Antecipação do imposto sobre combustíveis é “mais um sinal de alarme”

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Antecipação do imposto sobre combustíveis é “mais um sinal de alarme”

A candidata à presidência do CDS-PP no XXVI Congresso Nacional do Partido, Assunção Cristas, disse, esta sexta-feira, dia 12 de fevereiro, em Ponta Delgada, que a antecipação da receita do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos é “mais um sinal de alarme”, acusando o Governo de António Costa de querer “dar com uma mão aquilo que depois vai tirar com duas”.

Segundo uma nota enviada à nossa redação, para a antiga governante, que se encontra no arquipélago para apresentar a candidatura aos simpatizantes e militantes do partido, este “é mais um sinal de preocupação”.

Assunção Cristas referiu que se o Governo, liderado pelo socialista António Costa, “tivesse desenhado as coisas de outra maneira desde o início, em vez de fazer concessões à esquerda radical, se calhar” o país mantinha “um crescimento e um rumo de consolidação das contas públicas, de crescimento económico, de emprego”.

A candidata centrista acusou o executivo de estar “com muito pouca atenção ao crescimento económico feito pelas empresas, pela dinamização da atividade privada” ou noutras áreas que “requerem estabilidade laboral, estabilidade fiscal e apoio financeiro para se poderem desenvolver”.

Questionada se pode surgir um novo resgate, Assunção Cristas respondeu: “Eu quero crer que não. Mas preocupo-me quando vejo um primeiro-ministro a dizer que está muito tranquilo quando ninguém à sua volta está tranquilo, quando as entidades nacionais e internacionais independentes não estão tranquilas, quando os mercados começam a dar os sinais de nervosismo e, obviamente, todos os portugueses começam a ficar preocupados”.

DL/CDS-PP

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