{"id":129716,"date":"2024-01-15T11:06:18","date_gmt":"2024-01-15T11:06:18","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/?p=129716"},"modified":"2024-05-31T23:26:51","modified_gmt":"2024-05-31T23:26:51","slug":"leis-qualidade-e-preco-da-mao-de-obra-afastam-pescadores-dos-tradicionais-barcos-de-boca-aberta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/es\/leis-qualidade-e-preco-da-mao-de-obra-afastam-pescadores-dos-tradicionais-barcos-de-boca-aberta\/","title":{"rendered":"Leis, qualidade e pre\u00e7o da m\u00e3o-de-obra afastam pescadores dos tradicionais barcos de boca aberta"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"wp-block-heading\">V\u00e1rios fatores t\u00eam potenciado o desaparecimento das coloridas embarca\u00e7\u00f5es em madeira, explicam armadores a\u00e7orianos. O Di\u00e1rio da Lagoa quis saber quais<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"640\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/barcos-de-boca-aberta-na-vila-c-acacio-mateus.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-129717\" srcset=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/barcos-de-boca-aberta-na-vila-c-acacio-mateus.jpg 960w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/barcos-de-boca-aberta-na-vila-c-acacio-mateus-300x200.jpg 300w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/barcos-de-boca-aberta-na-vila-c-acacio-mateus-768x512.jpg 768w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/barcos-de-boca-aberta-na-vila-c-acacio-mateus-18x12.jpg 18w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup>M\u00e1ximo pago aos armadores para o abate de um barco est\u00e1 situado \u201cnum teto m\u00e1ximo de 30 mil euros\u201d <mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\">\u00a9 AC\u00c1CIO MATEUS<\/mark><\/sup><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<p>Nos portos de pesca a\u00e7orianos, onde reina a az\u00e1fama t\u00e3o t\u00edpica dos dias de prepara\u00e7\u00e3o para \u201cir ao mar\u201d, descansam os barcos de boca aberta que, embora t\u00e3o tradicionais, t\u00eam vindo a perder presen\u00e7a na frota pesqueira do arquip\u00e9lago.<\/p>\n<p>Estes barcos \u2014 os mais tradicionais, pelo menos \u2014 distinguem-se quer pela mat\u00e9ria-prima de que s\u00e3o feitos, como a madeira de ac\u00e1cia, por exemplo, quer pelas cores vivas que contrastam com o branco l\u00edvido, sem esquecer os nomes que lhes s\u00e3o dados e que, muitas vezes, remetem para a dificuldade associada \u00e0 profiss\u00e3o dos homens do mar.<\/p>\n<p>Alberto Arraial, propriet\u00e1rio do barco mestre Arraial, que batizou em homenagem ao pai, tamb\u00e9m ele pescador, refere de imediato que na pesca \u201ch\u00e1 escassez de pessoal\u201d e cada vez menos rendimento, fazendo, por isso, com que nos dias de hoje a vida de pescador seja \u201cum bocado ingrata\u201d, levando tamb\u00e9m ao gradual desaparecimento destas embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Este mestre pescador salienta que <strong>\u201cningu\u00e9m aposta nos barcos de madeira porque a lei da pesca \u00e9 cada vez mais rigorosa\u201d<\/strong>. Isto \u00e9, e conforme explica tamb\u00e9m o presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Pescas dos A\u00e7ores, Gualberto Rita, ao longo dos anos as leis associadas \u00e0 pesca no arquip\u00e9lago foram \u201crestringindo a pesca junto \u00e0 costa\u201d, obrigando as embarca\u00e7\u00f5es a pescar \u201ca partir das seis, das 12 e das 30 milhas\u201d. Por conseguinte, \u201cquanto mais distante da costa, a embarca\u00e7\u00e3o \u00e9 obrigada a fazer a sua atividade, mais condi\u00e7\u00f5es deve ter\u201d, tanto no sentido da conserva\u00e7\u00e3o do pescado a bordo, atrav\u00e9s de por\u00f5es ou caixas t\u00e9rmicas, como no conforto e na seguran\u00e7a dos pescadores.<\/p>\n<p>Os barcos de fibra de vidro t\u00eam vindo a tornar-se cada vez mais populares, embora alguns pescadores, como no caso de Alberto Arraial, considerem tamb\u00e9m que as leis n\u00e3o v\u00e3o ao encontro da tecnologia que hoje \u00e9 utilizada nos barcos de pesca, delimitando o acesso a locais onde h\u00e1 capacidade para chegar, como no caso das Formigas.<\/p>\n<p>Este mestre pescador, natural de Vila Franca do Campo, adianta ainda que os pescadores n\u00e3o se sentem ouvidos, embora realce que esta \u00e9 uma classe que \u201cn\u00e3o faz protestos ou greves\u201d perante os decretos que s\u00e3o publicados e que entendem como prejudiciais \u00e0 atividade.<\/p>\n<p>Entre o barco de madeira e o barco de fibra de vidro, Alberto Arraial refere que tudo<br>\u201cdepende do dono\u201d, sendo que, no caso dos donos mais cuidadosos, um barco de madeira poder\u00e1 ter uma vida \u00fatil de 25 a 30 anos.<\/p>\n<p>Neste sentido, a manuten\u00e7\u00e3o exigida pelos barcos \u00e9, tamb\u00e9m ela, um aspeto que tem afastado alguns profissionais do mar, uma vez que existem poucos calafates, e os que existem est\u00e3o divididos entre Vila Franca do Campo, Ribeira Quente e Rabo de Peixe. Conforme refere Gualberto Rita, acresce tamb\u00e9m o facto de esta m\u00e3o-de-obra ser muito dispendiosa.<\/p>\n<p>Embora refira que a extin\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es de boca aberta \u00e9 uma realidade em todas as ilhas, o presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Pescas dos A\u00e7ores adianta que a prefer\u00eancia por outro tipo de embarca\u00e7\u00f5es \u00e9 mais evidente noutras ilhas do arquip\u00e9lago, como na ilha Terceira.<\/p>\n<p>No que diz respeito \u00e0s quest\u00f5es de conforto e seguran\u00e7a, refere que \u201cpara que um pescador se sinta mais \u00e0 vontade na sua \u00e1rea de trabalho, \u00e9 importante haver essas condi\u00e7\u00f5es e, por isso, recorrem a embarca\u00e7\u00f5es maiores que possam oferecer essas condi\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>Diogo Paiva, pescador profissional, conta hoje com quatro barcos de pesca e considera que a efici\u00eancia de um barco de fibra de vidro tem \u201cuma efici\u00eancia maior em rela\u00e7\u00e3o a um barco de madeira\u201d, uma vez que estes \u00faltimos exigem \u201cum cuidado de manuten\u00e7\u00e3o bastante superior ao da fibra\u201d.<\/p>\n<p>Considera ainda que, embora os pescadores prefiram os barcos de madeira, por serem \u201cmais pesados\u201d e quebrarem melhor as ondas, n\u00e3o restam d\u00favidas quanto ao seu desaparecimento, potenciado tamb\u00e9m pela dificuldade sentida na sua repara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por seu turno, Weber Pacheco, mestre pescador de \u00c1gua de Pau, critica, em primeiro lugar, as leis existentes que, na sua perspetiva, levam a que \u201cmuitos armadores estejam a abater os seus barcos\u201d. Critica tamb\u00e9m o valor concedido aos armadores pelo abate das embarca\u00e7\u00f5es, por considerar que se encontram desadequados, bem como a quantidade reduzida de calafates na ilha, levando a que chegasse a ter um barco \u00e0 espera de repara\u00e7\u00e3o num estaleiro durante cerca de seis meses.<\/p>\n<p>Gualberto Rita defende as cr\u00edticas deixadas pelos pescadores, tendo em conta as altera\u00e7\u00f5es levadas a cabo pelas diretivas da Uni\u00e3o Europeia: os apoios que v\u00e3o surgindo \u201cs\u00e3o mais direcionados para embarca\u00e7\u00f5es que t\u00eam outras condi\u00e7\u00f5es\u201d, fazendo assim com que os pescadores optem pelos barcos feitos de fibra de vidro.<\/p>\n<p>No que diz respeito aos incentivos ao abate destas embarca\u00e7\u00f5es, Gualberto Rita refere que o m\u00e1ximo pago aos armadores est\u00e1 situado num teto m\u00e1ximo de 30 mil euros, incluindo licen\u00e7as de pesca.<\/p>\n<p>Este valor, refere, pode ser \u201caceit\u00e1vel quando falamos de embarca\u00e7\u00f5es dos cinco aos nove metros\u201d, mas \u201cnas embarca\u00e7\u00f5es entre os nove e os 12 metros\u201d representa um valor \u201ccompletamente desadequado \u00e0 realidade\u201d.<\/p>\n<p>O presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Pescas dos A\u00e7ores salienta que o valor atribu\u00eddo \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es de boca aberta a serem abatidas depende de um c\u00e1lculo que inclui variantes como a dimens\u00e3o da embarca\u00e7\u00e3o, a Tonelagem de Arquea\u00e7\u00e3o Bruta e, ainda, a pot\u00eancia do motor da embarca\u00e7\u00e3o em causa, variando tamb\u00e9m conforme a ilha onde ser\u00e1 feito o abate.<\/p>\n<p>Assim sendo, Gualberto Rita defende, tal como os armadores de uma forma geral, que estes valores \u201ct\u00eam que ser revistos\u201d para as embarca\u00e7\u00f5es entre os nove e os 12 metros, referindo que \u201cestes valores teriam de ser, no m\u00ednimo, de 50 mil euros\u201d, tendo em conta os par\u00e2metros inclu\u00eddos no c\u00e1lculo para os abates.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>V\u00e1rios fatores t\u00eam potenciado o desaparecimento das coloridas embarca\u00e7\u00f5es em madeira, explicam armadores a\u00e7orianos. 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