Criada, na Lagoa, a Plataforma Cívica Pensar a Lagoa – PCPL

Foi formalmente constituída no dia 13 de julho de 2019, conforme Declaração de Princípios fundadora que se pode ler, e está disponível na página oficial do Facebook, a Plataforma Cívica Pensar a Lagoa – PCPL, um movimento cívico independente de cidadãos lagoenses que querem “reflectir, em reunião, pensar a Lagoa, e apresentar propostas concretas para o desenvolvimento e crescimento sustentados do concelho de Lagoa” nas suas mais variadas vertentes.

A Plataforma – denominada PCPL – conta com um Grupo de Contato, composto por cinco membros efetivos e um membro suplente, sendo eles Ana Medeiros, Carla Tavares, Jacinta Carreiro, Júlio Tavares Oliveira, Paulo Sérgio B. Ponte e Vítor Reis, que tomam posse hoje, dia 18 de julho.

Fundada pelo ex-dirigente associativista e fundador da Associação Jovem Lagoense – AJL -,Júlio Tavares Oliveira, jovem lagoense com apenas 21 anos, a Plataforma Cívica Pensar a Lagoa, segundo se pode ler na sua Declaração de Princípios, não se constituiu com a finalidade de se apresentar a eleições, nem de fazer campanha ou propaganda política, mas sim com a finalidade de “reflectir a Lagoa” e de “apresentar sugestões sérias” para a Lagoa, estando em vista a criação de um documento – o chamado PAC – Programa de Alternativa Cidadã – com propostas para o concelho de Lagoa para o triénio 2019-2021 – “embora as propostas sejam extensíveis a um período de tempo ainda mais largo do que esse”, sugere fonte da Plataforma.

“Não somos políticos profissionais, nunca fomos, destacamos, adiantando que o propósito é o de estimular o debate crítico, de ideias, em torno dos principais desafios do concelho, dos principais problemas, apresentando soluções práticas e viáveis e, para isso, contamos com a colaboração de todos, claro, inclusive da edilidade camarária”, frisam.

Segundo, ainda, se pode ler na sua Declaração de Princípios este movimento de cidadania independente é “apenas um espaço de mera tertúlia cívica, de debate, a que todos são bem-vindos com as suas ideias ou propostas, de opinião, de partilha de ideias, sempre num espírito de plena abertura democrática e livre. Somos pelos direitos de todos e de todas, sabendo de antemão dos nossos deveres: não estamos aqui para fazer política, nem somos políticos profissionais”.

“Estamos aqui para praticar Cidadania activa”, acrescentando-se que “a PCPL não se alia nem se reúne com forças partidárias: apenas com entidades formalmente constituídas apartidárias; apenas com a edilidade a que diz respeito o seu objecto social e, claro, apenas com os seus membros”, sublinham.

“Não estamos aqui, salientamos, para complicar a vida a ninguém nem para fazer guerra: estamos aqui para aliar à paz democrática, e de ideias, o nosso modesto contributo reflectido e modesto, também como é apanágio de uma democracia saudável, acrescentando-se que a nossa actividade poderá ser maioritariamente acompanhada no sítio oficial do Facebook da Plataforma ou através dos órgãos de comunicação social”.

A Plataforma informa que se aceitam sugestões e que pode ser contactada através do seu e-mail oficial pcpl@outlook.pt.

DL/PCPL

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