{"id":126595,"date":"2023-08-03T01:12:35","date_gmt":"2023-08-03T01:12:35","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/?p=126595"},"modified":"2025-09-28T00:35:36","modified_gmt":"2025-09-28T00:35:36","slug":"alma-nomada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodalagoa.pt\/en\/alma-nomada\/","title":{"rendered":"Alma N\u00f3mada"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-126596 size-full\" src=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/alma-nomada.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/alma-nomada.jpg 960w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/alma-nomada-300x300.jpg 300w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/alma-nomada-150x150.jpg 150w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/alma-nomada-768x768.jpg 768w, https:\/\/diariodalagoa.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/alma-nomada-12x12.jpg 12w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 certo que, nos \u00faltimos anos, temos observado um fen\u00f3meno crescente; os n\u00f3madas digitais, disruptivos das convencionais normas laborais, abra\u00e7am um estilo de vida de mochila \u00e0s costas. Muitos procuram liberdade, aventura, experi\u00eancias e abra\u00e7am o seu estilo de vida profissionalmente, enquanto partilham as viv\u00eancias com o mundo a troco de refer\u00eancias de hot\u00e9is, alojamentos, atividades tur\u00edsticas acess\u00edveis aos seus milhares de seguidores. Os profissionais n\u00f3madas desenvolvem a sua atividade de forma remota, utilizam a tecnologia dispon\u00edvel e dependem da Internet desde que chegou a todo o lado. Podem ser rep\u00f3rteres, fot\u00f3grafos, exploradores, artistas, influenciadores, ganhando at\u00e9 comiss\u00f5es por referir marcas, lojas, servi\u00e7os dos locais para onde se deslocam. O projeto-piloto, chamado <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><i>DNA Azores<\/i><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, prev\u00ea, entre outras medidas, a cria\u00e7\u00e3o de uma plataforma <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><i>online <\/i><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">para rastrear n\u00f3madas digitais, de uma rede de espa\u00e7os de <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><i>coworking <\/i><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">e de um sistema de recompensas que alicie a vinda e interesse desses n\u00f3madas pelos A\u00e7ores, pois acredita-se poder estimular a economia. Este fen\u00f3meno est\u00e1 tamb\u00e9m a impulsionar a gentrifica\u00e7\u00e3o para as zonas mais interiores de Portugal, considerado at\u00e9 uma salvaguarda na \u00e9poca da pandemia para muitos alojamentos. O sen\u00e3o \u00e9 o aumento do custo de vida devido \u00e0 vantagem salarial de muitos que nos visitam. Para combater esta desigualdade, j\u00e1 se come\u00e7a a instruir a comunidade para a pr\u00e1tica \u00e9tica da sua profiss\u00e3o, atrav\u00e9s da contribui\u00e7\u00e3o para projetos, envolvendo locais.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 aqueles que, de ano para ano, arrumam as suas trouxas numa mala de 15 kg e rumam para uma nova cidade, uma nova ilha. Chegam, mas dizem sempre adeus: uma pedra rolante n\u00e3o cria musgo, como diz a express\u00e3o. Mas com ela discordo. S\u00e3o os enfermeiros, m\u00e9dicos, professores e outros funcion\u00e1rios p\u00fablicos, normalmente, nos in\u00edcios de sua carreira, a qual pode prolongar-se por 20 anos. S\u00e3o tamb\u00e9m os militares transferidos de base para base. S\u00e3o especialistas na organiza\u00e7\u00e3o de malas e procura de casa, merecedores de diplomas como agentes imobili\u00e1rios. H\u00e1 relatos de professores que dormem em tendas por n\u00e3o conseguirem arrendar casa ao n\u00edvel do sal\u00e1rio recebido. Tornam-se resilientes ou nunca se habituam. Tanto investimento nos estudos para uma vida itinerante, sem teto, sem poder projetar a longo prazo. A curiosidade, energia, observa\u00e7\u00e3o e humildade s\u00e3o dicas para uma adequada adaptabilidade, pois, nestes casos, ao contr\u00e1rio dos digitais, estes n\u00f3madas incutidos t\u00eam de relacionar-se com os cidad\u00e3os locais. \u00c9 comum servirem-se do lema: em terras de C\u00e9sar, faz como C\u00e9sar. N\u00e3o \u00e9 uma lavagem ao c\u00e9rebro, s\u00f3 n\u00f3s sabemos onde pertencemos, mas \u00e9 a simplicidade que se exige e o acostumar-se depressa. Abra\u00e7ar o novo e fundir-se com ele, r\u00e1pido e o mais brevemente poss\u00edvel, pois, amanh\u00e3, j\u00e1 se trabalha: nova escola, novos funcion\u00e1rios, novos colegas, novos alunos, novos percursos, novos postos.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\">Depois h\u00e1 os que viajam incessantemente. Aqui anexam-se os empreendedores, vendedores que necessitam de lan\u00e7ar e consolidar os seus neg\u00f3cios. S\u00e3o tamb\u00e9m os pilotos, hospedeiros de bordo, bi\u00f3logos, atletas, guias tur\u00edsticos, profissionais de diversas \u00e1reas art\u00edsticas, como: m\u00fasicos, bailarinos, atores. Quanto a estes \u00faltimos, \u00e9 reconhecido o seu trabalho na c\u00e9lebre s\u00e9rie Rabo de Peixe, vila piscat\u00f3ria do munic\u00edpio da Ribeira Grande, com 16,98 km\u00b2 de \u00e1rea e 8799 habitantes, ilha de S. Miguel, A\u00e7ores. Sabe-se que alguns atores deslocaram-se at\u00e9 \u00e0 referida localidade e com ela conviveram e viveram. Qualquer falta de acuidade no desempenho poderia ter resvalado todo o sucesso desta rel\u00edquia cinematogr\u00e1fica se os atores n\u00e3o tivessem tido o bom senso de aprenderem, observando e conhecendo os de c\u00e1, tra\u00e7os, gestos, vocabul\u00e1rio semelhantes \u00e0s personagens que iriam interpretar.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 os trabalhadores remotos, esp\u00e9cie de profissionais j\u00e1 existente, mas que se intensificaram com a pandemia COVID-19 e confinamento. Realizam as suas atividades profissionais fora do escrit\u00f3rio tradicional, utilizando tecnologia para se conectar e colaborar com a equipa de trabalho. T\u00eam flexibilidade de hor\u00e1rio ou s\u00e3o controlados por determinados <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><i>softwares<\/i><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Podem trabalhar de casa, caf\u00e9s, espa\u00e7os de <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><i>coworking <\/i><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ou qualquer lugar com acesso \u00e0 internet. Apesar de poderem viver confinados e fechados, sem ver a luz do sol, durante o dia inteiro, h\u00e1 os que viajam e trabalham da China para Portugal e, como aconteceu, h\u00e1 2 anos, moveram-se para as ilhas e trabalhavam destas para as suas sucursais, em Nova Iorque, por exemplo, procurando fugir do caos instalado, em busca da seguran\u00e7a do isolamento proporcionado pelas ilhas. O \u00fanico sen\u00e3o \u00e9 que, por vezes, pode ser solit\u00e1rio e at\u00e9 um trabalho pouco reconhecido, devido \u00e0 imaterializa\u00e7\u00e3o do colaborador, isto \u00e9, o trabalho v\u00ea-se, mas o trabalhador n\u00e3o e nunca h\u00e1 horas para acabar, o que pode resultar em <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><i>workaholics<\/i><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, pessoas viciadas em trabalho, que t\u00eam uma obsess\u00e3o excessiva pela sua carreira e dedicam a maior parte do tempo e energia ao trabalho,<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">muitas vezes, em detrimento da sa\u00fade, relacionamentos e equil\u00edbrio pessoal. Entre tantos, podem ser programadores, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><i>designers<\/i><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, escritores, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><i>freelancers <\/i><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">de diversas \u00e1reas, como mentores, psic\u00f3logos, assistentes virtuais, explicadores, etc.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\">Independentemente da natureza espec\u00edfica do trabalho remoto, seja como um n\u00f3mada digital, viajante constante ou algu\u00e9m que se muda anualmente, esses trabalhadores necessitam de ter uma mentalidade n\u00f3mada. Eles devem estar dispostos a abra\u00e7ar a mudan\u00e7a, a adaptar-se rapidamente a novos ambientes e a cultivar uma sensa\u00e7\u00e3o de liberdade e aventura nas suas vidas profissionais. Ter uma alma n\u00f3mada significa estar aberto a experi\u00eancias, ser resiliente e sentir-se em casa onde quer que esteja, enquanto explora novos horizontes.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1, contudo, uma distin\u00e7\u00e3o entre a mentalidade n\u00f3mada e a alma de n\u00f3mada. Uma \u00e9 adotada ou desenvolvida ao longo do tempo, enquanto a outra \u00e9 mais intr\u00ednseco, uma caracter\u00edstica que parece estar presente desde o nascimento ou ser parte essencial da identidade de algu\u00e9m, como uma inquietude de explorar o mundo. A alma n\u00f3mada \u00e9 uma qualidade mais profunda e arraigada, que se manifesta cedo, como se o corpo infantil escondesse uma alma insatisfeita, destinada a encontrar o seu prop\u00f3sito, noutro lugar, al\u00e9m de onde nasceu, na verdade, um centro de conex\u00e3o. Alguns descobrem a terra prometida; outros andam uma vida para voltarem e apreciarem, ainda mais, as suas ra\u00edzes, a terra natal. Qual o ilh\u00e9u que n\u00e3o tem um v\u00ednculo emocional profundo \u00e0 sua ilha? A ilha reclama sempre os cora\u00e7\u00f5es dos que nasceram seus.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\">Mesmo em constante movimento, alguns n\u00f3madas encontram o seu verdadeiro lugar num grupo de pessoas ou numa pessoa que se torna a sua \u00e2ncora. No fundo, a alma n\u00f3mada encontra-se em muitos de n\u00f3s, \u00e9 um desejo humano inato como o do Infante Dom Henrique, o navegador. Embora enfrentem desafios, as recompensas dessas escolhas podem ser in\u00fameras. Do inconformismo do infante nasceu a globaliza\u00e7\u00e3o, a amplia\u00e7\u00e3o de horizontes, do desenvolvimento da navega\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o mar\u00edtima portuguesa. 500 anos depois o nosso desejo \u00e9 navegar at\u00e9 Marte. Na verdade, enlevados de uma curiosidade imensa, procuramos conex\u00f5es significativas, diversas, originais, diferentes, encontrar v\u00e1rias liberdades e modos de vida. Para aqueles que nascem com tal chama, a jornada pode ser uma aventura de propor\u00e7\u00f5es inimagin\u00e1veis.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\">Canto da Maia, Carlos Machado e Nat\u00e1lia Correia, Nuno Bettencourt s\u00e3o exemplos de almas n\u00f3madas que n\u00e3o s\u00f3 voltaram como revolucionaram.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pode encontrar-me no Instagram, em: <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/lidiamenesesdesign\/\">@lidiamenesesdesign<\/a><\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 certo que, nos \u00faltimos anos, temos observado um fen\u00f3meno crescente; os n\u00f3madas digitais, disruptivos das convencionais normas laborais, abra\u00e7am um estilo de vida de mochila \u00e0s costas. 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