Candidaturas ao ProEnergia aumentaram cerca de 240%

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O Diretor Regional da Energia revelou, esta quarta-feira (dia 02), que as candidaturas de promotores ao ProEnergia, programa de incentivos à produção de energia a partir de fontes renováveis, aumentaram este ano 238% face ao período homólogo de 2013, correspondendo a um acréscimo de 125% no montante de subsídios.

José Rosa Nunes falava na cerimónia de assinatura de protocolos ProEnergia entre a Direção Regional da Energia, a Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo e o BANIF, que visam aumentar a penetração de equipamentos com maior desempenho energético nas habitações familiares.

Estes protocolos seguem, por isso, o objetivo delineado no plano estratégico do Governo dos Açores que visa atingir 10 mil coletores solares nas habitações em 2018, um objetivo que o Diretor Regional assegurou que será “decerto uma realidade”.

O Diretor Regional salientou que estes montantes vão ao encontro dos objetivos da política regional para a energia, assente na sustentabilidade associada à racionalidade do ponto de vista económico.

A participação das instituições bancárias permitirá potenciar ainda mais o ProEnergia, programa que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito estufa, contribuindo para a segurança do abastecimento regional e para a diminuição da dependência da volatilidade dos preços associados à aquisição de produtos de origem fóssil.

Este plano prevê a penetração de energias do tipo renovável, a diminuição de gases poluentes com efeito estufa e da aquisição de produtos fósseis, consolidando a segurança no abastecimento energético nos diversos espaços insulares.

José Rosa Nunes frisou que os Açores, pela política energética definida e concretizada, são “um exemplo” entre as regiões comunitárias no que se refere ao aproveitamento de recursos para a produção de eletricidade verde e para a eficiência energética, em especial tendo em conta a sua condição de região “arquipelágica, ultraperiférica e com caraterísticas socioeconómicas e demográficas que poderiam ser limitativas ao desenvolvimento integrado”.

DL/Gacs

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