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Azores Airlines contará com quatro A321 para renovar a sua frota em 2020

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A Azores Airlines, numa perspetiva de “conetar os Açores ao mundo e o mundo aos Açores”, anunciou esta terça-feira, dia 20 de setembro, o “plano operacional 2020” para a empresa de aviação do grupo SATA.

Numa visão de ser “mais fortes e mais competitivos”, em 2020 quatro novos aviões A321 irão renovar a frota, sendo que o primeiro ficará a operar já em 2017, como foi anunciado pelo presidente do conselho de administração da SATA, Paulo Menezes, em conferência de imprensa.

Na ótica apenas do Plano Operacional, já que o Business Plano está numa “fase de revisão”, a SATA elaborou uma rede e frota mais eficiente, focando as suas operações nos Açores, Continente Português, América do Norte e no Arquipélago da Macaronésia.

Alegando mais eficiência e maior alcance, os novos aviões, com novas motorizações nos “narrow-bodies”, ou seja, um modelo de avião com apenas um corredor, “cumprem as necessidades da rede da SATA de forma eficiente” e isso sem falar de custos adicionais.

Segundo Paulo Menezes, este será um processo de leasing. 

Para 2020, a Azores Airlines, numa parceria com a Airbus e a Air Lease Corportation, terá três aviões A320 de 165 lugares e quatro A321 com capacidade para 184 a 190 lugares, com duas frequências diárias para Boston e uma diária para Toronto.

O CEO do grupo SATA afirmou que “em termos de custos de manutenção e operacionais” os novos aviões da SATA serão “uma solução bastante mais económica”.

Assim sendo, esta decisão surge no âmbito da estratégia de “crescimento da empresa” para expandir as novas rotas transatlânticas.

Na família dos Airbus A320, a Azores Airlines terá o avião A321neo para a frota transatlântica e de médio curso e em 2019 o A321LR, concebido para frotas mais longas, permitindo assim à SATA voar para mercados de longo curso.

“O nosso objetivo é tornar-nos cada vez mais fortes e mais competitivos num mercado cada vez mais exigente, criando uma companhia aérea de excelência que se torne numa referência na aviação comercial internacional e que gradualmente e de forma consistente vá conquistando quota de mercado e visibilidade para a empresa”, salientou Paulo Menezes.

DL/AS

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