
Não há muito a alterar àquilo que já estava projetado e o pavilhão da escola vai mesmo ser demolido dando lugar a um novo. A garantia é da secretária regional da Educação, Cultura e Desporto, Sofia Ribeiro, ao Diário da Lagoa: “Há situações que nós podemos recalcular, outras não. Outras não, porquê? Tudo aquilo que pudesse implicar um atraso no projeto e com a necessidade de devolver o anteprojeto na sua estrutura, para nós foi uma opção não o fazermos”. Isto porquê? Devido sobretudo aos investimentos que já foram feitos. “Nós temos uma janela de investimento que tem de ser aproveitada. Não fazendo grandes alterações ao anteprojeto inicial. Portanto, agora está na fase pré-entrega”, explica a governante. “ O próprio plano para 2026, que foi aprovado aqui há 15 dias, contempla, ainda não foi publicado, mas contempla a verba precisamente para fazermos o pagamento na fase final da entrega desse projeto e, a partir daí, depois, então, dar-se-á início à empreitada”.
Questionamos se a obra arrancaria durante o ano de 2026. A resposta foi: “o arranque da obra em 2026 é difícil, o que não quer dizer que não se arranque com o concurso em 2026, pois vai tudo depender das nossas fases e da nossa capacitação”.
Sofia Ribeiro sublinha que 2026 “é um ano em que temos que dar prioridade à conclusão dos investimentos ao abrigo do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência] e também do «Açores 2030», que já estão em execução. Isso também traz muita pressão ao nível da oferta por parte dos empresários ao nível das empreitadas e da construção”.
“Tem sido muitas as situações em que lançamos obras e as obras acabam por ficar desertas, porque há, de facto, neste momento, muita obra a ser feita na região inteira. E, portanto, é difícil poder avançar aqui com um grau de certeza de quando é que ela poderá arrancar”, sublinha a secretária da Educação.
Um dos anseios da câmara municipal da Lagoa bem como dos clubes que utilizam o pavilhão da EBI de Lagoa para a prática desportiva era mantê-lo como tal e não optar pela sua demolição aquando da construção da nova escola.
“Nós temos previsto nesta obra a construção de um novo pavilhão”, começa por explicar Sofia Ribeiro ao DL. E prossegue: “implicando a demolição deste, sim. É uma fase que é complexa, mas com a reconstrução de um novo pavilhão, a fazer uma ligação ao edifício central para que os alunos possam ter uma deslocação ao abrigo da chuva e do vento, que é um problema atual desta escola, já há muitos anos neste tipo de construções”. A governante diz que manter o atual pavilhão “implicaria uma reformulação de todo o projeto e, lá está, com os atrasos que nós temos, não podemos comportar”.

A autora lagoense Márcia e Castro vai lançar no próximo domingo, 14 de dezembro, pelas 16h00, a sua nova obra, «Cego por Amor», numa sessão aberta ao público, na igreja do Convento de Santo António, em Santa Cruz.
Segundo nota de imprensa enviada pela Câmara da Lagoa, o livro apresenta uma narrativa marcada por fortes emoções, explorando as complexidades do amor, da entrega e da vulnerabilidade humana. Trata-se de uma obra que convida à reflexão sobre os limites entre paixão, idealização e cegueira emocional. Em «Cego por Amor», Márcia e Castro conduz o leitor por uma viagem íntima, intensa e sensível, revelando personagens marcadas por afetos profundos e desafios emocionais. A escrita combina lirismo e realismo, propondo ao leitor uma experiência literária próxima, humana e envolvente.
«Cego por Amor» trata-se da segunda obra literária de Márcia e Castro, que nasceu em outubro de 1977 e é natural da cidade da Lagoa, mais precisamente do lugar da Atalhada. Desde tenra idade, a lagoense desenvolveu o gosto por criar histórias, condimentadas pela sua imaginação e fantasia, acreditando que tudo era possível. Apaixonada pela escrita, principalmente por romances, considera-se uma romântica por natureza.
A escritora Márcia e Castro lançou, em julho de 2025, também, no convento de Santo António, o livro intitulado «Amores e Desencontros», com a colaboração da Câmara Municipal da Lagoa, e apresentação de Daniel Aguiar.

O Cabouco, no concelho da Lagoa, assinalou no passado dia 15 de setembro, os 45 anos da freguesia com uma sessão solene. A ocasião marcou o aniversário da freguesia mais jovem do concelho e foi um momento para celebrar o seu percurso.
Segundo nota de imprensa enviada pela Câmara da Lagoa, a cerimónia serviu também para assinar o auto de consignação da requalificação da Praça Dona Amélia Botelho Faria e Maia. A intervenção, no valor de 249.328,55 euros + IVA, visa modernizar e tornar a praça mais acessível, reforçando o seu papel como ponto central. A obra tem um prazo de execução de seis meses e será levada a cabo pela empresa Caetano & Medeiros Lda.
O presidente da Câmara Municipal da Lagoa, Frederico Sousa, presente no evento, sublinhou a importância da data.
De acordo com comunicado da autarquia lagoense, o autarca referiu que “os cabouquenses devem ter orgulho na sua freguesia”, acrescentando que “todos os anteriores presidentes de junta desta freguesia, sem exceção, tiveram um papel importante para a evolução do Cabouco. Todos eles, no seu tempo, dedicaram-se e contribuíram para construir aquilo que o Cabouco é neste momento”.
Por fim, Frederico Sousa, endereçou um agradecimento especial ao atual presidente da Junta de Freguesia do Cabouco, Adriano Costa, “que irá cessar as suas funções em outubro, com o sentimento de dever cumprido”.

A freguesia das Sete Cidades, no concelho de Ponta Delgada, vai receber o lançamento do livro «As Novas Lendas das Sete Cidades» no próximo dia 8 de agosto, a partir das 19h30. A apresentação da obra ocorrerá no adro da Igreja Paroquial de São Nicolau.
O evento conduzido pelos próprios autores, Ana Isabel D’Arruda, Carolina Cordeiro, Diana Zimbron e pelo mentor do projeto, Pedro Paulo Câmara, bem como pelo ilustrador Rui Paiva.
De acordo com nota de imprensa enviada ao nosso jornal pelo mentor do projeto, o artista Rui Paiva, ao ilustrar o livro, confere assim “ainda mais dinamismo ao texto literário”.
Esta trata-se de “uma produção literária aguardada que promete encantar leitores de todas as idades com novas histórias inspiradas na mítica freguesia açoriana”.
Editado pela Junta de Freguesia de Sete Cidades, esta nova obra celebra a tradição oral, a imaginação e os valores da comunidade local, oferecendo uma releitura contemporânea das histórias e mistérios do lugar que faz parte do imaginário açoriano.
“Faz-se um convite especial a toda a comunidade e amantes da cultura açoriana para participarem neste momento de celebração, partilha e encanto”, pode ler-se por fim na nota.

O Convento de Santo António, na freguesia de Santa Cruz, na Lagoa, recebe no próximo sábado, 2 de agosto, pelas 21h00, o lançamento do livro “Um Valonguense nos Açores”, de José R. Pinto Guimarães.
A entrada é livre e, no final, será servido um cocktail oferecido pelo restaurante Q’énosso. As flores que o autor não dispensa e que estarão a embelezar a sala são uma oferta do Jardim Campo. Foi, assim, através de apoios privados que o autor diz que conseguiu publicar a obra.
José R. Pinto Guimarães, autor de poesia, reformado e natural de Valongo, onde nasceu em 8 de maio de 1958, está radicado na cidade da Lagoa, na ilha de São Miguel, Açores. Segundo o prefácio do seu livro, “encontrou na escrita poética a expressão de uma vida marcada por experiências profundas, desafios e reencontros”.
“Poeta desde sempre, só agora, com o apoio da sua companheira e o acolhimento dos Açores, teve a coragem de publicar o seu primeiro livro”, lê-se na nota da obra.
O Diário da Lagoa (DL) esteve à conversa com o escritor na Praça de Nossa Senhora da Graça, na freguesia de Nossa Senhora do Rosário, onde revelou que o primeiro contacto com o arquipélago açoriano aconteceu em 1998, tendo ao longo dos anos tido a oportunidade de viajar pelas diferentes ilhas até se estabelecer em definitivo mais recentemente.
O autor conta que a obra só foi possível graças “a alguma criatividade”, ou seja, aos patrocínios de empresários locais, açorianos e de Valongo, a quem dedica alguns poemas em agradecimento.
A ideia partiu da sua companheira: “Ela é que me influenciou a escrever o livro. Ela é que me deu a ideia dos patrocínios. Ela é, portanto, tão importante quase como eu neste livro.”
No entanto, José R. Pinto Guimarães crítica a falta de apoio das entidades públicas locais e regionais, mostrando-se prejudicado pela alteração de última hora do local de lançamento. Inicialmente, a apresentação estava prevista para o Cineteatro Lagoense Francisco d’Amaral Almeida.
A alteração deveu-se ao facto do Cineteatro Lagoense ter entrado em obras, o que leva o escritor a reclamar: “Imagine-se o transtorno que isto é, e o prejuízo a nível de venda de livros”, enquanto salienta que vive uma vida humilde e sem capacidade para grandes despesas.
“Traz consequências, porque eu gastei, do meu miserável orçamento, muito dinheiro em cartazes”, diz, enquanto lamenta que só foi informado “a oito dias do evento”.
Sobre a solução, revela que já chegou a um entendimento com a autarquia lagoense, mas faz questão de alertar para que, no futuro, mais ninguém sofra a mesma situação.
José R. Pinto Guimarães contou-nos a sua história de vida, a de um lutador que venceu a batalha contra o cancro por quatro vezes.
“Eu sou lutador, é assim que me reconhecem. Não viro a cara à luta”, atira quando questionamos como conseguiu manter a garra pela vida que demonstra.
No próximo dia 4 de agosto, dois dias depois, o livro será apresentado também na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, às 21 horas, com entrada livre. E a 19 de setembro, em Valongo, no continente, na terra natal do autor.
Não perca a reportagem completa sobre o autor e lançamentos na edição de setembro do DL.

O Jardim Antero de Quental, na freguesia de São Sebastião, na cidade de Ponta Delgada, vai ser requalificado anunciou esta segunda-feira, 23 de junho, a Câmara Municipal.
Com objetivo a preservar o património, a obra contempla a pintura integral do espaço, apresentando um prazo de execução de 30 dias. A empreitada foi adjudicada à empresa António José Couto Alves, Sociedade Unipessoal Lda., no valor de 14.911,76 euros, acrescido de IVA.
A autarquia de Ponta Delgada, em comunicado, refere que “entre obras concluídas e adjudicação, a autarquia já garantiu, ao longo do presente mandato, um investimento de 900 mil euros na freguesia de São Sebastião”. Este valor inclui, por exemplo, a requalificação da Torre Sineira da Igreja Matriz, do centro histórico e a construção de um parque de estacionamento na EB1/JI da Matriz.
Segundo a Câmara Municipal de Ponta Delgada, este montante acresce ainda um investimento de 2.2 milhões de euros, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), destinado à construção de 12 novos apartamentos.

O professor e investigador Rui Tavares de Faria vai lançar o livro Diversa e Absoluta – Estudos Sobre a Obra de Natália Correia, na livraria Letras Lavadas, em Ponta Delgada, no próximo dia 15 de maio, às 18h00.
Segundo nota de imprensa enviada pela Letras Lavadas, a obra Diversa e Absoluta procura dar a conhecer ao leitor contemporâneo a vastidão da sua obra e incentivar a investigação académica sobre o legado da autora que se definiu como “metade fêmea, metade mar como as sereias”.
O evento contará com a apresentação de Ângela de Almeida, reconhecida especialista na obra de Natália Correia, “proporcionando um momento de descoberta, reflexão e homenagem à autora, cuja escrita continua a inspirar gerações”.
O livro resulta da investigação levada a cabo em 2024 pelo professor Rui Tavares de Faria, onde este analisa tanto a obra narrativa como a lírica, reunindo sete estudos aprofundados sobre a produção literária de Natália Correia, destacando a riqueza e diversidade do seu legado.
Rui Tavares de Faria tem uma carreira académica e investigativa extensa, com mais de uma centena de títulos publicados. Doutorado em Literatura Portuguesa pela Universidade do Porto e em Estudos Clássicos pela Universidade de Coimbra, dedica-se à investigação sobre literatura portuguesa e greco-latina.

O Dia Mundial do Livro vai ser assinalado na Lagoa, na ilha de São Miguel, com o lançamento da obra «Ainda há vida lá fora?», do escritor Hélder Blayer. A iniciativa acontece no próximo dia 23 de abril, pelas 18h30, na Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira em Santa Cruz.
De acordo com nota de imprensa enviada pela Câmara da Lagoa, a apresentação da obra conta também com a participação do escritor Pedro Almeida Maia.
A autarquia lagoense, em comunicado, refere ainda que a ação insere-se nas comemorações do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, que se celebra anualmente no dia 23 de abril, data do falecimento do escritor espanhol Cervantes e do escritor inglês William Shakespeare. Durante este dia, são várias as celebrações um pouco por todo o mundo, visando aumentar a consciencialização sobre a importância da leitura.
Hélder Blayer, natural de São Jorge, descreve-se como apaixonado pelo mar e pela leitura desde sempre. Animador de rádio, jornalista, editor, assessor de imprensa, copywriter, foram algumas das profissões que exerceu. Aos 49 anos, escreveu o seu primeiro livro, «Morrer é Uma Opção de Vida». Em 2024, lançou a ficção/romance intitulada «Eu Não Era Para Dizer Isto». Lança, assim, agora o seu terceiro livro, um monólogo que aborda “um estado de depressão profunda e remete para as questões existenciais e para esta incerteza constante acerca do que andamos a fazer neste mundo”, segundo ao autor.

O Centro Cultural de Santo António, no concelho de Ponta Delgada, vai ter patente entre 27 de fevereiro e 12 de junho, a exposição “Olhos nos Olhos”. A mostra reúne 23 obras da artista micaelense Patrícia Medeiros, que explora a sua visão pessoal sobre os diferentes olhares dos animais e seres humanos.
A exposição, na freguesia da costa norte de São Miguel, utiliza a técnica do acrílico sobre tela e oferece ao público uma oportunidade de contemplar a expressividade dos olhares captados pela autora, destacando a sensibilidade e profundidade emocional que caraterizam a sua obra.
Em nota de imprensa enviada pela autarquia de Ponta Delgada, Patrícia Medeiros explica que este projeto “começou com uma experiência que queria fazer com as cores, o preto e dourado” e que mais tarde aplicou “essa experiência no desenho, que sempre foi a minha habilidade, muito antes de descobrir a pintura”.
A artista relata ainda que “na primeira pintura o pincel fluiu com muita facilidade, criando em mim uma vontade de pintar mais”.
Patrícia Medeiros nasceu em 1976 em Ponta Delgada. Em 1985 frequentou a Academia de Belas Artes com o Artista Gilberto Silva e em 2007 teve aulas de pintura no Atelier Ponto de Arte com o artista Martim Cymbron. Entre 2015 e 2024, realizou oito exposições, consolidando a sua presença no panorama artístico regional.
A exposição também vai estar patente no Centro Cultural de Fenais da Luz entre 26 de junho e 18 de setembro.

É na primeira sessão da iniciativa «Sábado em Família» de 2025, na cidade da Lagoa, no próximo dia 25 de janeiro, pelas 16h00, que vai ser lançada a obra da autoria de Sandra Marisa Gomes. O anúncio foi feito esta sexta-feira, 17 de janeiro, pela Câmara Municipal de Lagoa.
Intitulado «Marisa, sou eu? Não, somos todos!», trata-se de uma edição da Letras Lavadas e conta com ilustrações de Patrícia G. Furtado. Já a apresentação do livro e a história contada estarão a cargo da educadora de infância Clara Martins que exerce funções na EB1/JI Dr. Francisco Machado Faria e Maia.
De acordo com nota de imprensa enviada pela autarquia lagoense ao nosso jornal, a história da obra que vai ser lançada agora na Lagoa está diretamente ligada ao projeto “O Mundo É Meu…”, sendo que o livro pretende passar uma mensagem da importância da tolerância independentemente das diferenças.
Após o momento de promoção da leitura e do testemunho da autora, será desenvolvida uma oficina de “boneca de papel “, tendo os presentes a oportunidade de realizar em família a sua boneca.
Sandra Marisa Esteves Gomes é educadora de infância e vive na ilha de São Miguel. Lecionou, no ano letivo passado, na EB1/JI Tavares Canário, na Lagoa. Mãe de um menino chamado Salvador, é mentora do projeto “O Mundo É Meu”, nascido na ilha de Santa Maria.
Com esta iniciativa, a Câmara Municipal refere que dá “seguimento a um projeto de índole educativa e cultural em família, destinada a pais, filhos, avós, netos, tios e sobrinhos, em que o principal objetivo será a promoção da leitura. Esta sessão tem a particularidade de se assistir, em família, ao lançamento de um livro.”