
O navio-patrulha oceânico NRP Sines, da Marinha Portuguesa, realizou este domingo, 21 de dezembro, o transporte de cerca de 850kg de bens essenciais para a ilha do Pico, nos Açores. A iniciativa, integrada na ação de solidariedade “Um gesto, uma Mudança”, teve como objetivo apoiar a Obra Social Madre Maria Clara e as crianças em situação de vulnerabilidade social acompanhadas por esta instituição.
Atualmente em missão na Zona Marítima dos Açores, o navio patrulha assegurou a ligação marítima entre São Miguel e o Pico para entregar um total de 500kg de alimentos, 150kg de roupa, 50kg de produtos de higiene e 150kg de brinquedos. A operação de entrega contou também com o apoio da Capitania do Porto da Horta, garantindo que os donativos cheguem às famílias durante a época natalícia.
Com esta ação, a Marinha Portuguesa salienta, em comunicado, que reforça o seu compromisso com a coesão social e o apoio direto às populações locais, reafirmando o empenho em fortalecer os laços de proximidade com as comunidades do arquipélago através de meios que vão além da sua missão estritamente militar.

A Marinha Portuguesa coordenou, desde as 6h47, de domingo, dia 26 de janeiro, o resgate de dois tripulantes da embarcação a remos “ZOLEO”, com bandeira da Hungria, segundo nota enviada pela mesma.
A embarcação encontrava-se adornado e à deriva, a cerca de 1150 milhas náuticas, o equivalente a 1850 quilómetros a sudoeste de São Miguel.
Para o resgate foram empenhados para o local os navios mercantes CMA CGM G. WASHINTON e BERGE ROSA, a navegar na área, esclarece o mesmo comunicado.
Os dois tripulantes, que foram resgatados pelo navio BERGE ROSA pelas 19h03, não necessitaram de cuidados médicos.
Estiveram envolvidos nesta ação de resgate os navios mercantes CMA CGM G. WASHINTON e BERGE ROSA, sob coordenação do MRCC DELGADA.

A Marinha, através dos Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada e de Lisboa (MRCC Delgada e MRCC Lisboa) coordenou, durante a noite da passada sexta-feira, 1 de novembro, e o início do sábado, uma operação de busca e salvamento de um passageiro , de 47 anos de idade, que estava a bordo do navio CANOPEE, segundo comunicado da Marinha.
O navio, que se encontrava a navegar a 408 milhas náuticas, 756 quilómetros (km) a noroeste de Ponta Delgada, informou que tinha a bordo um dos tripulantes com um deslocamento da retina, situação avaliada pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (INEM), como evacuação médica imediata, lê-se ainda.
A operação de busca e salvamento ocorreu em coordenação com a Força Aérea Portuguesa, a cerca de 120 milhas náuticas (220 km) a noroeste do Porto, durante a manhã de sábado, explica a nota.
A aeronave aterrou no aeroporto Sá Carneiro, no Porto, e o paciente foi encaminhado para a unidade hospitalar.

Um homem, de 28 anos, de nacionalidade Indonésia, que se encontrava a bordo da embarcação de pesca “Caixa Velha” necessitou de resgate médico, ao final da tarde de dia 30 de outubro, segundo comunicado da Marinha Portuguesa
Segundo as autoridades, o tripulante apresentava um quadro clínico de traumatismo craniano a necessitar de cuidados médicos hospitalares urgentes.
A embarcação com bandeira de Espanha, encontrava-se a navegar a cerca de 628 milhas náuticas, equivalente a 1.163 quilómetros a noroeste de São Miguel e a cerca de 300 milhas náuticas, o equivalente a 555 quilómetros, de Finisterra em Espanha.
Foi realizada a transferência do paciente para bordo do navio tanque “MARAN GAS HYDRA”, já ao final do dia, para que a operação de busca e salvamento se realizasse com a maior brevidade possível, lê-se, na mesma nota.
O resgate foi efetuado pelo helicóptero HELIMER 401 do Salvamento Marítimo de Espanha (SASEMAR), que transportou o paciente para o aeroporto da Corunha, em Espanha, onde desembarcou ao final do dia 30 de outubro.
O resgate foi coordenado pela A Marinha, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada (MRCC Delgada), em articulação com o Centro de Orientação de Doentes Urgentes – Marítimos (CODU-MAR), em conjunto com o MRCC FINISTERRA de Espanha e o navio contentor “MARAN GAS HYDRA”.

A Marinha Portuguesa coordenou, ontem, 30 de setembro, o resgate médico de um tripulante de 63 anos, de nacionalidade polaca, que se encontrava a bordo do navio mercante “MIEDWIE”, segundo comunicado da Marinha.
A embarcação tinha bandeira de Malta, e encontrava-se a navegar a cerca de 48 milhas náuticas, o equivalente a 90 quilómetros, a sudoeste da ilha Terceira.
O tripulante apresentava um quadro clínico de doença cardíaca, a necessitar de cuidados médicos hospitalares urgentes e imediatos.
O resgate foi efetuado pelo helicóptero EH-101 da Força Aérea Portuguesa (FAP), que transportou o paciente para o aeroporto das Lajes, na ilha Terceira, onde aterrou às 18h20, lê-se ainda.
O paciente foi posteriormente transferido para a unidade hospitalar.
O resgate foi coordenado pela Marinha portuguesa, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada (MRCC Delgada), em articulação com o Centro de Orientação de Doentes Urgentes – Marítimos (CODU-MAR) e com o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento (RCC).
Nesta operação estiveram envolvidos o MRCC Delgada, o RCC Lajes, a FAP, o CODU-MAR.

A previsão do estado do mar aponta para um agravamento considerável das condições meteorológicas e de agitação marítima nos Açores a partir de amanhã, terça-feira, 1 de outubro, e até à manhã de sexta-feira, 4 de outubro, segundo comunicado a Marinha Portuguesa e a Autoridade Marítima Nacional (AMN).
A agitação marítima vai ser caracterizada por uma ondulação vinda do quadrante Oés-sudoeste, com uma altura que pode atingir os quatro metros e uma altura máxima de sete metros, “com um período médio a variar entre os 8 e os 10 segundos”, pode ler-se.
São esperados ventos provenientes do quadrante Sudoeste, com uma intensidade média de até 55 quilómetros por hora (km/h) e rajadas até 100 km/h.
A Marinha e a Autoridade Marítima Nacional alertam toda a comunidade marítima e a população em geral para os cuidados a ter, tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar ou em zonas costeiras, nomeadamente reforçar a amarração e manter uma vigilância apertada das embarcações atracadas e fundeadas e evitar passeios junto ao mar ou em zonas expostas à agitação marítima, por exemplo, os molhes de proteção dos portos, arribas ou praias.
As autoridades recomendam também não praticar pesca lúdica, em especial junto às falésias e zonas de arriba frequentemente atingidas pela rebentação das ondas, tendo sempre presente que nestas condições o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.

Desde 10 de agosto até ontem, dia 19, a Marinha Portuguesa acompanhou e monitorizou a fragata Neustrashimyy e o reabastecedor Yelnya, que iniciaram a navegação ao longo da Zona Económica Exclusiva (ZEE) dos Açores e, posteriormente, transitaram toda a ZEE açoriana e do continente, rumo ao Mar Mediterrâneo, numa navegação que durou mais de 140 horas, comunicou a Marinha.
No dia 18 até ao dia 19 agosto, simultaneamente, foi efetuado o acompanhamento e monitorização do navio de desembarque e transporte anfíbio, Ivan Green, que iniciou a sua navegação em direção a sul, através da ZEE do continente, lê-se ainda, no mesmo comunicado.
Nestas operações, esteve empenhado o Centro de Operações Marítimas que coordenou, em conjunto com os Comandos das Zonas Marítimas dos Açores e do Sul, o emprego dos navios da Marinha NRP Sines, NRP Setúbal, NRP Oríon e NRP Sagitário.
A Força Aérea Portuguesa também auxiliou com o empenhamento da aeronave de patrulha Marítima P3-C, no acompanhamento dos navios Neustrashimyy e Yelnya durante o dia 16.
A Marinha Portuguesa, através destas ações de monitorização e vigilância, “garante a defesa e segurança dos espaços marítimos sob soberania, jurisdição ou responsabilidade nacional, contribui para a proteção dos interesses de Portugal e das suas infraestruturas críticas e, simultaneamente, assegura o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos no quadro da Aliança Atlântica”, explica a Marinha.

A cidade de Ponta Delgada foi o local escolhido para esta celebração, entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, pelo grupo de militares da Marinha Portuguesa pertencentes ao Curso Gonçalo Velho. Esta visita especial marca o cinquentenário da entrada destes oficiais na Escola Naval e “será marcada por momentos de forte simbolismo e emoção”, anunciou o Comando da Zona Marítima dos Açores da Marinha Portuguesa.
Entre outros, esta celebração vai contar com uma missa de sufrágio, a 2 de setembro na Igreja Matriz de S. Sebastião, em homenagem aos camaradas que já pereceram. Este momento de reflexão e oração vai ser dedicado à memória daqueles que, ao longo destes 50 anos, deixaram de fazer parte do curso.
No mesmo dia, os militares vão realizar uma cerimónia solene de deposição de uma coroa de flores junto à estátua de Gonçalo Velho, figura histórica que dá nome ao curso e que representa os valores da marinhagem e da exploração marítima. Este gesto simboliza a ligação profunda entre os oficiais e a história da Marinha Portuguesa, bem como o reconhecimento da importância das suas missões, lê-se, na mesma nota,
Ao longo destes quatro dias, os militares do Curso Gonçalo Velho vão ter oportunidade de reencontrar antigos camaradas, reviver memórias e celebrar a amizade que os une. A visita vai contar ainda com momentos de convívio e lazer, “permitindo aos participantes desfrutar da beleza natural e da rica cultura da ilha de São Miguel”, segundo o mesmo comunicado.
O Curso Gonçalo Velho é um dos cursos da Escola Naval da Marinha Portuguesa e reúne oficiais que ingressaram na instituição em 1974. A escolha do nome Gonçalo Velho, um dos descobridores dos Açores, simboliza a ligação histórica da Marinha Portuguesa aos descobrimentos e à exploração marítima.

A Marinha Portuguesa vai realizar um Dia Aberto nos Açores, no próximo dia 5 de agosto, com o objetivo de dar a conhecer as oportunidades de carreira no ramo. Até 4 de agosto estão a realizar-se também diversas ações de divulgação, em vários locais, anunciou a Marinha.
No dia 5 de agosto, os interessados podem visitar as principais instalações da Marinha na ilha de São Miguel, interagir com o pessoal militar e esclarecer quaisquer dúvidas que possam ter, com o intuito de dar a conhecer os locais onde os interessados vão poder prestar serviço. O programa inclui uma visita ao navio atribuído à região, NRP Sines, a partir das 10h00 no terminal de cruzeiros de Ponta Delgada. Às 11h00, os visitantes vão ter a oportunidade de visitar o Comando da Zona Marítima dos Açores, localizado no edifício da Capitania do Porto de Ponta Delgada, clarifica a mesma nota.
O “Dia Aberto da Marinha nos Açores” enquadra-se no âmbito do programa de recrutamento regional em curso no arquipélago dos Açores, onde jovens entre os 18 e os 24 anos e o mínimo de 9º ano de escolaridade, vão poder ingressar na Marinha, ficando a prestar serviço na sua região de origem.
A par deste evento, a Marinha estará presente com um stand de divulgação até 4 de agosto no centro comercial Parque Atlântico (entre as 18h00 e as 22h00) e com sessões de esclarecimentos abertas a todos os interessados nos dias 31 de julho às 10h00 na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada e 1 de agosto às 10h00 no Teatro Ribeiragrandense.
“O programa de recrutamento regional é uma iniciativa inovadora no arquipélago e representa uma oportunidade única para os jovens açoreanos fazerem parte da Marinha Portuguesa, beneficiando de formação profissional e garantindo uma carreira promissora nas suas regiões de origem”, conclui o comunicado.

Na última semana, a Marinha desenvolveu uma operação de monitorização e acompanhamento de uma Força Naval russa, composta pela Fragata Neustrashimy e o reabastecedor Yelnya, que cruzou as áreas marítimas de interesse nacional e a Zona Económica Exclusiva (ZEE) dos Açores, rumo às Caraíbas, de acordo com comunicado das autoridades.
Para esse efeito, o Centro de Operações Marítimas coordenou com o Comando da Zona Marítima dos Açores o emprego do NRP Sines que iniciou o acompanhamento na madrugada de 13 de julho.
O acompanhamento, que se realizou no extremo noroeste da ZEE Açoriana, terminou na manhã de domingo, 14 de julho, tendo-se prolongado por mais de 24 horas.
A Marinha, através destas ações de monitorização e vigilância, garante a defesa e segurança dos espaços marítimos sob soberania, jurisdição ou responsabilidade nacional, contribui para a proteção dos interesses de Portugal e das suas infraestruturas criticas e, simultaneamente, assegura o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos no quadro da Aliança Atlântica.