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Dados do INE revelam que crescimento da população empregada nos Açores foi o maior dos últimos 16 anos

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O Vice-Presidente do Governo dos Açores criticou, na Assembleia Legislativa, na Horta, a dualidade de critérios da oposição parlamentar, sublinhando que “quem quer que a realidade seja pior” omite determinados aspetos. 

Sérgio Ávila apontou, como exemplo, declarações recentes do Vice-Primeiro-Ministro, segundo as quais o país estaria no bom caminho atendendo a indicadores que evidenciavam a criação de duas empresas por cada uma que encerra a atividade no conjunto do país. 

O Vice-Presidente frisou que os mesmos indicadores apontam para a criação, nos Açores, de quatro empresas por cada uma que fecha, “o dobro do que acontece no continente”, circunstância que a oposição parlamentar na Região não valoriza. 

Outro aspeto referido por Sérgio Ávila tem a ver com a criação de emprego e o combate ao desemprego, que constituem “a principal prioridade” para o Governo Regional.  

O Vice-Presidente do Governo dos Açores adiantou também que “o Instituto Nacional de Estatística, que tanto gostam de referir numa parte, mas omitindo na outra, revelou claramente que, no último trimestre com dados conhecidos, o crescimento da população empregada nos Açores, face ao trimestre anterior, foi o maior desde 1998, ou seja, o maior nos últimos 16 anos”. 

Sérgio Ávila revelou também que, “só no mês de junho, foram apresentados mais de 300 novos projetos de investimento aos sistemas de incentivo” existentes nos Açores, salientando que se trata do “maior volume de novos investimentos que se registou nos últimos 10 anos”. 

Para o Vice-Presidente, “os dados não são mérito do Governo”, mas sim “do esforço empenhado dos Açorianos e das empresas, dos trabalhadores e dos empresários açorianos”, tendo o Governo cumprido “a sua obrigação de criar condições”. 

Sérgio Ávila reafirmou o empenho do Executivo em contribuir, “com confiança, vontade e energia”, para que “os muitos que ainda estão desempregados e as muitas empresas que ainda têm dificuldades possam também trilhar o caminho de sucesso, possam ter o futuro que estes resultados indicam que muitos Açorianos já tiveram”. 

Para o Vice-Presidente, “isso faz-se apoiando, incentivando, não se faz puxando para baixo, não se faz dizendo que está tudo mal”, já que, na sua opinião, “nunca está tudo mal”. 

DL/GaCS

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