
Instituição criada em 30 de março de 1949, o Museu de Angra do Heroísmo está a assinalar o seu 75.º aniversário. O presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), Luís Garcia, enalteceu “o papel crucial do Museu de Angra do Heroísmo ao longo dos seus 75 anos de existência”, sublinhando que “esta instituição é um pilar fundamental na preservação e divulgação da história e cultura dos Açores”, lê-se em nota de imprensa da ALRAA.
“Celebrar este marco é reconhecer a dedicação e o esforço contínuo em manter viva a nossa identidade cultural”, afirmou Luís Garcia na visita ao Pólo Museológico de São Francisco do Museu de Angra do Heroísmo, que teve lugar a 26 de junho, onde realçou que “é através destes espaços que nos podemos ligar ao passado, entender melhor o presente e imaginar o futuro”, de acordo com o mesmo comunicado.
Para o presidente do parlamento açoriano, este é o momento oportuno “para celebrar não apenas a história materializada nestas paredes, mas também para renovar o compromisso com a valorização do nosso património cultural”, salientando que “é crucial garantir que as futuras gerações possam beneficiar igualmente deste legado histórico e cultural”.
Nesta última semana, Luís Garcia visitou ainda outras instituições naquela ilha.
Presidente do Parlamento açoriano visitou a Associação de Apoio à Criança da Ilha Terceira (AACIT) onde enalteceu “toda a dedicação da equipa educativa da AACIT na promoção e no desenvolvimento integral das crianças e jovens em risco da ilha Terceira”, a qual assegura “a satisfação das necessidades básicas, mitigando os fatores de risco e potenciando a sua proteção”, lê-se, no mesmo comunicado.
Luís Garcia visitou igualmente a plantação de café biológico Coffee Cabana, em Angra do Heroísmo, um “projeto que se destaca, desde logo, pelo seu carácter inovador, bem como pela projeção que dá aos Açores, por se tratar de uma das maiores plantações de café da Europa”, segundo o presidente do parlamento.
“O compromisso com o cultivo biológico não só preserva a qualidade do café, mas também promove práticas agrícolas sustentáveis que são essenciais para o futuro do nosso ambiente”, realçou.