O Presidente do Governo dos Açores considerou “importante, útil e produtiva” a reunião da Comissão Bilateral Permanente entre Portugal e os Estados Unidos, que analisou a redução do contingente militar e civil norte-americano na Base das Lajes.
Falando aos jornalista à chegada a Ponta Delgada, o Presidente do Governo salientou que esta foi, também, uma reunião útil, porque permitiu recolher a sensibilidade do lado norte-americano quanto à forma como encara os desafios que, agora, a relação diplomática entre Portugal e os Estados Unidos tem pela frente.
Segundo disse, desta Comissão Bilateral saíram ainda orientações claras no sentido de se intensificarem os contactos, dentro do quadro do Acordo de Cooperação e Defesa, ao nível das comissões técnica e laboral e de altos responsáveis de ambos os governos, para uma abordagem mais detalhada quanto às questões laborais e de infraestruturas que dizem respeito aos Açores.
De acordo com Vasco Cordeiro, houve questões que foram abordadas de forma menos formal e, agora, segue-se a comunicação formal, pelas vias diplomáticas entre os dois Estados, de um conjunto de dados, como infraestruturas e relacionados com os trabalhadores, entre outros.
Em resposta aos jornalistas, Vasco Cordeiro considerou que a “forma como o Estado Português se posicionou nesta reunião correspondeu às expetativas que o Governo dos Açores tinha e que foram manifestadas no dia 28 de janeiro”, à saída da audiência que manteve com o Primeiro-Ministro.
Segundo Vasco Cordeiro, esta questão das Lajes é extremamente sensível e tem um impacto não apenas na ilha Terceira e nos Açores, mas também na relação diplomática entre Portugal e os Estados Unidos.
DL/Gacs
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