{"id":7586,"date":"2014-08-05T23:57:24","date_gmt":"2014-08-05T23:57:24","guid":{"rendered":"http:\/\/diariodalagoa.pt\/?p=7586"},"modified":"2014-08-05T23:57:24","modified_gmt":"2014-08-05T23:57:24","slug":"como-era-antigamente-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/es\/como-era-antigamente-3\/","title":{"rendered":"Como era antigamente? C\u00edrculo de amigos da Lagoa"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image is-style-rounded\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Sandra-Monteiro-DR.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-103595\" width=\"405\" height=\"373\"\/><figcaption><strong>Sandra Monteiro<\/strong><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Nos A\u00e7ores, como o resto do pa\u00eds, o dinamismo laical foi cada vez mais denso e diversificado, a partir de meados do s\u00e9culo XX. Neste meio ativo e de agita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e social, um grupo de lagoenses sentiu a necessidade de corresponder aos ideais em voga e contribuir para o bem comum, entendendo que n\u00e3o bastaria a presta\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria ou o aux\u00edlio material aos mais desfavorecidos, mas que se poderia ir mais al\u00e9m \u2013 formar e preparar a comunidade local de forma mais ativa e consciente.\u00a0<\/p>\n<p>Entre 1955-1956, Jorge Amaral Borges e Jorge Jo\u00e3o Borges fundaram a Confer\u00eancia Vicentina de S. Jo\u00e3o de Deus, no Concelho da Lagoa, com a finalidade de promo\u00e7\u00e3o da ajuda ao pr\u00f3ximo e de consciencializa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o para a grandeza e o ideal de um Cristianismo social. A primeira a\u00e7\u00e3o da Confer\u00eancia Vicentina, na Lagoa, foi de \u00e2mbito caridoso, atrav\u00e9s da entrega de senhas para distribui\u00e7\u00e3o de alimentos, no valor de 2$50 e de 5$00, \u00e0s fam\u00edlias mais pobres da localidade. Al\u00e9m desta doa\u00e7\u00e3o, reuniam-se quinzenalmente com a finalidade de analisar as visitas efetuadas e avaliar as ocorr\u00eancias de injusti\u00e7a social. Pouco a pouco, sentiram n\u00e3o ser suficiente. Era preciso p\u00f4r cobro \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o de problemas habitacionais que afligiam muitas fam\u00edlias lagoenses.\u00a0<\/p>\n<p>Por outro lado, os membros da Confer\u00eancia Vicentina de S. Jo\u00e3o de Deus come\u00e7aram a assistir a celebra\u00e7\u00f5es protestantes e a palestras proferidas no Cine Lagoense e no Ateneu Comercial, pelo pastor Dimas de Almeida. Foi neste contexto que nasceu o C\u00edrculo de Amigos da Lagoa, com o objetivo de desenvolver o concelho e apoiar as suas gentes mais carenciadas, de forma ordenada e atuante e, principalmente, sem fiscaliza\u00e7\u00e3o da Igreja.\u00a0<\/p>\n<p>O C\u00edrculo de Amigos da Lagoa come\u00e7ou as suas atividades a 24 de mar\u00e7o de 1969, atrav\u00e9s da constitui\u00e7\u00e3o de uma Comiss\u00e3o de tr\u00eas elementos e os seus Estatutos foram aprovados, pelo Governo Civil do Distrito Aut\u00f3nomo de Ponta Delgada, a 26 de novembro de 1969. Esperando-se, pois, que o C\u00edrculo de Amigos da Lagoa fosse legal e politicamente doutrinado, a Associa\u00e7\u00e3o apenas iniciaria, oficialmente, a sua atividade a 14 de fevereiro de 1970, atrav\u00e9s de alvar\u00e1 concedido pelo Governador Civil da \u00e9poca, Dr. Luciano Machado Soares.<\/p>\n<p>Os principais objetivos do C\u00edrculo de Amigos da Lagoa eram a difus\u00e3o cultural, a valoriza\u00e7\u00e3o do patrim\u00f3nio art\u00edstico e o fomento do desenvolvimento moral, cultural e social do concelho. Para tal realizaram confer\u00eancias, concursos art\u00edsticos, recreativos e desportivos, jogos florais e exposi\u00e7\u00f5es de v\u00e1rias tem\u00e1ticas com interesse regional. Pretendiam tamb\u00e9m cooperar no estudo e solu\u00e7\u00e3o de problemas concelhios, bem como auxiliar os desfavorecidos locais, caso lhes fosse solicitado.<\/p>\n<p>Em outubro de 1970, numa entrevista concedida ao Jornal A\u00e7ores, Jorge Amaral Borges salientou que o principal prop\u00f3sito da Associa\u00e7\u00e3o era a valoriza\u00e7\u00e3o humana, que tudo era feito por amor a Deus, para que se atingisse o desenvolvimento integral do Homem. Acrescentou, ainda, que se tornava indispens\u00e1vel, portanto, a participa\u00e7\u00e3o da comunidade, pois n\u00e3o se poderia continuar indiferente nem impass\u00edvel. Salientou que se encontrava em jogo a promo\u00e7\u00e3o social e crist\u00e3 do Homem e que todos deveriam saber assumir as suas responsabilidades sociais.\u00a0<\/p>\n<p>Antes da aprova\u00e7\u00e3o dos Estatutos, entre abril e junho de 1969, o C\u00edrculo de Amigos da Lagoa j\u00e1 organizava atividades e palestras. Com a formaliza\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o, foram organizados cinco Ciclos de Palestras-Col\u00f3quio, entre outubro de 1970 e abril de 1975. As Confer\u00eancias decorriam \u00e0s quartas-feiras (salvo raras exce\u00e7\u00f5es), pelas 21 horas, no Cine Teatro Lagoense. A diversidade de assuntos tratados ia de acordo com os objetivos da institui\u00e7\u00e3o: uma aten\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento saud\u00e1vel do Homem, apelando a uma cidadania ativa nas suas dimens\u00f5es sociais (palestras sobre emigra\u00e7\u00e3o, sa\u00fade p\u00fablica ou desenvolvimento urbano); econ\u00f3micas (confer\u00eancias sobre agricultura, pesca, moeda ou associativismo); hist\u00f3ria (comunica\u00e7\u00f5es\u00a0\u00a0\u00a0 sobre festas do Esp\u00edrito Santo ou Antero de Quental); arte (temas dedicados ao cinema, fotografia ou arquitetura); pol\u00edtica (apresenta\u00e7\u00e3o de ideias sobre legisla\u00e7\u00e3o e teoria pol\u00edtica); e educa\u00e7\u00e3o (quest\u00f5es relacionadas com higiene ou educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica). As Palestras-Col\u00f3quio constitu\u00edram uma janela aberta para o entusiasmo que pululava, a n\u00edvel pol\u00edtico, no pa\u00eds e na regi\u00e3o a\u00e7oriana. Assim, no decorrer doa anos, os assuntos religiosos foram diminuindo enquanto os temas pol\u00edtico-sociais foram ganhando uma express\u00e3o mais significativa.\u00a0<\/p>\n<p>Nos peri\u00f3dicos eram publicitadas as atividades realizadas, comprovando o sucesso que as mesmas obtinham entre a popula\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m destas Palestras-Col\u00f3quio, o C\u00edrculo de Amigos da Lagoa promoveu outras atividades, como concursos de pres\u00e9pios, exposi\u00e7\u00f5es, cinema, jogos de futebol, gincanas, corridas de autom\u00f3veis e de bicicletas, festival de nata\u00e7\u00e3o com jogos tradicionais.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">De louvar a a\u00e7\u00e3o promovida pelo C\u00edrculo de Amigos da Lagoa que conseguiu perpetuar, numa dimens\u00e3o mais reduzida, mas com significativa relev\u00e2ncia, o esp\u00edrito reflexivo e argumentativo que atravessou o Pa\u00eds e os A\u00e7ores, nos \u00faltimos anos da Ditadura, garantindo uma difus\u00e3o de ideias, num per\u00edodo de intensa censura pol\u00edtica e contribuindo para a sensibiliza\u00e7\u00e3o e crescimento dos princ\u00edpios democr\u00e1ticos que conduziriam ao 25 de abril de 1974 e \u00e0 institucionaliza\u00e7\u00e3o da autonomia dos A\u00e7ores<span style=\"color: #000000;\">.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Nos A\u00e7ores, como o resto do pa\u00eds, o dinamismo laical foi cada vez mais denso e diversificado, a partir de meados do s\u00e9culo XX. 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