{"id":161206,"date":"2026-01-31T17:57:46","date_gmt":"2026-01-31T17:57:46","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/?p=161206"},"modified":"2026-01-31T17:57:48","modified_gmt":"2026-01-31T17:57:48","slug":"do-torreao-da-faja-proteger-nao-e-desenhar-mapas-e-agora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/en\/do-torreao-da-faja-proteger-nao-e-desenhar-mapas-e-agora\/","title":{"rendered":"Do Torre\u00e3o da Faj\u00e3: proteger n\u00e3o \u00e9 desenhar mapas. E agora?"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image is-style-rounded\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/bruno-pacheco.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-160727\" width=\"383\" height=\"383\" srcset=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/bruno-pacheco.jpg 500w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/bruno-pacheco-300x300.jpg 300w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/bruno-pacheco-150x150.jpg 150w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/bruno-pacheco-12x12.jpg 12w\" sizes=\"(max-width: 383px) 100vw, 383px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<div style=\"height:25px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Bruno Pacheco<\/strong><\/p>\n\n\n<div style=\"height:25px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<p class=\"v1MsoNormal\">Do alto do Torre\u00e3o da Faj\u00e3, o mar parece sempre o mesmo. Amplo, cont\u00ednuo, indiferente aos limites que lhe tra\u00e7amos. Talvez por isso, a tenta\u00e7\u00e3o de o governar por mapas seja t\u00e3o persistente e t\u00e3o antiga, t\u00e3o antiga que se perde nas linhas hist\u00f3ricas dos navegadores fen\u00edcios. Uma linha aqui, uma cor ali, e instala-se a sensa\u00e7\u00e3o de controlo. Mas o oceano n\u00e3o l\u00ea decretos nem se deixa proteger por meio de cartografia.<\/p>\n<p class=\"v1MsoNormal\">A cria\u00e7\u00e3o do Parque Marinho dos A\u00e7ores, com a promessa de proteger 30% do mar \u00e0 nossa volta, foi apresentada como um marco hist\u00f3rico. E \u00e9, mesmo que, para j\u00e1, permane\u00e7a sobretudo no plano simb\u00f3lico. Marca uma inten\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, um posicionamento internacional, uma narrativa de modernidade. O problema come\u00e7a quando se confunde a inten\u00e7\u00e3o com a capacidade de executar o planeado. Porque proteger n\u00e3o \u00e9 desenhar mapas. Proteger \u00e9 exercer autoridade. E, no mar, a autoridade n\u00e3o se decreta: constr\u00f3i-se.<\/p>\n<p class=\"v1MsoNormal\">A Regi\u00e3o assume agora a responsabilidade por uma \u00e1rea mar\u00edtima de escala continental, fragmentada, distante da costa e, em grande parte, inacess\u00edvel por meios tradicionais. Todos sabem que &#8220;n\u00e3o vamos l\u00e1&#8221; apenas com patrulhamento f\u00edsico. Insistir nesse modelo \u00e9 aceitar que, na pr\u00e1tica, partes significativas do territ\u00f3rio protegido permanecer\u00e3o invis\u00edveis.<\/p>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>E agora?<\/strong><\/h3>\n\n\n<p class=\"v1MsoNormal\">A fiscaliza\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea do oceano faz-se de outra forma. Faz-se com monitoriza\u00e7\u00e3o remota cont\u00ednua, cruzamento de sinais de navega\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise de padr\u00f5es de comportamento e dete\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica de anomalias. Sat\u00e9lite, AIS, VMS, algoritmos de risco e centros de decis\u00e3o capazes de transformar dados em a\u00e7\u00e3o. N\u00e3o por entusiasmo tecnol\u00f3gico, mas por imposi\u00e7\u00e3o da escala. Quem gere grandes \u00e1reas marinhas sem estes instrumentos n\u00e3o governa, mas sim reage.<\/p>\n<p class=\"v1MsoNormal\">Sem esta infraestrutura, o parque corre o risco de existir, sobretudo, no papel: regras claras, fiscaliza\u00e7\u00e3o epis\u00f3dica, incumprimento silencioso. Quando a probabilidade de dete\u00e7\u00e3o \u00e9 baixa, a lei deixa de regular comportamentos e limita-se a declarar princ\u00edpios. E isso \u00e9, como se sabe, o princ\u00edpio do fim de uma lei.<\/p>\n<p class=\"v1MsoNormal\">H\u00e1, por\u00e9m, uma quest\u00e3o ainda mais estrutural e falada quase em surdina: o financiamento. Um parque marinho desta dimens\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas um instrumento ambiental. \u00c9 um ativo estrat\u00e9gico dos A\u00e7ores e do Pa\u00eds, um reservat\u00f3rio de biodiversidade, um sistema de regula\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, uma plataforma de conhecimento cient\u00edfico e um fator de reputa\u00e7\u00e3o internacional. N\u00e3o pode servir apenas para exibi\u00e7\u00e3o em f\u00f3runs internacionais. Se a Rep\u00fablica quer esta ambi\u00e7\u00e3o, tem de pagar por ela. Nem que seja para se poder &#8220;passear&#8221; pelos corredores internacionais com &#8220;o trof\u00e9u na m\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p class=\"v1MsoNormal\">\u00c9, neste contexto, que temos de introduzir &#8220;novos&#8221; conceitos para &#8220;arranjar dinheiro&#8221; para esta despesa enorme, mas necess\u00e1ria. O Parque Marinho dos A\u00e7ores representa um valor real para o pa\u00eds, e esse valor n\u00e3o consta no PIB, mas existe. E deve ser reconhecido, quantificado e integrado nas decis\u00f5es de financiamento p\u00fablico. Neste sentido, e como defendido anteriormente, \u00e9 tempo de recorrermos aos manuais da bioeconomia e de introduzir, na lei das finan\u00e7as regionais, o conceito de &#8220;capital natural&#8221;, tal como defende Jorge Moreira da Silva, antigo ministro do PSD e atual Secret\u00e1rio-Geral Adjunto das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p class=\"v1MsoNormal\">Do Torre\u00e3o da Faj\u00e3, a conclus\u00e3o imp\u00f5e-se: ou o parque \u00e9 tratado como o ativo estrat\u00e9gico que \u00e9, ou arrisca transformar-se numa figura ret\u00f3rica bem-intencionada. O mar continuar\u00e1 ali. A diferen\u00e7a estar\u00e1 em saber se a ambi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica teve coragem de ir at\u00e9 ao fim.<\/p>\n<p class=\"v1MsoNormal\"><i>Do Torre\u00e3o, seguimos atentos.<\/i><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abA cria\u00e7\u00e3o do Parque Marinho dos A\u00e7ores, com a promessa de proteger 30% do mar \u00e0 nossa volta, foi apresentada como um marco hist\u00f3rico. E \u00e9, mesmo que, para j\u00e1, permane\u00e7a sobretudo no plano simb\u00f3lico.\u00bb<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":160730,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[11],"tags":[4005,4006,31,115,2819,3846,4004],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.10 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Do Torre\u00e3o da Faj\u00e3: proteger n\u00e3o \u00e9 desenhar mapas. 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