{"id":127996,"date":"2023-10-08T16:12:40","date_gmt":"2023-10-08T16:12:40","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/?p=127996"},"modified":"2024-03-30T17:07:23","modified_gmt":"2024-03-30T17:07:23","slug":"quando-entramos-dentro-de-uma-area-marinha-protegida-ha-uma-explosao-de-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/en\/quando-entramos-dentro-de-uma-area-marinha-protegida-ha-uma-explosao-de-vida\/","title":{"rendered":"\u201cQuando entramos dentro de uma \u00e1rea marinha protegida, h\u00e1 uma explos\u00e3o de vida\u201d"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"wp-block-heading\">Processo de consulta p\u00fablica da Rede de \u00c1reas Marinhas Protegidas dos A\u00e7ores terminou no m\u00eas passado tendo recebido cerca de 200 contributos. Quisemos perceber como est\u00e1 o mar que nos abra\u00e7a e o que \u00e9 preciso fazer para preservar um dos ativos mais importantes do planeta<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"640\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/garajau-por-nuno-sa.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-127997\" srcset=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/garajau-por-nuno-sa.jpg 960w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/garajau-por-nuno-sa-300x200.jpg 300w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/garajau-por-nuno-sa-768x512.jpg 768w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/garajau-por-nuno-sa-18x12.jpg 18w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup>Imagem obtida na reserva do Garajau, no arquip\u00e9lago da Madeira <mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\">\u00a9 CORTESIA NUNO S\u00c1<\/mark><\/sup><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<p><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">\u201cQuando comecei a mergulhar era tanto o peixe no fundo do mar que quando v\u00ednhamos para a superf\u00edcie fic\u00e1vamos inebriados. Nos \u00faltimos anos, deixei de mergulhar porque ia para o fundo para ver pedras e peixe mi\u00fado de fundo. Houve uma degrada\u00e7\u00e3o brutal do fundo do mar\u201d. As palavras s\u00e3o de Lu\u00eds Resendes, mergulhador h\u00e1 45 anos. \u00c9 desde essa altura que mergulha com escafandro, um equipamento de prote\u00e7\u00e3o de mergulho com um ic\u00f3nico \u201ccapacete\u201d que permite mergulhar a grandes profundidades.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lu\u00eds Resendes n\u00e3o tem d\u00favidas de que a press\u00e3o da atual procura pelo peixe, associada \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o da pesca tem causado danos irrepar\u00e1veis. \u201cOs nossos fundos do mar est\u00e3o a ficar completamente desertos. A tend\u00eancia de quem faz mergulho \u00e9 ir para onde tem peixe ou ainda tem algum peixe. Porque mesmo esses s\u00edtios, que conhe\u00e7o muito bem, hoje em dia s\u00e3o uma pobreza comparados com o que era antes\u201d, explica o micaelense ao Di\u00e1rio da Lagoa (DL). \u201cUma coisa \u00e9 fazer 30 por cento de \u00e1rea marinha protegida no alto mar, outra coisa \u00e9 incluir nesses 30 por cento \u00e1reas marinhas protegidas costeiras\u201d, assegura Lu\u00eds Resendes. E aquilo que est\u00e1 atualmente em discuss\u00e3o inclui apenas as zonas de \u00e1guas profundas, excluindo toda a costa.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na mesma senda surge Nuno S\u00e1, reconhecido mergulhador e premiado cameraman subaqu\u00e1tico que tem trabalhado nos mares de todo o mundo. E conhece bem o dos A\u00e7ores. \u201cQuando entramos dentro de uma \u00e1rea marinha protegida, h\u00e1 uma explos\u00e3o de vida. \u00c9 tipo uma c\u00e1psula de regresso ao passado de como os nossos oceanos eram antes da pesca industrial\u201d, come\u00e7a por descrever Nuno S\u00e1 ao DL. \u201cMergulho h\u00e1 20 e tal anos e noto que \u00e9 gritante que, se mergulharmos dentro de uma \u00e1rea marinha protegida, a quantidade de vida que vemos nela \u00e9 exponencialmente maior do que fora de uma \u00e1rea marinha protegida\u201d, assegura.<\/span><\/p>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cAs \u00e1reas marinhas protegidas n\u00e3o s\u00e3o solu\u00e7\u00e3o para todos os problemas\u201d<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"683\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/orla-costeira-capelas-por-filipe-melo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-127998\" srcset=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/orla-costeira-capelas-por-filipe-melo.jpg 960w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/orla-costeira-capelas-por-filipe-melo-300x213.jpg 300w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/orla-costeira-capelas-por-filipe-melo-768x546.jpg 768w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/orla-costeira-capelas-por-filipe-melo-18x12.jpg 18w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup>&nbsp;Orla costeira do arquip\u00e9lago a\u00e7oriano ficou de fora da primeira fase de discuss\u00e3o <\/sup><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color\"><sup>\u00a9 FILIPE MELO<\/sup><\/mark><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quanto a ficarem de fora da discuss\u00e3o, para j\u00e1, as zonas costeiras, Nuno S\u00e1 \u00e9 claro: \u201cas zonas costeiras s\u00e3o sempre as mais dif\u00edceis de implementar e \u00e9 onde existem mais conflitos porque h\u00e1 sempre muitos \u00abstakeholders\u00bb que t\u00eam muitos interesses. Na segunda fase \u00e9 que v\u00e3o pegar nas zonas costeiras, o que d\u00e1 mais luta. N\u00e3o h\u00e1 nenhum pescador com que voc\u00ea fale que lhe diga que qualquer esp\u00e9cie, qualquer ecossistema, qualquer habitat esteja t\u00e3o bom como estava quando ele era uma crian\u00e7a. \u00c9 um facto assumido que tudo est\u00e1 muito pior\u201d, diz o mergulhador.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para Telmo Mourato, investigador principal do Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o Okeanos da Universidade dos A\u00e7ores, \u201cas \u00e1reas marinhas protegidas n\u00e3o s\u00e3o a solu\u00e7\u00e3o para todos os problemas, s\u00e3o apenas uma ferramenta de gest\u00e3o\u201d que poder\u00e3o funcionar conjugadas com a regula\u00e7\u00e3o do esfor\u00e7o de pesca ou com o tipo de artes utilizados na pesca dos A\u00e7ores que podem dar frutos e manter os n\u00edveis de peixe e vida marinha em determinadas zonas.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O investigador alerta para os perigos de se avan\u00e7ar para a prote\u00e7\u00e3o de algumas zonas, descurando outras. \u201cAo declararmos \u00e1reas marinhas protegidas, move-se esse esfor\u00e7o de pesca para outras \u00e1reas. E com essa movimenta\u00e7\u00e3o, o balan\u00e7o final at\u00e9 pode ser negativo. As \u00e1reas marinhas protegidas s\u00f3 atingir\u00e3o os objetivos de gest\u00e3o propostos se houver ao mesmo tempo uma redu\u00e7\u00e3o do esfor\u00e7o de pesca proporcional \u00e0quele esfor\u00e7o que se perde ao declarar essas \u00e1reas marinhas protegidas\u201d, explica Telmo Mourato que em 2020 integrou um grupo de investiga\u00e7\u00e3o sobre o mar profundo dos A\u00e7ores. At\u00e9 a determina\u00e7\u00e3o das \u00e1reas marinhas protegidas ser efetiva, o investigador prefere aguardar para perceber o que trar\u00e1.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Do lado do setor das pescas, com forte peso na economia dos A\u00e7ores, Gualberto Rita, presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Pescas dos A\u00e7ores diz que \u201c<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">estamos perfeitamente conscientes de que \u00e9 necess\u00e1rio proteger, preservar o meio marinho. No \u00e2mbito daquilo que \u00e9 a constitui\u00e7\u00e3o de 30 por cento de \u00e1reas marinhas protegidas nos A\u00e7ores, estamos contra alguns aspetos, nomeadamente o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">timing<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, ou seja, os prazos que est\u00e3o a ser impostos, que \u00e9 at\u00e9 final deste ano, bem como o total das \u00e1reas protegidas e o local onde est\u00e3o implementadas\u201d, diz. O representante do setor pede \u201cuma an\u00e1lise a todo o processo\u201d e considera que \u201c\u00e9 prefer\u00edvel termos uma percentagem mais realista que possa efetivamente ser fiscalizada de forma mais eficiente e que n\u00e3o tenha um impacto t\u00e3o grande na pesca profissional\u201d, defende. Proteger 30 por cento das \u00e1reas marinhas dos A\u00e7ores \u00e9 para o presidente da federa\u00e7\u00e3o das Pescas \u201cuma proposta irrealista que se calhar n\u00e3o vai passar do papel\u201d.<\/span><\/p>\n\n\n<div style=\"height:25px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote has-text-align-center\">\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>&nbsp;\u201cN\u00f3s vamos ter que fazer nove processos participativos, <br>um em cada ilha, isto demora tempo, <br>n\u00e3o se faz de um dia para o outro\u201d <\/strong><\/p>\n<cite><em>BERNARDO BRITO E ABREU<\/em><\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<div style=\"height:25px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O programa Blue Azores, liderado pelo Governo dos A\u00e7ores, tem como parceiros a Funda\u00e7\u00e3o Oceano Azul, o Instituto Waitt e a Universidade dos A\u00e7ores e apoia o processo de &#8220;Revis\u00e3o da Rede de \u00c1reas Marinhas Protegidas dos A\u00e7ores&#8221; (RAMPA). Bernardo Brito e Abreu, coordenador do Blue Azores, come\u00e7a por explicar ao DL que o objetivo do RAMPA \u00e9 \u201c\u00e9 proteger e valorizar o mar e os ativos naturais dos A\u00e7ores\u201d. O respons\u00e1vel diz que \u201ca estrat\u00e9gia europeia para a biodiversidade 2030 estipula que os estados membros t\u00eam que proteger 30 por cento do seu territ\u00f3rio terrestre e mar\u00edtimo at\u00e9 2023. Saiu a estrat\u00e9gia nacional para o mar que tamb\u00e9m diz a mesma coisa. \u00c9 uma obriga\u00e7\u00e3o\u201d, assegura, e portanto o caminho s\u00f3 pode ser esse. Bernardo Brito e Abreu diz que \u201cat\u00e9 estar tudo a funcionar, temos [Governo regional] de criar regulamenta\u00e7\u00e3o das \u00e1reas, criar um \u00f3rg\u00e3o de gest\u00e3o, regulamenta\u00e7\u00e3o, periodicidade de monitoriza\u00e7\u00e3o, ajustar a fiscaliza\u00e7\u00e3o \u00e0 nova realidade\u201d, sendo um processo longo e que ter\u00e1 de estar conclu\u00eddo at\u00e9 2030. \u201cN\u00f3s vamos ter que fazer nove processos participativos, um em cada ilha, isto demora tempo, n\u00e3o se faz de um dia para o outro\u201d, sublinha o respons\u00e1vel.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em dezembro de 2021, o Governo dos A\u00e7ores adotou o objetivo de proteger 30 por cento do mar dos A\u00e7ores, com pelo menos 15 por cento de \u00e1reas marinhas totalmente protegidas. O compromisso ficou plasmado na Confer\u00eancia dos Oceanos das Na\u00e7\u00f5es Unidas, em 2022. O processo de consulta p\u00fablica da Rede de \u00c1reas Marinhas Protegidas dos A\u00e7ores terminou no passado dia 15 de setembro tendo recebido cerca de 200 contributos.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n<div style=\"height:25px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 uma \u00e1rea marinha protegida?<\/strong><\/h3>\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 um espa\u00e7o geogr\u00e1fico bem definido onde a atividade humana \u00e9 limitada. O objetivo \u00e9 proteger os valores naturais promovendo a recupera\u00e7\u00e3o do oceano, garantindo assim a conserva\u00e7\u00e3o da natureza e das atividades econ\u00f3micas a ela associadas. As \u00c1reas Marinhas Protegidas (AMP) promovem a prote\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies e habitats bem como a integridade ecol\u00f3gica dos ecossistemas, a sua biodiversidade e produtividade. As AMP s\u00e3o zonas de reprodu\u00e7\u00e3o, ref\u00fagio, rotas de migra\u00e7\u00e3o ou apenas locais onde se encontram esp\u00e9cies raras e de elevado interesse natural.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Processo de consulta p\u00fablica da Rede de \u00c1reas Marinhas Protegidas dos A\u00e7ores terminou no m\u00eas passado tendo recebido cerca de 200 contributos.<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":127997,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7],"tags":[31,245],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.10 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>\u201cQuando entramos dentro de uma \u00e1rea marinha protegida, h\u00e1 uma explos\u00e3o de vida\u201d - Di\u00e1rio da Lagoa<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Processo de consulta p\u00fablica da Rede de \u00c1reas Marinhas Protegidas dos A\u00e7ores terminou no m\u00eas passado tendo recebido cerca de 200 contributos.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/en\/quando-entramos-dentro-de-uma-area-marinha-protegida-ha-uma-explosao-de-vida\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"\u201cQuando entramos dentro de uma \u00e1rea marinha protegida, h\u00e1 uma explos\u00e3o de vida\u201d - Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Processo de consulta p\u00fablica da Rede de \u00c1reas Marinhas Protegidas dos A\u00e7ores terminou no m\u00eas passado tendo recebido cerca de 200 contributos.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/en\/quando-entramos-dentro-de-uma-area-marinha-protegida-ha-uma-explosao-de-vida\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2023-10-08T16:12:40+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-03-30T17:07:23+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/garajau-por-nuno-sa.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"960\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"640\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Di\u00e1rio da Lagoa\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/quando-entramos-dentro-de-uma-area-marinha-protegida-ha-uma-explosao-de-vida\/\",\"url\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/quando-entramos-dentro-de-uma-area-marinha-protegida-ha-uma-explosao-de-vida\/\",\"name\":\"\u201cQuando entramos dentro de uma \u00e1rea marinha protegida, h\u00e1 uma explos\u00e3o de vida\u201d - Di\u00e1rio da Lagoa\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#website\"},\"datePublished\":\"2023-10-08T16:12:40+00:00\",\"dateModified\":\"2024-03-30T17:07:23+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#\/schema\/person\/1615a002370e8857b6f972834bc43ece\"},\"description\":\"Processo de consulta p\u00fablica da Rede de \u00c1reas Marinhas Protegidas dos A\u00e7ores terminou no m\u00eas passado tendo recebido cerca de 200 contributos.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/quando-entramos-dentro-de-uma-area-marinha-protegida-ha-uma-explosao-de-vida\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/quando-entramos-dentro-de-uma-area-marinha-protegida-ha-uma-explosao-de-vida\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/quando-entramos-dentro-de-uma-area-marinha-protegida-ha-uma-explosao-de-vida\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"\u201cQuando entramos dentro de uma \u00e1rea marinha protegida, h\u00e1 uma explos\u00e3o de vida\u201d\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/#website\",\"url\":\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/\",\"name\":\"Di\u00e1rio da Lagoa\",\"description\":\"Di\u00e1rio da Lagoa. 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