Coliseu Micaelense volta a abrir as portas a 11 de março com artistas locais

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O Coliseu Micaelense reabre ao público a 11 de março, às 21h30, com um concerto de “João Moniz | Sara Cruz – trio acústico”, anunciou hoje, 22 de fevereiro, a autarquia de Ponta Delgada.

A 26 de março, à mesma hora, sobe ao palco do Coliseu a “Banda Harmonia Mosteirense & Trio Origens”.

Os bilhetes para os dois concertos custam cinco euros e já se encontram à venda nos locais habituais.

João Moniz é cantor e compositor. No percurso até ao seu primeiro EP passou por diversas experiências musicais, pisou muitos palcos nos Açores e a nível nacional.

Em 2019, venceu a 2ª Edição do Concurso “One Step 4 Music Fest”, o que lhe permitiu subir ao palco do “MEO Sudoeste”, na Zambujeira do Mar.

Em 2020, foi nomeado pelos “International Portuguese Music Awards”, na categoria de” Novos Talentos”; foi um dos 10 finalistas do Concurso Internacional “Musicando Carvalho Calero”; foi vencedor do Concurso Nacional “Angra Sound Bay” (Melhor Letra & Melhor Projeto). Apresentou, o ano passado, o seu primeiro EP com o nome do single lançado em 2019 “Saudade”.

Sara Cruz, também cantora e compositora, iniciou-se no mundo da música com tenra idade e já atuou em alguns dos mais conceituados palcos dos Açores, desde teatros, a festivais de verão, tendo passado também por vários distritos de Portugal Continental e Londres.

Em 2018, Sara Cruz gravou o EP “Above Our Heads”. No ano seguinte foi “Novo Talento Fnac” e considerada o “maior jovem talento de Portugal”, como vencedora do concurso “New Talent NiT”, parceria da TVI, NiT e Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Editou, em 2020, o single “Heavy Heart”, uma canção sobre encontrar força no meio da tristeza.

O concerto da “Banda Harmonia Mosteirense & Trio Origens” é subordinado ao tema “De Corações unidos pela Cultura Açoriana”, pretende homenagear aquilo que é mais precioso na identidade de um povo: a sua Cultura.

De acordo com a nota de imprensa da autarquia, dignificar os músicos, compositores e escritores açorianos, bem como a Viola da Terra é o grande objetivo deste concerto, que também pretende dar a conhecer um dos trabalhos do compositor açoriano Helder Bettencourt, que compôs  uma obra única, a qual integra a declamação de um poema de Manuel Tomás.

“Pretende-se, simultaneamente, homenagear em vida todos aqueles que, com o seu trabalho e empenho, deram tudo de si em prol desta centenária instituição, de forma a que os seus 139 anos tenham sido vividos sempre com sucesso e orgulhado o povo mosteirense”, refere a autarquia.

A homenagem à Viola da Terra surge através dum dos seus principais guardiões, Rafael Carvalho e o seu grupo Trio Origens.

DL

Categorias: Cultura

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