{"id":107114,"date":"2023-02-14T17:13:29","date_gmt":"2023-02-14T17:13:29","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/?p=107114"},"modified":"2025-09-28T00:34:43","modified_gmt":"2025-09-28T00:34:43","slug":"a-aparente-simplicidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/es\/a-aparente-simplicidade\/","title":{"rendered":"A Aparente Simplicidade"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Campanille-Giganteum-por-Lidia-Meneses.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-107115\" width=\"550\" height=\"550\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\">\u00a9 L\u00cdDIA MENESES<\/mark><\/sup><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ilustra\u00e7\u00e3o e texto de\u00a0<\/strong>L\u00eddia Meneses<\/h4>\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dizem que a Natureza \u00e9 simples, mas, se a transform\u00e1ssemos em geometria, ficar\u00edamos alarmados pelo trabalho da sua reprodu\u00e7\u00e3o, por meio da m\u00e3o humana. A Natureza forma-se com simplicidade, mas essa forma\u00e7\u00e3o \u00e9 de uma complexidade, por vezes, inating\u00edvel. At\u00e9 no que concerne ao talento e capacidade de quem vive 50 a 80 anos de experi\u00eancia, pois a Natureza exige muitas horas para ser recriada, \u00e0 m\u00e3o, tal como a vemos. Para a conseguirmos recriar, precisamos de a compreender, mergulhar \u00e0s profundezas, encontrar a sua ess\u00eancia, como nasce ou como morre. Construir a simplicidade \u00e9 bem mais complexo do que encontr\u00e1-la, ao acaso. H\u00e1 uma grande profundidade na simplicidade. Assim como o meu tempo de vida \u00e9 limitado, tendo a interpretar criativamente estes elementos e acho justo aplicar a minha vis\u00e3o e sensa\u00e7\u00e3o ao <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">input <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">visual. Afinal, n\u00e3o somos m\u00e1quinas e n\u00e3o vivemos tanto tempo como aquilo que criamos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Deslumbrada com a forma simples de um b\u00fazio de 72 cm de altura, observado no Museu Nacional de Viena, fiquei intrigada com o outro lado, que afinal n\u00e3o era simples. O outro lado era muito detalhado, como uma joia das de melhor qualidade e refinamento. N\u00e3o havia tradu\u00e7\u00e3o para ingl\u00eas, fiquei intrigada. Chamava-se <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Campanille Giganteum, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">tinha uns admir\u00e1veis 54 milh\u00f5es de anos! Era, portanto, a carapa\u00e7a de um molusco gigante \u2014 gastr\u00f3pode marinho da fam\u00edlia <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Campanilidae <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014 da Era do Eoceno, 2.\u00aa \u00e9poca do per\u00edodo terci\u00e1rio, assinalada pela diversidade dos primeiros mam\u00edferos, investiguei depois. Atr\u00e1s da vitrina \u2014 \u00e0 vista de qualquer ser humano \u2014, estava um f\u00f3ssil da era pr\u00e9- hist\u00f3rica e a sua beleza provocava ci\u00fames aos mais criativos dos relojoeiros. Foi nesta Era que os mares atingiram a sua maior extens\u00e3o e se desenvolveu a configura\u00e7\u00e3o atual das massas continentais. Come\u00e7avam a abundar os foramin\u00edferos, organismos unicelulares que se distinguem pela rede de filamentos e uma carapa\u00e7a de composi\u00e7\u00e3o. Assim, a forma serve a fun\u00e7\u00e3o, a da sobreviv\u00eancia. Com complexidades vari\u00e1veis, nas quais se alojava um citoplasma (Grego: Kitos \u2014 c\u00e9lula; Plassos \u2014 molde) e um citoesqueleto, cuja principal fun\u00e7\u00e3o era ser capaz de separar os cromossomas durante a divis\u00e3o mit\u00f3tica, assegurando a sua divis\u00e3o equitativa, nas c\u00e9lulas filhas, alojadas em campanulas, ou seja, vac\u00faolos, tinham por princ\u00edpio o de armazenar glicog\u00e9nio e l\u00edpidos. N\u00e3o \u00e9 por acaso que a estrutura deste b\u00fazio era sim\u00e9trica, por dentro. No meio, surgem curvas helicoidais, entrela\u00e7adas ao longo e ao redor de um eixo mediano, o qual parecia ser uma espinha dorsal de t\u00e3o robusto volume, que em cada filamento se abriam fossos el\u00edpticos, do mais pequeno ao maior, para que o molusco conseguisse sair e entrar. Apesar de belo, n\u00e3o era comprovadamente fr\u00e1gil. Afinal, tal esqueleto sobreviveu at\u00e9 \u00e0 atualidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Qu\u00e3o forte \u00e9 o simples?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tomamos por simples o di\u00e1logo e amor entre seres humanos, as \u00e1rvores das nossas florestas, a chuva e a sua evapora\u00e7\u00e3o, o voo em \u201cV\u201d dos p\u00e1ssaros, o nascer e o p\u00f4r do sol, todos os dias, a vida, o lobo que se tornou c\u00e3o, o tigre que se tonou gato, o macaco que se tornou homem, os 28 dias do ciclo menstrual, os 9 meses de gesta\u00e7\u00e3o, o alpha e o beta e o l\u00edder da comunidade porque nasceu l\u00edder\u2026 n\u00e3o, tornou-se l\u00edder, este \u00e9 aquele que retira a quinquilharia da confus\u00e3o, lima as arestas, traz simplicidade no meio da disc\u00f3rdia, encontra a harmonia e torna a dificuldade em oportunidade. Sobrevive ou garante a sobreviv\u00eancia. Ouso dizer que o l\u00edder seria o mais sofisticado, n\u00e3o propriamente, o mais forte, em diversos tempos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar de Newton ter dito que a Natureza se compraz na simplicidade, pois n\u00e3o d\u00e1 lugar a futilidades, prefiro encar\u00e1-la de outro modo: a Natureza \u00e9 extremamente sofisticada e em constante exerc\u00edcio de equil\u00edbrio entre o caos e a reposi\u00e7\u00e3o da calma.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Design <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">pouco \u00e9 mais; desde que n\u00e3o seja enfadonho, \u00e9 um dos seus grandes princ\u00edpios, a seguir temos o contraste, a hierarquia, o alinhamento, a fun\u00e7\u00e3o, o equil\u00edbrio, a proximidade, a simplicidade. Agora, uma nova corrente est\u00e1 em voga, o minimalismo. Dizem que o minimalismo \u00e9 a vit\u00f3ria da simplicidade, como as paisagens arenosas da Isl\u00e2ndia vulc\u00e2nica ou as do deserto areento. Esta tend\u00eancia passou a ser um estilo de vida, por respeito \u00e0 sustentabilidade, e faz-nos questionar sobre o que realmente \u00e9 necess\u00e1rio. Assim, o minimalismo \u00e9 um novo muralismo, uma nova disciplina cujo resultado \u00e9 a simplicidade, a harmonia de esp\u00edrito e a consequente ligeireza da vida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 dias, uma crian\u00e7a dizia-me: \u00abQuando desenho, estou sempre a fazer contas.\u00bb A m\u00e3e envergonhada tentou cal\u00e1-lo, mas, como desenhadora, percebemos o dito. Por isso, o desenho, mais que a fotografia, tem a qualidade de exercitar o c\u00e9rebro, pois as sinapses moldam-se ao entendimento do novo, o qual, mais tarde, se juntar\u00e1 \u00e0 mem\u00f3ria e criar\u00e1 algo criativo, aparentemente simples, sofisticado e belo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesta categoria naturalista, enquadro os grandes arquitetos Gaud\u00ed e Zaha Hadid. Para quem n\u00e3o conhece, se o primeiro tenta recriar o universo on\u00edrico da Natureza e da Fantasia, realizando proezas arquitet\u00f3nicas domando a madeira, o ferro, o vidro e a cer\u00e2mica, Zaha \u00e9 mais uma matem\u00e1tica, descontrutivista da arquitetura, conhecida como a rainha das curvas e tra\u00e7os n\u00e3o lineares.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O criador da Sagrada Fam\u00edlia, da Casa Batl\u00f3, s\u00edmbolos de Barcelona, entre outros equipamentos e joalherias, era fiel \u00e0 fluidez natural nas suas obras marcado pela explora\u00e7\u00e3o de elementos da Natureza, como a forma das ondas, o movimento das \u00e1guas e o vento. Um fascinado pelo nosso mundo, mas que tamb\u00e9m tinha uma compreens\u00e3o avan\u00e7ada de estruturas. Para atingir a exig\u00eancia da sua exuber\u00e2ncia criativa, Gaud\u00ed aprofundou-se em quest\u00f5es da engenharia, explorando geometrias complexas derivadas de curvas caten\u00e1rias, paraboloides hiperb\u00f3licas, hiperboloides e helicoidais que, al\u00e9m de plasticamente impressionantes, eram estruturalmente eficientes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 a primeira mulher a receber um Pritzker via os edif\u00edcios como organismos unificados e autossuficientes e defendia a cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os p\u00fablicos em todas as constru\u00e7\u00f5es, para que as pessoas se pudessem conectar e a segrega\u00e7\u00e3o urbana fosse eliminada. Veem? O di\u00e1logo entre humanos parece simples, mas para acontecer foi necess\u00e1rio milhares de anos e espa\u00e7o de concretiza\u00e7\u00e3o. Ao longo da nossa vida, precisamos de nos escolarizar, pelo menos durante uns 12 anos, para dominarmos, com certa <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">razoabilidade<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, a nossa l\u00edngua-m\u00e3e, a mesma que flui mel\u00f3dica em can\u00e7\u00f5es, a mesma que avisa e invoca socorro, a das palavras ofensivas como adagas, a das outras que nos incentivam, a nostalgia e solid\u00e3o resultante do sil\u00eancio e aus\u00eancia das mesmas. Para articularmos o som dessas s\u00edlabas, foram precisos 50 mil anos. Numa pequena vida humana, s\u00e3o precisos, no m\u00ednimo, 5 anos at\u00e9 nos expressarmos com eloqu\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nada, de facto, \u00e9 simples!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pode encontrar-me no Instagram, em: <\/span><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/lidiamenesesdesign\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">@lidiamenesesdesign<\/span><\/a><\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ilustra\u00e7\u00e3o e texto de\u00a0L\u00eddia Meneses Dizem que a Natureza \u00e9 simples, mas, se a transform\u00e1ssemos em geometria, ficar\u00edamos alarmados pelo trabalho da sua reprodu\u00e7\u00e3o, por meio da m\u00e3o humana. A Natureza forma-se com simplicidade, mas essa forma\u00e7\u00e3o \u00e9 de uma complexidade, por vezes, inating\u00edvel. 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