{"id":162857,"date":"2026-04-04T12:38:48","date_gmt":"2026-04-04T12:38:48","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/?p=162857"},"modified":"2026-04-04T13:23:51","modified_gmt":"2026-04-04T13:23:51","slug":"da-inovacao-tecnologica-tal-qual-se-faz-2-licoes-de-um-caso-de-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/es\/da-inovacao-tecnologica-tal-qual-se-faz-2-licoes-de-um-caso-de-estudo\/","title":{"rendered":"Da inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica tal qual se faz \u2013 2 li\u00e7\u00f5es de um caso de estudo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image is-style-rounded\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/miguel-s-albergaria.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-162859\" width=\"440\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/miguel-s-albergaria.jpg 960w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/miguel-s-albergaria-300x300.jpg 300w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/miguel-s-albergaria-150x150.jpg 150w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/miguel-s-albergaria-768x768.jpg 768w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/miguel-s-albergaria-12x12.jpg 12w\" sizes=\"(max-width: 440px) 100vw, 440px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<div style=\"height:25px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Miguel S. Albergaria<\/strong><br>Professor na Escola Secund\u00e1ria de Lagoa<\/p>\n\n\n<div style=\"height:25px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<p align=\"LEFT\">Em \u00e9poca de IV Revolu\u00e7\u00e3o Industrial \u2013 com a introdu\u00e7\u00e3o da IA, especialmente quando em converg\u00eancia com a rob\u00f3tica, a IoT, as bioengenharias e as nanotecnologias nas nossas pr\u00e1ticas sociais \u2013 em vista de mantermos algum controlo do processo a favor da maioria de n\u00f3s (idealmente, de todos), temos de o acompanhar compreensivamente. Um tipo de racioc\u00ednio de que dispomos para o efeito \u00e9 o da analogia com inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas anteriores. \u00c9 certo que a for\u00e7a destas infer\u00eancias naquele caso n\u00e3o ser\u00e1 grande, uma vez que a for\u00e7a de uma analogia varia inversamente com o grau de novidade do termo em causa, e a IA capaz de aprendizagem \u00e9 uma boa candidata ao t\u00edtulo de maior novidade tecnol\u00f3gica desde as pedras lascadas. Mas, para evitar a volatilidade das especula\u00e7\u00f5es concetuais, n\u00e3o temos muito melhor do que esse tipo de infer\u00eancias.<\/p>\n<p>Recorrerei, assim, ao caso da substitui\u00e7\u00e3o do sistema tradicional de ordenha e maneio do gado nos A\u00e7ores, assente na energia humana e animal, por um sistema mecanizado (v. \u201cThe design of sociotechnical systems and the mechanization of the Azorean milking system\u201d, in ResearchGate). Para apontar dois epis\u00f3dios desse caso que me parecem ilustrativos de outros dois aspetos de como estas inova\u00e7\u00f5es, efetivamente, ocorrem.<\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"637\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pt-bparpd-pss-msp-cx018-361-ordenha-mecanica-em-pasto-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-162862\" srcset=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pt-bparpd-pss-msp-cx018-361-ordenha-mecanica-em-pasto-1.jpg 960w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pt-bparpd-pss-msp-cx018-361-ordenha-mecanica-em-pasto-1-300x199.jpg 300w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pt-bparpd-pss-msp-cx018-361-ordenha-mecanica-em-pasto-1-768x510.jpg 768w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pt-bparpd-pss-msp-cx018-361-ordenha-mecanica-em-pasto-1-18x12.jpg 18w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup>Fotografia provavelmente tirada nas d\u00e9cadas de 1970\/80. BPARPD. Manuel Silveira Paiva Collection<\/sup><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<p align=\"LEFT\">Um \u00e9 o relato do atual dirigente de uma das associa\u00e7\u00f5es de lavradores a\u00e7orianos do seu primeiro encontro com as m\u00e1quinas de ordenha m\u00f3veis, que ainda caracterizam o sistema de ordenha mecanizada no arquip\u00e9lago.<\/p>\n<p align=\"LEFT\">Era ele jovem, e ajudava um amigo na ordenha manual da manada do pai deste outro rapaz. Esse lavrador fora hospitalizado, mas ainda assim manteve a introdu\u00e7\u00e3o de uma m\u00e1quina de ordenha na sua lavoura, que contratualizara com a empresa fornecedora do equipamento. Chegaram ent\u00e3o os t\u00e9cnicos com a m\u00e1quina \u00e0 pastagem onde se encontravam os dois rapazes, em plena ordenha. Explicaram o modo de operacionaliza\u00e7\u00e3o desse sistema t\u00e9cnico, porventura tamb\u00e9m o seu funcionamento, e os rapazes, no dizer do atual engenheiro e dirigente associativo, perceberam quase nada. Um dos t\u00e9cnicos achou que o melhor seria fazerem uma demonstra\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica. Mal ligou o aparelho, as vacas fugiram espalhando-se pela pastagem. Os rapazes levaram a tarde toda a reuni-las. (Anoto que uma descarga de adrenalina inibe a descida do leite para os canais no \u00fabere, a ordenha n\u00e3o h\u00e1 de ter sido grande coisa nessa tarde.) Enfim, a habitua\u00e7\u00e3o dos animais levou dias, necessitando de muita paci\u00eancia dos dois novos operadores da m\u00e1quina.<\/p>\n<p align=\"LEFT\">Ou seja, nem sempre os agentes da inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica s\u00e3o os seus promotores \u2013 o lavrador estava no hospital, e os rapazes n\u00e3o estavam preparados para aquela inova\u00e7\u00e3o \u2013 de forma que o processo se pode tornar descont\u00ednuo ou segmentado. Os t\u00e9cnicos talvez saibam tudo sobre a m\u00e1quina que lhes diz respeito, e alguma coisa sobre comunica\u00e7\u00e3o com os eventuais operadores, mas se lhes faltar a perce\u00e7\u00e3o de que, al\u00e9m da mesa de design e da oficina, outros elementos podem condicionar a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica efetiva, podem n\u00e3o antecipar a possibilidade de eventos como a rea\u00e7\u00e3o das vacas ao som da m\u00e1quina. De qualquer forma, tudo acabou bem? Pois acabou, mas gra\u00e7as a uma compet\u00eancia pessoal (soft skill) que nem teria sido relevada previamente pelos t\u00e9cnicos na sua comunica\u00e7\u00e3o, e que s\u00f3 contingentemente era possu\u00edda pelos dois inesperados recetores do equipamento: a paci\u00eancia \u2013 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0queles esquecidos terceiros elementos do sistema s\u00f3cio-t\u00e9cnico-animal.<\/p>\n<p align=\"LEFT\">Moral da hist\u00f3ria: conceber ou planear ser\u00e1 \u00fatil, ou at\u00e9 necess\u00e1rio para a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, mas n\u00e3o \u00e9 suficiente para esta \u00faltima.<\/p>\n<p align=\"LEFT\">O \u00e2mbito do outro epis\u00f3dio \u00e9 hoje especialmente caro na academia, mas fora dela tamb\u00e9m n\u00e3o o deveremos desconsiderar: a quest\u00e3o de g\u00e9nero neste tipo de processos.<\/p>\n<p align=\"LEFT\">Um dos obst\u00e1culos \u00e0 inova\u00e7\u00e3o acima referida era a excessiva fragmenta\u00e7\u00e3o da propriedade rural e a diminuta dimens\u00e3o dos respetivos blocos. A este respeito, um t\u00e9cnico de um instituto p\u00fablico envolvido na promo\u00e7\u00e3o do emparcelamento rural a\u00e7oriano, desde meados da d\u00e9cada de 1980, contou-me o protocolo ret\u00f3rico que, informalmente, acabara por ser desenvolvido e implementado nesse instituto:<\/p>\n<p align=\"LEFT\">1.\u00ba passo: durante a semana, ir \u00e0 pastagem e apresentar os procedimentos de emparcelamento ao lavrador, ao que este, se n\u00e3o negasse logo, diria ter de pensar. Neste caso \u2013 2.\u00ba passo: \u00e0 sa\u00edda, como quem se lembra de um pormenor secund\u00e1rio, dizer-lhe que seria sempre precisa a assinatura da esposa, pelo que se lhe pedia licen\u00e7a, a ele marido, para ir falar tamb\u00e9m com ela. Dada a defer\u00eancia, a resposta tenderia a ser afirmativa. 3.\u00ba passo, ent\u00e3o o decisivo: numa hora em que fosse prov\u00e1vel que o homem n\u00e3o estivesse em casa, ir explicar detalhadamente a proposta \u00e0 senhora. Ela concordaria ou n\u00e3o. Se concordasse, o 4.\u00ba passo seria ir \u00e0 pastagem, uns dias depois, receber a aceita\u00e7\u00e3o do lavrador.<\/p>\n<p align=\"LEFT\">Contei este epis\u00f3dio numa recente confer\u00eancia internacional sobre hist\u00f3ria rural, pois diversos investigadores se tinham manifestado interessados no trator como s\u00edmbolo do poder masculino etc. Imediatamente, uma austr\u00edaca com investiga\u00e7\u00e3o creio que no mundo rural polaco e um belga que apresentara uma comunica\u00e7\u00e3o precisamente sobre a m\u00faltipla simbologia do trator apontaram tra\u00e7os equivalentes a esse epis\u00f3dio micaelense. E um su\u00ed\u00e7o, que antes assinalara que a tratoriza\u00e7\u00e3o fora feita no seu pa\u00eds sob o lema da poupan\u00e7a das crian\u00e7as e mulheres ao trabalho f\u00edsico nos campos, libertando-os para a escola, e para o cuidado da casa de fam\u00edlia precisamente quando a m\u00e1quina compensaria a menor for\u00e7a f\u00edsica m\u00e9dia das mulheres, reconheceu que, todavia, a contabilidade das explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas, e assim boa parte das decis\u00f5es de gest\u00e3o, continuara a ser feita maioritariamente pelas mulheres.<\/p>\n<p align=\"LEFT\">O que retiro de epis\u00f3dios como estes \u00e9 que, bastas vezes, o que \u00e9 masculino ser\u00e1 a express\u00e3o p\u00fablica do poder, mas isto n\u00e3o se identifica necessariamente com o exerc\u00edcio do poder decis\u00f3rio. A rela\u00e7\u00e3o tern\u00e1ria \u2018homem \u2013 artefacto tecnol\u00f3gico ou plano t\u00e9cnico \u2013 mulher\u2019 pode ser diferenciada n\u00e3o apenas pela diferen\u00e7a entre as rela\u00e7\u00f5es bin\u00e1rias que comporta (homem-artefacto, artefacto-mulher, mulher-homem), mas ainda por uma multiplica\u00e7\u00e3o de n\u00edveis dessas rela\u00e7\u00f5es al\u00e9m daquele que \u00e9 manifesto. N\u00e3o sendo l\u00edmpido quem ou o qu\u00ea decide exatamente sobre o qu\u00ea.<\/p>\n<p align=\"LEFT\">Em suma, faz sentido usar uma palavra como \u201crealidade\u201d, para designar algo mais complexo e fluido do que a limpidez das lestas palavras com que se lhe quer dar forma.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abMoral da hist\u00f3ria: conceber ou planear ser\u00e1 \u00fatil, ou at\u00e9 necess\u00e1rio para a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, mas n\u00e3o \u00e9 suficiente para esta \u00faltima.\u00bb<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":162860,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[11],"tags":[193,196,1436,4739,4740,4741],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.10 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Da inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica tal qual se faz \u2013 2 li\u00e7\u00f5es de um caso de estudo - 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