
Com partida dos Ginetes, Pedro Paulo Câmara veio ao nosso encontro na cidade da Lagoa. A disponibilidade reflete o seu compromisso com a preservação do património cultural, onde se dedica a resgatar o legado de autores esquecidos, como Armando Côrtes-Rodrigues. O escritor argumenta que é um trabalho para “fazer justiça” à história e para garantir que a memória seja preservada.
Ao Diário da Lagoa (DL) começa por revelar que o seu interesse pela leitura e escrita começou na infância, inspirado em revistas que a sua avó recebia em casa, como a Reader’s Digest, e, principalmente, num baú de papéis antigos que um dia encontrou no granel da família. Aprofundou o gosto pela escrita na adolescência e na universidade, mas só publicou o seu primeiro livro aos 31 anos, após um...
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