Detido com mais de 12 quilos de haxixe no aeroporto de Ponta Delgada

© PSP

Foi detido um homem de 51 anos na passada quarta-feira no aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, fortemente indiciado da prática do crime de tráfico de droga, anunciou hoje, 12 de agosto, o comando regional da Polícia de Segurança Pública dos Açores (PSP).

De acordo com nota de imprensa enviada às redações pelo comando regional, o suspeito era proveniente de território continental português, tendo a detenção sido efetuada pelos polícias da esquadra de Investigação Criminal de Ponta Delgada e prosseguida pela brigada anticrime da PSP, numa intervenção realizada em estreita articulação com binómios cinotécnicos da força destacada da Unidade Especial de Polícia do comando regional dos Açores.

A PSP relata que após a interceção do suspeito e no decurso das várias diligências realizadas pelos investigadores da brigada anticrime, apoiados por peritos da polícia técnica forense do núcleo de Investigação Criminal, foi possível “detetar e apreender uma das mais importantes e significativas quantidades de droga em território açoriano efetuadas nos últimos anos”.

Trata-se de “mais de 12,5 quilos de haxixe e aproximadamente 400 gramas de cocaína, droga esta que seria suficiente para a preparação de mais de 27 000 doses individuais para consumo”, refere a PSP em comunicado.

O comando regional da PSP avança, ainda, que nesta fase da investigação, há elementos que indicam que a droga apreendida tinha como destino final a ilha de São Miguel, “não havendo qualquer indicação de que se encontrava em trânsito para qualquer outra ilha pertencente à Região Autónoma dos Açores nem tão pouco para o exterior de território nacional português”.

Os investigadores da PSP não descartam, também, a possibilidade de que tais substâncias “se destinavam a alimentar diferentes circuitos de tráfico e consumo de droga montados na ilha de São Miguel”.    

O arguido, após ter sido interrogado por autoridade judiciária no Tribunal de Ponta Delgada, aguardará os ulteriores termos do processo sujeito à medida de coação mais gravosa, concretamente prisão preventiva.       

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