{"id":103174,"date":"2022-08-30T12:01:20","date_gmt":"2022-08-30T12:01:20","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/?p=103174"},"modified":"2024-03-11T23:33:57","modified_gmt":"2024-03-11T23:33:57","slug":"onde-ha-uma-cultura-e-porque-ha-uma-comunidade-de-artistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/es\/onde-ha-uma-cultura-e-porque-ha-uma-comunidade-de-artistas\/","title":{"rendered":"&#8220;Onde h\u00e1 uma cultura \u00e9 porque h\u00e1 uma comunidade de artistas&#8221;"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-left\">Resid\u00eancia de Artistas realizada no Arquip\u00e9lago &#8211; Centro de Artes Contempor\u00e2neas, nos meses de maio e junho, acolheu nove artistas, nacionais e internacionais. O Di\u00e1rio da Lagoa (DL) conversou com todos eles para perceber qual o sentimento de permanecer na ilha durante dois meses num regime de cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Curso-Artes-Visuais-da-FLAD-\u00a9-Arquipelago-\u2013-Centro-de-Artes-Contemporaneas.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-102835\" width=\"840\" height=\"560\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup>Artistas do continente portugu\u00eas, do Brasil e dos A\u00e7ores frequentaram curso de artes visuais na Ribeira Grande<mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\"> \u00a9 Arquip\u00e9lago \u2013 Centro de Artes Contempor\u00e2neas<\/mark><\/sup><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tamb\u00e9m impressionada pela for\u00e7a dos vulc\u00f5es e do fumo a sair da terra ficou Juliana Matsumura. A artista brasileira reside em Lisboa h\u00e1 nove anos e \u00e9 natural de<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Moji das Cruzes, uma cidade no interior de S\u00e3o Paulo, Brasil. Parte da sua fam\u00edlia vem do Jap\u00e3o e outra parte do nordeste do Brasil. Juliana estudou Desenho no Ar.Co e frequentou o curso de T\u00eaxtil e Moda na Universidade de S\u00e3o Paulo e o curso Artes e Humanidades na Universidade de Lisboa. Na exposi\u00e7\u00e3o \u201cchave na serradura\u201d apresenta uma montagem em v\u00eddeo.<\/span><\/p>\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Rita Senra, de 29 anos, tinha uma expetativa diferente em rela\u00e7\u00e3o a vir para os A\u00e7ores. \u201c<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Nunca tinha estado nos A\u00e7ores. Estava na minha lista de viagens a fazer\u201d, confidencia ao DL. A artista, natural do Porto, trabalhou com pigmentos naturais de frutas e legumes para tingir o papel, uma experi\u00eancia que considera ter dado resultados surpreendentes. Rita \u00e9 licenciada em Artes Pl\u00e1sticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, exp\u00f5e desde 2014 e integra a equipa do Sism\u00f3grafo desde 2016.<\/span><\/p>\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hintze \u00e9 um nome familiar ao concelho da Ribeira Grande. Joana Hintze tamb\u00e9m se lhe tornou familiar. A artista, de 28 anos, conta ao Di\u00e1rio da Lagoa que, tendo familiares em S\u00e3o Miguel, j\u00e1 n\u00e3o era a primeira vez que visitava a ilha. Mas foi a primeira vez que a jovem lisboeta passou tanto tempo longe de casa. A artista exp\u00f5e desde 2017. \u00c9 representada pela galeria M\u00f3dulo &#8211; Centro Difusor de Arte, vive e trabalha em Lisboa, e em 2018 terminou os estudos em Fotografia na escola Ar.Co em Lisboa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na exposi\u00e7\u00e3o \u201cserra na serradura\u201d, apresenta um trabalho em v\u00eddeo que reflete a sua experi\u00eancia deambulante pela natureza micaelense. Nele surgem elementos como p\u00e1ssaros e mar.<\/span><\/p>\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mariana Malheiro tem 27 anos e \u00e9 natural de Lisboa. \u00c9 licenciada e mestre em Pintura, pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Em 2022, apresentou a exposi\u00e7\u00e3o individual \u201cHumanos sem remorsos\u201d, em Lisboa. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Durante a resid\u00eancia desenvolveu trabalhos de pintura figurativa, para os quais se inspirou em tradi\u00e7\u00f5es que foi conhecendo ao longo da sua estadia na ilha. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Nos seus quadros \u00e9 poss\u00edvel identificar, por exemplo, uma mesa cheia, como se estivesse preparada para receber convidados. \u00c0 sua volta juntam-se pessoas e crian\u00e7as vestidas de anjo, como se estivessem a celebrar uma comunh\u00e3o.<\/span><\/p>\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Catarina Lopes Vicente, de 31 anos, e tamb\u00e9m natural de Lisboa, pegou nas palavras da colega Mariana\u00a0 \u201cS\u00e3o Miguel tem muito para oferecer em termos de mat\u00e9ria para trabalhar\u201d e levou-as ao limite. A artista, bolseira da Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, fez o mestrado em Artes Pl\u00e1sticas na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. Para o trabalho apresentado em exposi\u00e7\u00e3o, usou peda\u00e7os de madeira encontrados na Lagoa de S\u00e3o Br\u00e1s e fez deles o elemento principal do seu trabalho.<\/span><\/p>\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Do sul\u00a0 do pa\u00eds, do Algarve, veio Vasco Marum. Licenciado em Artes Visuais (2015) e p\u00f3s-graduado em Artes Visuais e Performativas (2017) pela Universidade do Algarve, Vasco \u00e9 membro fundador da Associa\u00e7\u00e3o 289 e da associa\u00e7\u00e3o de artes visuais Alfaia. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O artista de 30 anos, especializado em fotografia, realizou um trabalho de introspec\u00e7\u00e3o durante a estadia nos A\u00e7ores, zona do pa\u00eds que, considera, est\u00e1 num processo de transforma\u00e7\u00e3o e massifica\u00e7\u00e3o devido ao turismo semelhante ao que o algarve passou nos anos 60 e 70 do s\u00e9culo passado. Para o trabalho apresentado, Vasco utilizou uma toalha de praia com a imagem do Santo Cristo dos Milagres estampada, s\u00edmbolo da \u201ccomercializa\u00e7\u00e3o\u201d das tradi\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Finalmente, chegamos \u00e0 palavra com o artista residente micaelense, Jo\u00e3o Amado. Aos 29 anos, Jo\u00e3o era o \u00fanico artista natural dos A\u00e7ores a participar na resid\u00eancia. Era tamb\u00e9m o \u00fanico sem forma\u00e7\u00e3o acad\u00e9mica em artes. Segundo conta o colega Vasco, a experi\u00eancia para Jo\u00e3o foi \u201cespecialmente violenta\u201d, uma vez que embarcou num trabalho de introspec\u00e7\u00e3o e auto-reflex\u00e3o relativamente ao seu trabalho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na exposi\u00e7\u00e3o \u201cchave na serradura\u201d, Jo\u00e3o apresenta dois trabalhos: uma tela, onde se destacam v\u00e1rias camadas, sobrepostas quase aleatoriamente, de papel em recortes, que disp\u00f5e em torno do centro da tela. Pode ser interpretada como a constitui\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio sujeito em v\u00e1rias camadas. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">A segunda pe\u00e7a, escult\u00f3rica, constitui um cubo de parafina sobre o qual o expectador se pode debru\u00e7ar para encontrar o ponto\/eixo central, novamente remetendo para a capacidade de reflex\u00e3o.<\/span><\/p>\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3<span style=\"font-weight: 400;\">o \u201cchave na serradura\u201d continua patente no Arquip\u00e9lago &#8211; Centro de Artes Contempor\u00e2neas at\u00e9 dia 4 de setembro.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resid\u00eancia de Artistas realizada no Arquip\u00e9lago &#8211; Centro de Artes Contempor\u00e2neas, nos meses de maio e junho, acolheu nove artistas, nacionais e internacionais. 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