Log in

Lotação esgotada no João Paulo II para ver o Lusitânia-Benfica

© RAFAEL CANEJO/SC LUSITÂNIA

É um dia histórico para o futebol da ilha Terceira: sexta-feira, 20 de outubro, o Lusitânia recebe o Benfica às 15h30 para a terceira eliminatória da Taça de Portugal. É a primeira vez, em 101 anos de história, que os leões da rua da Sé vão defrontar o Benfica e a expetativa é grande.

Os cerca de três mil bilhetes colocados à venda depressa esgotaram, pelo que haverá casa cheia nas bancadas do estádio João Paulo II para um jogo que reacende a velha paixão entre Benfica e Sporting, não fosse o Lusitânia a 14.ª delegação do emblema de Alvalade.

Emoções fortes nas bancadas para um género de confronto David contra Golias, mas o Lusitânia agarra-se aos exemplos de tomba de gigantes para também ele tentar derrubar um adversário que chega a Angra do Heroísmo com a fatia de leão no que ao teórico favoritismo diz respeito.

Contudo, no futebol são onze contra onze e o treinador do Lusitânia, Ricardo Pessoa, que já esteve do outro lado na qualidade de jogador, sabe que, por vezes, as surpresas acontecem. E os verde-e-brancos da rua da Sé vão em busca do sonho na receção ao Benfica.

“Existem muitos fatores que podem mexer com um resultado e, no futebol, tudo é possível. O que nós queremos é ser competitivos e este é um bom jogo para nos colocar à prova e podermos mostrar a qualidade dos nossos jogadores”, disse, na antevisão ao jogo de sexta-feira.

No sábado entram em campo as outras duas equipas açorianas que estão em prova na Taça de Portugal. Às 11h00, no estádio de São Miguel, o Santa Clara recebe o Vianense, partida na qual vai tentar confirmar o teórico favoritismo e chegar-se mais à frente na competição. À tarde, às 15h00, o Desportivo de Rabo de Peixe abre as portas do campo do Bom Jesus para receber o Casa Pia, naquele que também é um jogo histórico para o emblema da vila piscatória.

Os leitores são a força do nosso jornal

Subscreva, participe e apoie o Diário da Lagoa. Ao valorizar o nosso trabalho está a ajudar-nos a marcar a diferença, através do jornalismo de proximidade. Assim levamos até si as notícias que contam.