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Pode um jornal ser sustentável e livre?

Fizemos a pergunta à diretora do jornal mais antigo do país, a académicos e a até a um ambientalista. Obtivemos respostas diferentes mas todos concordam que o Estado deve intervir com mais apoios aos órgãos de comunicação social devendo estes ser considerados um bem público

Entrevistados consideram que órgãos de comunicação social devendo estes ser considerados um bem público © DIREITOS RESERVADOS
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Mas afinal, pode um jornal ser livre e sustentável? A pergunta é curta e simples. Mas a resposta pode não ser taxativa e tende a ser complexa. Paula Gouveia, diretora do Açoriano Oriental (AO), o jornal mais antigo do país, responde que “é o ideal” ser-se “sustentável  e livre. Acho que isto apenas depende dos jornalistas e da sua direção editorial”, considera a jornalista. Ainda assim, reconhece que a atingir a sustentabilidade “é uma situação mais complexa”. E aqui, por sustentabilidade, falamos da económica. Da ambiental, já lá iremos. Para a diretora do AO, a sustentabilidade acaba por influenciar diretamente o raio de ação de um jornal. “Se não houver meios financeiros que permitam essa sustentabilidade, naturalmente que isso...

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