com\u00e9rcio, embora n\u00e3o fosse a principal atividade econ\u00f3mica que ocupava a m\u00e3o-de-obra lagoense, permitia uma rela\u00e7\u00e3o com outros espa\u00e7os econ\u00f3micos, zonas de abastecimento, locais de escoamento e \u00e1reas comerciais \u00e0 escala mundial.<\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"color: #000000;\">Sandra Monteiro<\/span><\/em><br \/>\n<em><span style=\"color: #000000;\"> CHAM \u2013 FCSH\/NOVA-UAc<\/span><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, Portugal era ent\u00e3o governado oligarquicamente por uma classe de burgueses ricos, ligados ao grande com\u00e9rcio, \u00e0 propriedade fundi\u00e1ria e \u00e0 banca que apoiava a monarquia e a Igreja como s\u00edmbolos de ordem e da conserva\u00e7\u00e3o dos seus privil\u00e9gios e lucros. O pa\u00eds era essencialmente rural, maioritariamente analfabeto e com uma [&hellip;]<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":110252,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[11],"tags":[],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.10 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A liga\u00e7\u00e3o da Lagoa ao mar - Di\u00e1rio da Lagoa<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"fr_FR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A liga\u00e7\u00e3o da Lagoa ao mar - Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, Portugal era ent\u00e3o governado oligarquicamente por uma classe de burgueses ricos, ligados ao grande com\u00e9rcio, \u00e0 propriedade fundi\u00e1ria e \u00e0 banca que apoiava a monarquia e a Igreja como s\u00edmbolos de ordem e da conserva\u00e7\u00e3o dos seus privil\u00e9gios e lucros. O pa\u00eds era essencialmente rural, maioritariamente analfabeto e com uma [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2015-06-05T01:01:59+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2025-09-27T21:46:13+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/samdro-monteiro-opiniao-cronicas-antigamente.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"378\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"\u00c9crit par\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Dur\u00e9e de lecture estim\u00e9e\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"3 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/\",\"url\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/\",\"name\":\"A liga\u00e7\u00e3o da Lagoa ao mar - Di\u00e1rio da Lagoa\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#website\"},\"datePublished\":\"2015-06-05T01:01:59+00:00\",\"dateModified\":\"2025-09-27T21:46:13+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#\/schema\/person\/1615a002370e8857b6f972834bc43ece\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"fr-FR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A liga\u00e7\u00e3o da Lagoa ao mar\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#website\",\"url\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/\",\"name\":\"Di\u00e1rio da Lagoa\",\"description\":\"Di\u00e1rio da Lagoa. As not\u00edcias que contam. A partir da Lagoa, nos A\u00e7ores, para o mundo.\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"fr-FR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#\/schema\/person\/1615a002370e8857b6f972834bc43ece\",\"name\":\"Di\u00e1rio da Lagoa\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"fr-FR\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2cb5cef90a26f8fbd4d9d930608102c5?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2cb5cef90a26f8fbd4d9d930608102c5?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Di\u00e1rio da Lagoa\"},\"url\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/author\/diariodalagoa\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A liga\u00e7\u00e3o da Lagoa ao mar - Di\u00e1rio da Lagoa","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/","og_locale":"fr_FR","og_type":"article","og_title":"A liga\u00e7\u00e3o da Lagoa ao mar - Di\u00e1rio da Lagoa","og_description":"No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, Portugal era ent\u00e3o governado oligarquicamente por uma classe de burgueses ricos, ligados ao grande com\u00e9rcio, \u00e0 propriedade fundi\u00e1ria e \u00e0 banca que apoiava a monarquia e a Igreja como s\u00edmbolos de ordem e da conserva\u00e7\u00e3o dos seus privil\u00e9gios e lucros. O pa\u00eds era essencialmente rural, maioritariamente analfabeto e com uma [&hellip;]","og_url":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/","og_site_name":"Di\u00e1rio da Lagoa","article_published_time":"2015-06-05T01:01:59+00:00","article_modified_time":"2025-09-27T21:46:13+00:00","og_image":[{"width":720,"height":378,"url":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/samdro-monteiro-opiniao-cronicas-antigamente.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Di\u00e1rio da Lagoa","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"\u00c9crit par":"Di\u00e1rio da Lagoa","Dur\u00e9e de lecture estim\u00e9e":"3 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/","url":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/","name":"A liga\u00e7\u00e3o da Lagoa ao mar - Di\u00e1rio da Lagoa","isPartOf":{"@id":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#website"},"datePublished":"2015-06-05T01:01:59+00:00","dateModified":"2025-09-27T21:46:13+00:00","author":{"@id":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#\/schema\/person\/1615a002370e8857b6f972834bc43ece"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/#breadcrumb"},"inLanguage":"fr-FR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/diariodalagoa.pt\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/a-ligacao-da-lagoa-ao-mar\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A liga\u00e7\u00e3o da Lagoa ao mar"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#website","url":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/","name":"Di\u00e1rio da Lagoa","description":"Di\u00e1rio da Lagoa. As not\u00edcias que contam. A partir da Lagoa, nos A\u00e7ores, para o mundo.","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"fr-FR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#\/schema\/person\/1615a002370e8857b6f972834bc43ece","name":"Di\u00e1rio da Lagoa","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"fr-FR","@id":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2cb5cef90a26f8fbd4d9d930608102c5?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2cb5cef90a26f8fbd4d9d930608102c5?s=96&d=mm&r=g","caption":"Di\u00e1rio da Lagoa"},"url":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/author\/diariodalagoa\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16255"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16255"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16255\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":126436,"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16255\/revisions\/126436"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/media\/110252"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16255"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16255"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16255"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}