240 estudantes deslocados já receberam apoios

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O apoio complementar e pontual aos estudantes açorianos deslocados da sua ilha de residência já chegou a 240 estudantes, garante o Governo dos Açores.

Até agora foram apresentadas 286 candidaturas a este apoio, sendo que 240 já estão processadas, encontrando-se as restantes em análise, recolha de documentação e processamento.

Esta linha de apoio extraordinário foi criada pelo executivo açoriano para apoiar os estudantes deslocados que tenham de permanecer mais tempo onde se encontram devido à pandemia de COVID-19, não podendo deslocar-se para a sua ilha de residência devido aos condicionalismos impostos à mobilidade.

Os apoios variam entre 100 e 250 euros mensais para despesas de alojamento e alimentação, entre os meses de abril e junho, sendo definidos tendo por base o rendimento do agregado familiar.

Para apoiar estes jovens, o Governo dos Açores, através do Gabinete do Secretário Regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares e da Direção Regional da Juventude, criou a Linha Verde de Apoio ao Estudante Deslocado, que tem como função recolher as solicitações de apoio, bem como o ponto de situação, localização e vontade de regressar, logo que possível, desses estudantes.

Até ao momento, esta linha foi contactada por 477 jovens estudantes deslocados para informação sobre regresso ou solicitação de apoio financeiro, tendo chegado aos serviços de coordenação desta linha 286 candidaturas para apoio.

O Secretário Regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares afirmou que “estão a ser desenvolvidos todos os esforços para garantir grande celeridade no processamento e atribuição dos apoios que foram criados”.

No que se refere ao regresso dos estudantes deslocados, Berto Messias afirmou que “o coração manda-nos trazer toda a gente de regresso, mas a razão impõe que continuemos a acompanhar esta situação com cautela, percebendo a evolução desta pandemia e as medidas cautelares e de condicionamento da mobilidade que ainda têm de ser tomadas, a transição que será feita após o fim do estado de emergência, bem como as evoluções nos estabelecimentos de ensino superior, tendo em conta que existe a possibilidade da reabertura de alguns ainda este ano letivo, o que fará com que as intenções de regresso que temos registadas se alterem”.

DL/GaCS

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