{"id":132676,"date":"2024-04-20T16:31:54","date_gmt":"2024-04-20T16:31:54","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/?p=132676"},"modified":"2025-09-28T00:33:02","modified_gmt":"2025-09-28T00:33:02","slug":"ate-as-praias-de-agua-dalto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/ate-as-praias-de-agua-dalto\/","title":{"rendered":"At\u00e9 \u00e0s praias de \u00c1gua d\u00b4Alto"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/praia-de-agua-d-alto.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-132680\" width=\"830\" height=\"511\" srcset=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/praia-de-agua-d-alto.jpg 754w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/praia-de-agua-d-alto-300x185.jpg 300w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/praia-de-agua-d-alto-18x12.jpg 18w\" sizes=\"(max-width: 830px) 100vw, 830px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\">\u00a9 D.R.<\/mark><\/sup><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n<p>1- Para encerrar esta s\u00e9rie de descri\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas sobre o concelho da Lagoa, \u00e9 \u00fatil avan\u00e7armos para a faixa oriental do territ\u00f3rio costeiro. No \u00faltimo texto fic\u00e1mos no porto da Caloura onde existe um pared\u00e3o rochoso, acinzentado, duma rocha vulc\u00e2nica, rica em s\u00edlica, denominada traquito. O traquito ali existente corresponde a uma extensa, espessa e viscosa escoada de lava\u00a0 que se gerou\u00a0 na vertente sudoeste da Serra de \u00c1gua de Pau e prosseguiu em direc\u00e7\u00e3o ao oceano. H\u00e1 amostras rochosas que permitem atribuir-lhe uma idade na ordem dos 60 a 65 mil anos.\u00a0<\/p>\n<p>2 &#8211; Ap\u00f3s o traquito do porto de Caloura, em direc\u00e7\u00e3o a nascente, numa ba\u00eda bem reentrante, existe uma curiosidade geol\u00f3gica, ou seja, a zona costeira est\u00e1 pejada de fil\u00f5es verticais de traquitos e de basaltos, muito paralelos uns com os outros, desenhando uma paisagem invulgar e bela. Essas excep\u00e7\u00f5es da Natureza permitem que ali se mantenha um habitat submarino favor\u00e1vel ao desenvolvimento de ovos de peixes e de crust\u00e1ceos. As algas verdes, comest\u00edveis, recheiam todo o ambiente. Enfim, um recanto a visitar e a proteger.<\/p>\n<p>Por terra chegasse ao local por uma estradinha do in\u00edcio da curva do Pis\u00e3o. Na propriedade\u00a0 existe uma velha casa onde instalei 2 t\u00e9cnicos da geotermia durante 2 anos. Deliciaram-se, especialmente com a ribeirinha permanente que torna a zona buc\u00f3lica e atraente.<\/p>\n<p>3 &#8211; Continuando-se para nascente, entra-se numa zona de pontas rochosas, com bons pesqueiros. Do lado de terra ficam altos taludes de pedra-pomes amarelada que alternam\u00a0 com forma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas acastanhadas &#8211; os paleossolos. Estes s\u00e3o terra ar\u00e1vel, onde se fixaram plantas e que correspondem a per\u00edodos de repouso vulc\u00e2nico. Os paleossolos cont\u00eam restos de plantas incarbonizadas pela pedra-pomes que lhe \u00e9 superior. Desse modo, atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas de radiocarbono-14, consegue-se datar as idades das erup\u00e7\u00f5es, a sua cad\u00eancia ao longo do tempo e iniciar estudos de previsibilidade vulc\u00e2nica.<\/p>\n<p>4 &#8211; Nessa zona ainda se situa uma particularidade no tro\u00e7o norte , onde h\u00e1 poucos anos se construiu um merend\u00e1rio, ou seja, nos vales de antigas ribeiras aflora uma rocha vulc\u00e2nica denominada ignimbrito; os canteiros antigos tiveram a sabedoria de a distinguir de outras e chamaram-lhe &#8220;pedra da Vila Franca&#8221; ou, simplesmente, &#8220;pedra-da-vila &#8220;.\u00a0<\/p>\n<p>Trata-se de uma rocha macia, portanto f\u00e1cil de trabalhar. N\u00e3o \u00e9 densa e &#8220;bruta&#8221; como o basalto nem se esfarela como o traquito. Cientificamente \u00e9 uma rocha que se situa entre as lavas e os piroclastos (como os cascalhos ou bagacinas). Tem aspecto de um tufo mas o que mais evidencia \u00e9 a presen\u00e7a de vidros vulc\u00e2nicos com a forma de &#8220;olhos chineses&#8221;, estirados no sentido do fluxo de escoamento. Essas estruturas de fluxo d\u00e3o a essa rocha um aspecto de brecha onde o corte e o gosto do canteiro s\u00e3o essenciais.\u00a0<\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"720\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/amostra-de-ignimbrito.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-132677\" srcset=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/amostra-de-ignimbrito.jpg 960w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/amostra-de-ignimbrito-300x225.jpg 300w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/amostra-de-ignimbrito-768x576.jpg 768w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/amostra-de-ignimbrito-16x12.jpg 16w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup>Ignimbrito com fiamme v\u00edtreos anegrados, figuras de fluxo descendente. No hall de entrada do Lar Lu\u00eds Soares de Sousa <mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\">\u00a9 LU\u00cdS MIGUEL ALMEIDA\/ OVGA<\/mark><\/sup><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<p>As casas ricas de S\u00e3o Miguel e as igrejas principais utilizaram pedra-da-vila para o seu embelezamento quer exterior quer interior. A pedra era arrancada nas encostas da Lagoa, de \u00c1gua d&#8217;Alto e de Vila Franca do Campo, em grandes blocos, escolhidos a preceito, transportada em carros de bois e aparelhada no local da obra (fachadas, escadarias, janelas, chamin\u00e9s de estilo, fornos, etc). A igreja Matriz de Vila Franca \u00e9 um dos belos exemplos de arquitectura em ignimbrito. Na igreja , do lado sul, a marca de uma bomba esf\u00e9rica do bombardeamento franc\u00eas na batalha naval da Vila Franca, h\u00e1 300 anos, demonstra a &#8220;do\u00e7ura&#8221; e maleabilidade do ignimbrito.<\/p>\n<p>5 &#8211; Prosseguindo para leste, alcan\u00e7a-se um areal diferente dos anteriores, ou seja, o areal pequeno de \u00c1gua d&#8217;Alto. O elemento arenoso \u00e9 de pequenos gr\u00e3os de pedra-pomes, amarelada , misturada com veios de areia do tipo bas\u00e1ltico, gomosas. O areal amarelado\u00a0 \u00e9 bem diferente do areal da Caloura, este bem anegrado e de gr\u00e3os mais grosseiros.<\/p>\n<p>6 &#8211; Ap\u00f3s a praia pequena, ultrapassado um promont\u00f3rio de traquito alterado, surge a praia grande de \u00c1gua d&#8217; Alto, bem constitu\u00edda ap\u00f3s a primavera e bem erodida nos fins do outono. \u00c9 uma praia de fortes correntes em Agosto (as &#8220;lavadias de Agosto&#8221;) e de talude abrupto ap\u00f3s a cota -3m. Por isso \u00e9 uma praia de cautelas. Mas \u00e9 uma praia microclim\u00e1tica nos meses mais quentes e mais frios. A pedra-pomes rolada, de diversos tamanhos, \u00e9 muito procurada como material desgastante em tratamentos de p\u00e9s (calos). H\u00e1 muitos anos a areia era usada nas limpezas de cozinha, sendo ensacada e vendida. Os detergentes acabaram com o neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Foi da praia de \u00c1gua d&#8217; Alto que fui buscar algumas toneladas de areia pom\u00edtica para executar as estacas de areia das funda\u00e7\u00f5es (que l\u00e1 est\u00e3o) do hotel Lagoa das Furnas, do Dr. Augusto Athayde, \u00e0 beira da lagoa, em 1973\/74. A revolu\u00e7\u00e3o de Abril determinou a fal\u00eancia do investimento, uma not\u00e1vel obra de engenharia da empresa Teixeira Duarte.<\/p>\n<p>7 &#8211; A praia de \u00c1gua d&#8217;Alto, a nascente , termina num volumoso dep\u00f3sito sedimentar, muito heterog\u00e9neo (desde argilas a enormes blocos de traquitos). Tal forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica corresponde ao transporte de chuvas diluvianas, desde h\u00e1 cerca de 4 mil anos.<\/p>\n<p>Ali se localiza o denominado hotel dos franceses, presentemente integrado na rede de hot\u00e9is Pestana. Depois da ribeira entra-se numa complexa \u00e1rea geol\u00f3gica onde se real\u00e7a a exist\u00eancia de numerosas sa\u00eddas gasosas. \u00c9 estonteante nadar nessas desgasifica\u00e7\u00f5es. E em dias de &#8220;mar como mel&#8221; o borbulhar do oceano costeiro \u00e9 um espect\u00e1culo quase transcendente.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na edi\u00e7\u00e3o deste m\u00eas, Victor Hugo Forjaz faz a descri\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica que &#8220;corresponde ao transporte de chuvas diluvianas, desde h\u00e1 cerca de 4 mil anos.&#8221;<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":132680,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[11],"tags":[45,63,431],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.10 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>At\u00e9 \u00e0s praias de \u00c1gua d\u00b4Alto - Di\u00e1rio da Lagoa<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Na edi\u00e7\u00e3o deste m\u00eas, Victor Hugo Forjaz faz a descri\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica que &quot;corresponde ao transporte de chuvas diluvianas, desde h\u00e1 cerca de 4 mil anos.&quot;\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/ate-as-praias-de-agua-dalto\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"fr_FR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"At\u00e9 \u00e0s praias de \u00c1gua d\u00b4Alto - Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Na edi\u00e7\u00e3o deste m\u00eas, Victor Hugo Forjaz faz a descri\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica que &quot;corresponde ao transporte de chuvas diluvianas, desde h\u00e1 cerca de 4 mil anos.&quot;\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/fr\/ate-as-praias-de-agua-dalto\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2024-04-20T16:31:54+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2025-09-28T00:33:02+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/praia-de-agua-d-alto.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"754\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"464\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"\u00c9crit par\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Dur\u00e9e de lecture estim\u00e9e\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/ate-as-praias-de-agua-dalto\/\",\"url\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/ate-as-praias-de-agua-dalto\/\",\"name\":\"At\u00e9 \u00e0s praias de \u00c1gua d\u00b4Alto - Di\u00e1rio da Lagoa\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#website\"},\"datePublished\":\"2024-04-20T16:31:54+00:00\",\"dateModified\":\"2025-09-28T00:33:02+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#\/schema\/person\/1615a002370e8857b6f972834bc43ece\"},\"description\":\"Na edi\u00e7\u00e3o deste m\u00eas, Victor Hugo Forjaz faz a descri\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica que \\\"corresponde ao transporte de chuvas diluvianas, desde h\u00e1 cerca de 4 mil anos.\\\"\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/ate-as-praias-de-agua-dalto\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"fr-FR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/ate-as-praias-de-agua-dalto\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/ate-as-praias-de-agua-dalto\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"At\u00e9 \u00e0s praias de \u00c1gua d\u00b4Alto\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#website\",\"url\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/\",\"name\":\"Di\u00e1rio da Lagoa\",\"description\":\"Di\u00e1rio da Lagoa. 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