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Governo regional e Conselho de Ilha alinham futuro do Hospital do Divino Espírito Santo

Executivo propõe reorganização profunda no atual perímetro do hospital, aproveitando as estruturas modulares para garantir a continuidade dos cuidados de saúde em São Miguel

© MIGUEL MACHADO

O presidente do Governo regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, reuniu-se esta segunda-feira, 9 de fevereiro, no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, com a Mesa do Conselho de Ilha de São Miguel para discutir o plano de recuperação e modernização do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES). O encontro, que contou com a presença da secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, serviu para apresentar as linhas mestras de uma solução que passa pela reorganização do atual perímetro hospitalar, em vez de uma construção de raiz noutro local.

Segundo a nota de imprensa enviada pela Presidência do Governo, o líder do executivo sublinhou que a estratégia passa por “tirar partido da capacidade já instalada”, integrando a atual estrutura modular, implementada após o incêndio de maio de 2024, numa resposta hospitalar mais robusta. José Manuel Bolieiro defendeu uma intervenção concentrada e profunda, afirmando que “o objetivo é garantir que São Miguel disponha de uma resposta hospitalar moderna, funcional e preparada para o futuro, aprendendo também com a experiência recente”.

De acordo com os trabalhos técnicos em curso, o futuro hospital terá um reforço expressivo na componente ambulatória, seguindo os modelos assistenciais mais atuais. Os planos funcionais preveem igualmente o alargamento de áreas críticas como a cirurgia, o internamento, a urgência e os cuidados intensivos. O governante sublinhou que a estrutura modular continuará a ter um papel relevante durante as fases de intervenção, funcionando como suporte à atividade assistencial, pois “é fundamental assegurar estabilidade no serviço prestado à população enquanto se constrói uma solução duradoura”.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Ilha de São Miguel, Jorge Rita, considerou que o processo deve ser conduzido com prudência. O representante defendeu uma abordagem faseada e financeiramente sustentável, sublinhando a importância de reforçar, em paralelo, a rede de cuidados de saúde primários na ilha. O projeto final para o HDES será oportunamente apreciado em Conselho do Governo, não existindo ainda um calendário fechado para a sua apresentação pública.

Mónica Seidi recebe novos médicos internos e destaca medidas de fixação no SRS

Entre as novidades, a governante destacou a adesão de 85% à dedicação plena e o preenchimento de novas vagas de especialidade em 2026

© SRSSS

A secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, presidiu na passada sexta-feira, 23 de janeiro, em Ponta Delgada, à cerimónia de receção dos novos médicos internos. O momento assinala o início de uma nova etapa formativa no Serviço Regional de Saúde (SRS) e reafirma o compromisso do Governo regional dos Açores com a valorização da carreira médica.

De acordo com nota de imprensa enviada às redações, a secretária regional dirigiu-se aos jovens profissionais, sublinhando a importância do seu papel no arquipélago. “Sintam-se parte integrante do SRS e do nosso sistema de saúde, porque efetivamente precisamos de todos vós”, afirmou a governante, destacando o esforço para tornar a região mais competitiva através da modernização tecnológica e novos equipamentos.

Mónica Seidi deixou também um apelo ético aos presentes, pedindo que “nunca descurem o lado mais humanista da carreira médica, que é sem dúvida o mais nobre desta profissão”. Para a governante, a humanização e a inovação devem caminhar juntas para garantir a qualidade dos cuidados prestados aos açorianos.

A governante enumerou ainda medidas da coligação PSD/CDS-PP/PPM, como o suplemento de 200 euros mensais para orientadores de formação. Destacou também o regime de dedicação plena, que conta com 85% de adesão dos médicos elegíveis. Segundo a secretária, estes números demonstram a “atratividade e eficácia da medida” no contexto regional.

No plano contratual, foi realçado o Acordo de Contrato de Trabalho de 2025, que introduziu melhorias no regime de férias e na proteção à maternidade. Mónica Seidi sublinhou ainda que, em 2026, a região conseguiu preencher vagas em especialidades como Pediatria, Medicina Física e de Reabilitação, na Terceira, e Medicina de Urgência, em Ponta Delgada.

A cerimónia reflete, segundo a governante, a aposta contínua na formação, fixação e valorização dos profissionais de saúde. Estes são, para o Executivo, os pilares “essenciais para a sustentabilidade e qualidade do SRS”.

Reforçado alojamento para doentes deslocados em Lisboa

Assinatura de novo protocolo garante mais dois apartamentos na capital, incluindo uma unidade adaptada a pessoas com mobilidade reduzida

© SRSSS

O Governo regional dos Açores procedeu ao reforço da capacidade de alojamento do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD) na cidade de Lisboa, através da assinatura de um novo protocolo que garante a integração de mais dois apartamentos na rede de apoio. O reforço inclui uma unidade de tipologia T2 e um apartamento T1 especificamente adaptado a utentes com mobilidade reduzida, respondendo a uma necessidade identificada pela equipa técnica do serviço perante o fluxo crescente de açorianos que viajam para o continente por motivos de saúde.

Em nota de imprensa enviada às redações, a secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, sublinha que “o Governo regional está atento às dificuldades que os utentes da Região enfrentam quando se deslocam ao exterior para a realização de exames ou tratamentos e pretende minimizar estes impactos, garantindo uma resposta próxima, digna e humanista”. Segundo a governante, esta medida reflete a atenção permanente do executivo às carências sentidas por quem é obrigado a sair da região para obter cuidados médicos.

A importância desta expansão é sustentada pelos indicadores de atividade de 2025, ano em que o SADD prestou assistência a 832 utentes num total de 1.139 processos distintos. Grande parte destas deslocações teve como destino unidades de saúde de referência na capital portuguesa, com especial incidência no Instituto Português de Oncologia (IPO) e nos hospitais de Santa Cruz, Curry Cabral e Dona Estefânia. Em termos estatísticos, os dados revelam que 54% dos utentes são provenientes do Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, seguindo-se o Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira com 34% e o Hospital da Horta com 12%. No que diz respeito à duração das estadas, verificou-se que 46% corresponderam a períodos breves, inferiores a cinco dias, o que demonstra a rotatividade e a necessidade de uma gestão logística ágil.

Para além da vertente habitacional, o balanço de 2025 destaca o papel psicossocial da estrutura, que realizou cerca de 12 mil intervenções ao longo do ano. Estas ações abrangeram desde o acompanhamento direto e diagnósticos sociais até ao apoio administrativo no processamento de diárias e orientação sobre os direitos dos doentes.

Mónica Seidi conclui que “por detrás de cada um destes números estão utentes do Serviço Regional de Saúde e as suas famílias, bem como histórias marcadas pelo apoio, dedicação e humanismo”.

Serviço de Apoio ao Doente Deslocado com mais de três mil intervenções em seis meses

Serviço assistiu 421 doentes do Serviço Regional de Saúde no primeiro semestre. O balanço divulgado pela Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social também revela o montante de mais de 300 mil euros pagos em diárias e apoios

© SRSSS

O Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD), que dá suporte a pacientes do Serviço Regional de Saúde dos que necessitam de tratamentos em Lisboa, realizou mais de três mil intervenções no primeiro semestre deste ano. No total, 421 doentes foram apoiados neste período, de acordo com dados divulgados pela Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social.

Em nota de imprensa enviada às redações, a secretária regional, Mónica Seidi, destaca a importância do trabalho da equipa liderada por Catarina Silva, afirmando que o serviço é “indispensável para a humanização e continuidade dos cuidados de saúde” aos açorianos que se deslocam para fora da região.

Entre os utentes, mais de 600 pessoas, incluindo pacientes e seus acompanhantes, utilizaram o serviço de transporte disponibilizado, uma ação que, segundo o Governo regional, “contribuiu para a equidade social, garantindo que todos se sintam apoiados de forma digna, próxima e segura”.

A maioria das intervenções esteve ligada ao processamento de diárias e ao Complemento Especial para o Doente Oncológico (CEDO), totalizando mais de 300 mil euros em pagamentos. Mónica Seidi reforça ainda que o SADD é “muito mais que um serviço administrativo, é um instrumento social, técnico e humano que oferece respostas adequadas às necessidades clínicas, sociais e emocionais”.

A secretária regional adiantou por fim que estão a ser feitos novos contactos para formalizar acordos de alojamento, uma das maiores dificuldades para os utentes. Como exemplo, foi mencionado o protocolo firmado no início do ano na Rua dos Anjos, que já permitiu acolher mais de 120 doentes e seus acompanhantes.

Mónica Seidi reconhece necessidade de formação regular de classes profissionais ligadas à Saúde

© SRSSS

A Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, renovou esta sexta-feira, 19 de setembro, o compromisso do Governo regional dos Açores em valorizar a formação dos profissionais do Serviço Regional de Saúde (SRS).

Mónica Seidi falava em Angra do Heroísmo, na sessão de abertura do IV Encontro Nacional de Centros de Formação Nacional. E, na ocasião, reconheceu que a formação regular e diferenciação são aliados essenciais na melhoria continua dos cuidados de saúde prestado aos utentes açorianos.

“A realidade arquipelágica não deve ser vista como fator limitador à formação dos profissionais, mas sim como um fator decisivo na capacidade de inovar, transformar e até mesmo criar soluções arrojadas perante as dificuldades que surgem”, realçou a governante.

Mónica Seidi avançou ainda que, a par da formação, o SRS tem feito um esforço para acompanhar a atualização tecnológica, com a aquisição de novos equipamentos para modernizar o sistema e contribuir também para a captação e fixação de recursos humanos, exemplificando com as verbas afetas para esta finalidade, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR),

O Governo regional aponta, em comunicado, que estima que, ao abrigo do PRR, no final de agosto de 2026 tenha havido um investimento superior, neste campo, a 20 milhões de euros.

Através da Direção Regional da Saúde, o Governo regional salienta que anualmente um plano de formação diversificado, que é elaborado após auscultação das instituições.

Numa cerimónia organizada pelo Hospital do Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT), a titular da pasta da Saúde manifestou o seu agrado pelo papel desempenhado pelo hospital no SRS, dando resposta não só à população da ilha Terceira, mas de todas as ilhas dos Açores.

Até ao final do presente semestre, foram atendidos no hospital terceirense cerca de 2.700 utentes de outras ilhas, com maior relevância para São Jorge e Graciosa.

Monica Seidi felicitou o trabalho do Conselho de Administração do hospital pela atribuição de idoneidade formativa para três vagas no serviço de Pediatria, e relembrou que “já em 2024 o mesmo verificou-se com o serviço de Nefrologia”.

E concluiu: “estamos todos alinhados e com o mesmo empenho de fixar mais recursos humanos no hospital”.

Apresentado Plano que visa reduzir número de pessoas em situação de sem-abrigo

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Foi apresentado esta segunda-feira, 28 de julho, em Ponta Delgada o “I Plano Regional para a Inclusão da Pessoa em Situação de Sem Abrigo – PRIPSSA 2025-2030”. A secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, presidiu à sessão.

De acordo com nota de imprensa enviada às redações pela Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social (SRSSS), o Plano apresentado assentou num estudo técnico prévio que tem como intuito reduzir o número de pessoas em situação de sem-abrigo no arquipélago dos Açores, contando com uma ação “preventiva” do Governo regional dos Açores e instituições.

“Tendo em conta aquilo que têm sido os outros planos, quer o Plano Regional para a Inclusão Social e Cidadania e o próprio programa para combater as dependências, a prevenção é a chave”, defendeu Mónica Seidi, falando no evento tido na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.

Segundo a Secretaria Regional que tutela a pasta em causa, o Plano “irá mobilizar entidades públicas e privadas e tem como eixos estratégicos a intervenção, prevenção das situações de risco e gestão de recursos, o alojamento e habitação, o acompanhamento e reabilitação, inserção social e conhecimento e a comunicação e participação social”.

A SRSSS avança ainda que o documento será tornado público ‘online’, para recolha de contributos e sugestões, prevendo-se que a versão final possa estar concluída em setembro, seguindo depois para Conselho do Governo.

Mónica Seidi anuncia que enfermeiros do HDES retiraram escusas de responsabilidade com abertura de urgência modular

© GRA/MIGUEL MACHADO

A secretária regional da Saúde e Segurança Social, Mónica Seidi, anunciou ontem que 31 enfermeiros do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES) retiraram as escusas de responsabilidade que haviam assinado, em virtude da “falta de condições estruturais e degradação das instalações existentes”, após a abertura em pleno da urgência na estrutura modular do hospital, de acordo com comunicado do Governo regional.

“No antigo serviço de urgência do hospital de Ponta Delgada, 31 enfermeiros disseram que não se responsabilizavam pelas consequências dos seus cuidados prestados nas condições ali existentes. Por isso mesmo, entregaram escusas de responsabilidade. O motivo destas escusas era muito claro: falta de condições estruturais e degradação das instalações existentes. É, por isso, com satisfação, enquanto governante e profissional de saúde, que anuncio que estas escusas de responsabilidade acabam de ser retiradas com a abertura em pleno da urgência do hospital modular”, declarou.

A governante falava na Assembleia Legislativa Regional, na cidade da Horta, num debate sobre o HDES, afetado por um incêndio em maio do ano passado.

A secretária regional declarou não ter dúvidas de que a retirada das escusas é um sinal claro de confiança nas novas instalações, e lembrou que, para a Ordem dos Médicos, a abertura do modular constituiu “um avanço significativo para a saúde da Região”, enquanto a Ordem dos Enfermeiros considera que a unidade “é uma solução de apoio indispensável”, lê-se.

Nesse sentido, as condições do novo serviço de urgência “garantem mais segurança do que as antigas instalações, que alguns queriam reabrir de qualquer maneira”, prosseguiu Mónica Seidi, citada na mesma nota.

No que refere a um relatório de junho do Serviço de Instalações e Equipamentos do Hospital, onde era referido que a Urgência poderia reabrir mediante “a realização de pequenas intervenções de conforto que poderiam ser concluídas num prazo de 60 dias”, a governante lembrou: “a 26 de agosto de 2024, decorridos 69 dias após a elaboração daquele relatório, o administrador com o pelouro das Instalações e Equipamentos comunicou à tutela, e passo a citar, que «estão concluídos todos os trabalhos de limpeza e substituição de filtros nas unidades de tratamento de ar em toda a ala poente, com exceção do Serviço de Urgência». Fim de citação”.

“Ou seja, quem em junho garantia que tudo estaria pronto dois meses depois, chegou ao final de agosto com o trabalho por concluir no Serviço de Urgência. Em suma, desmentiu-se a si próprio”, disse.

Mónica Seidi, que recordou que o atual governo foi o primeiro que concretizou, no Hospital de Ponta Delgada, “uma ação planeada de modernização e substituição de equipamentos completamente obsoletos e com mais de 20 anos”, apresentou também números concretos em relação à atividade assistencial: “nos três hospitais da Região, o número total de consultas de hospital de dia em 2024 foi de quase 88 mil, mais 15% do que em relação a 2019; o número total de cirurgias em 2024 foi de 12 mil, mais 32% do que em 2019; o número total de consultas médicas em 2024 foi de 330 mil, mais 42% que em 2019. Nas unidades de saúde de ilha, o número total de consultas médicas em 2024 foi de quase 579 mil, mais 15% do que em relação a 2019”.

A governante concluiu que “há algo de que não abdicarei: para mim, o bem-estar e a segurança dos utentes estão acima da política e dos partidos. É por esta máxima que me guio.”

Mónica Seidi enaltece papel do Centro de Saúde da Lagoa em políticas de proximidade

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A secretária regional da Saúde e Segurança Social marcou presença no Cine Teatro Lagoense para assinalar o primeiro aniversário de entrada em funcionamento do Centro de Saúde da Lagoa. O evento contou com a presença de várias entidades do setor e do concelho da Lagoa, segundo comunicado do governo regional.

Na ocasião, Mónica Seidi afirmou a sua satisfação para a resolução de um problema que não poderia persistir: “A Lagoa era o único concelho micaelense que não tinha um centro de saúde. Num concelho com mais de 14 mil habitantes, achámos que esta era uma situação que tinha de ser alterada”, lê-se, na nota.

Para o governo açoriano, extinguir a antiga Unidade de Saúde para criar um novo Centro de Saúde trouxe diversos benefícios à comunidade, pois “foi com o projeto da criação do Centro de Saúde da Lagoa que se conseguiu reorganizar os serviços para uma resposta mais eficaz à população” esclareceu a secretária da Saúde e Segurança Social.

Em consequência da criação do Centro de Saúde da Lagoa, “conseguiram-se condições notoriamente superiores no funcionamento de alguns serviços”, lê-se ainda, como a Sala de Tratamentos e Injetáveis e o Serviço de Atendimento Complementar, tal como os serviços de nutrição, psicologia e serviço social, saúde mental, cuidados domiciliários e apoio ao cuidador informal.

“Tudo isto é motivo de orgulho para nós, porque reflete aquilo em que acreditamos profundamente que é o trabalho feito num esforço conjunto entre o Governo Regional e as forças vivas de uma comunidade”, concretizou Mónica Seidi.

Terceira fase do Programa “Novos Idosos” com elevada procura, destaca Mónica Seidi

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Para assinalar o Dia Mundial do Idoso, Mónica Seidi visitou Manuel Souza Lima, um dos beneficiários do programa “Novos Idosos” desde dezembro de 2023, segundo comunicado do Governo regional.

“Este é um programa que veio mudar o paradigma do envelhecimento. Este programa é um verdadeiro sucesso, pelo que queremos agora alargar a todos os concelhos da Região”, anunciou a secretária regional com a tutela da Segurança Social.

“Estamos a trabalhar com um total de 12 instituições de enquadramento” lembrou Mónica Seidi. E precisou: “o número de vagas disponíveis é de 221 para esta fase. É um grande orgulho para nós termos este efeito tão positivo na vida das pessoas, em particular daquelas que trabalharam toda uma vida e agora podem usufruir de maior conforto”.

De acordo com o governo açoriano, o programa vai representar, em 2025, um investimento superior a quatro milhões de euros, sendo que o período de candidaturas da terceira fase de alargamento do Programa “Novos Idosos” terminou a 13 de setembro e, neste momento, as equipas técnicas estão a proceder à avaliação das mais de 500 candidaturas, lê-se ainda na mesma nota.

“A procura pelo programa é elevada, e tem vindo a subir, estando neste momento acima das 500 candidaturas”, disse também a governante, destacando que “este é um programa que veio mudar o paradigma do envelhecimento”.

Sobre o idoso hoje que visitou hoje, “os resultados estão à vista. Este utente vivia sozinho desde a sua viuvez e tem tido a possibilidade de viver a sua casa, com o apoio de alguém, combater a solidão, e trabalhar a sua capacidade cognitiva. Está muito satisfeito e bem integrado. Espelha bem a aceitação da sociedade e o sucesso do programa”.

Bloco operatório do Hospital do Divino Espírito Santo reabre com duas salas

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O Hospital Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, reabriu esta terça-feira, 24 de setembro, o bloco operatório nas suas instalações principais com a reativação de duas salas, adiantou a secretária regional da tutela, Mónica Seidi.

Com esta medida, “dá-se mais um passo no sentido de colmatar os constrangimentos associados à dispersão dos serviços, neste caso em particular, pela Clínica do Bom Jesus que, desde 4 de maio, foi uma das instituições a acolher doentes retirados da maior instituição de saúde dos Açores após o incêndio deflagrado”, explica o comunicado.

“Esta fase é de recuperação, com uma reabertura estratégica e faseada de mais um dos serviços dentro do perímetro do hospital”, frisou a governante, que visitou, na terça-feira, a Clínica do Bom Jesus, em Ponta Delgada.

A secretária regional explicou que o plano inclui a intervenção nas instalações do hospital de Ponta Delgada, “desde as limpezas, à substituição de filtros, portas e, claro, testes de qualidade”.

À saída de um encontro com a administração da Clínica do Bom Jesus, a secretária da Saúde e Segurança Social declarou que a abertura de duas salas de operação “permitirá melhorar a reorganização da atividade cirúrgica, porque volta a ser realizada no espaço do hospital, o que leva a melhorias nos tempos operatórios e do número de doentes intervencionados”.

Com a reabertura de duas salas do bloco operatório voltam a ser realizadas intervenções cada vez mais diferenciadas, diz o Governo regional, no mesmo comunicado, e “será feito também, nas próximas semanas, um trabalho ao nível do horário de funcionamento para que seja possível começar a trabalhar na redução das listas de espera”.

Mónica Seidi procura que haja “uma produção acrescida para doentes prioritários que sejam operados em horário laboral e que não estejam contemplados no programa CIRURGE”.