A recuperação económica da UE, que teve início na primavera de 2013, continua a ser pouco animadora, tendo as recentes previsões do PIB da UE sido revistas em baixa.Contudo, apesar do difícil contexto macroeconómico, o emprego na UE revelou um crescimento ligeiro mas constante desde meados de 2013, segundo a última Análise trimestral do emprego e da situação social na UE.
Segundo a Representação da Comunidade Europeia em Portugal, o emprego aumentou na grande maioria dos Estados‑Membros, nomeadamente em países com taxas de desemprego muito elevadas, como a Grécia, a Espanha e Portugal. Também aumentou na grande maioria dos setores, conhecendo uma expansão significativa nos serviços. Tal como a Análise mostra, todos os tipos de emprego estão a crescer: não só o emprego temporário ou a tempo parcial, mas também o emprego permanente e a tempo inteiro. No entanto, o regresso aos níveis de desemprego pré‑crise é menos rápido do que o desejado.
Por outro lado, refere a representação que, em novembro de 2014, em comparação com outubro do mesmo ano, o volume do comércio a retalho, corrigido de sazonalidade, aumentou 0,6% na zona euro e 0,8% na UE, de acordo com as estimativas do Eurostat, o Serviço de Estatística da União Europeia. Em outubro o volume do comércio a retalho também tinha aumentado 0,6% e 0,8%, respetivamente. Ao comparar os dados de novembro de 2014 com os de novembro de 2013, verifica-se que o índice do comércio a retalho aumentou 1,5% na zona euro e 2,6% na UE.
DL/RCEP
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