Rui Bettencourt considera ser necessário “ir mais além” na questão da Diáspora açoriana no mundo

O Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas afirmou, em Gravataí, no Brasil, que é preciso “ir mais além” na questão da Diáspora açoriana e do que é ser Açoriano no mundo.

Rui Bettencourt, que falava no encerramento da XXI Assembleia Geral do Conselho Mundial das Casas dos Açores (CMCA), sublinhou que é preciso “dar passos” nesse sentido, considerando que os Açorianos têm “cada vez mais consciência” do que são e da força que representam.

O titular da pasta das Relações Externas disse ainda ser necessário “convencer uns e outros, persuadir uns e outros de que isto de ser Açoriano no mundo é muitíssimo importante para nós, pois dá-nos uma dimensão formidável de Povo”.

Para o governante, cada um “tem um papel importante a fazer”, salientando que todos os dias o fazem no trabalho que desenvolvem nas Casas dos Açores e demais organizações e instituições, bem como nas comunidades onde vivem, onde os Açores estão bem presentes e onde a Açorianidade se manifesta das mais diversas formas.

Para o Secretário Regional, a questão açoriana “é muito mais que uma questão de integração”, mas antes “uma questão de sentimento forte por uma região” e “uma questão de Diáspora de um Povo difundido pelo mundo todo”.

A XXI Assembleia Geral do Conselho Mundial das Casas dos Açores decidiu atribuir o Certificado de ‘Produto Açoriano de Qualidade’ à Viola da Terra da ilha Terceira e que a próxima reunião deste órgão terá lugar, em 2019, na Bermuda, sob a presidência da Casa dos Açores deste arquipélago, aliando as comemorações do 170.º aniversário da chegada dos portugueses.

O CMCA reuniu no Rio Grande do Sul durante quatro dias com a presença das 14 Casas dos Açores que o integram, provenientes do Canadá, Estados Unidos, Bermuda, Brasil, Uruguai e Portugal continental, bem como da Direção Regional das Comunidades, que é também membro do Conselho Mundial.

DL/Gacs

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