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André Rodrigues reeleito secretário coordenador do PS/São Miguel

© PS/SÃO MIGUEL

André Rodrigues foi reeleito para um segundo mandato no cargo de secretário coordenador do Partido Socialista de São Miguel, com 95% dos votos, numa votação que ocorreu no âmbito da eleição dos secretariados das secções, secções concelhias e estruturas de ilha.

O dirigente socialista, que foi reeleito nas oito secções da ilha de São Miguel, revelou, após serem conhecidos os resultados, sentir-se “honrado com a confiança depositada pelos militantes do PS/São Miguel”, nesta que foi a primeira vez que secretário coordenador de ilha passou a ser eleito diretamente pelos militantes, após a revisão estatuária aprovada no último congresso regional do PS/Açores.

Na ocasião, e relembrando o atual contexto de dificuldade que se atravessa, André Rodrigues realçou o principal objetivo do mandato que agora se inicia. “Agora, tal como antes, o nosso principal compromisso é o de continuar a trabalhar para oferecer as melhores soluções para os problemas com que a ilha de São Miguel se confronta e, em especial, ter respostas adequadas que ajudem as famílias, os trabalhadores e as empresas a ultrapassar as dificuldades com que se deparam”.

Segundo o socialista, a ilha de São Miguel tem vindo “a ser esquecida e negligenciada” ao longo dos últimos três anos, tempo no qual o governo regional do PSD/CDS-PP/PPM “não esteve à altura dos desafios que se colocam à maior ilha da região”.

“Face aos indicadores que vão sendo conhecidos e que traduzem o evidente retrocesso da ilha de São Miguel”, André Franqueira Rodrigues destacou “o aumento do risco de pobreza, o fim do transporte marítimo de passageiros de e para a ilha de São Miguel, o retrocesso no transporte aéreo com o encerramento da base da Ryanair, a ausência de obra feita na habitação, a falta de investimento nas principais infraestruturas da ilha e a quebra de largas dezenas de milhões de euros no plano de investimentos”.

Para o dirigente socialista, “é preciso inverter o rumo”, uma vez que os micaelenses já esgotaram “o benefício da dúvida para com uma coligação que tudo fez para chegar ao poder, mas que depois revelou uma total impreparação, uma constrangedora ausência de estratégia e a falta de um projeto mobilizador para São Miguel e para os Açores”, concluiu André Rodrigues.

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